Tanatologia – A ciência da morte e do morrer e a medicina veterinária

Tanatologia – A ciência da morte e do morrer e a medicina veterinária

Clínica Veterinária, Ano XVII, n. 100, setembro/outubro, 2012

A tanatologia é a ciência que estuda a morte e o morrer 1. O termo “tanatologia” vem do grego thánatos, que representa o deus da morte na mitologia grega; e logia, do grego logos, que significa estudo. Assim, tanatologia é o “estudo da morte”, ou a “ciência da morte” 2.
A temática da morte tem estado em evidência dentro da área médica, nas faculdades e cursos de pós-graduação, e inúmeros são os livros publicados sobre o assunto. Contudo, ainda hoje a maioria das faculdades das áreas de saúde no Brasil não contempla a tanatologia em seus conteúdos de graduação e pós-graduação, seja lato sensu ou stricto sensu.

Entender a morte e o morrer torna-se cada vez mais relevante para os profissionais da área de saúde e os médicos veterinários, uma vez que esses profissionais encontram-se mais suscetíveis ou expostos aos sentimentos trazidos pela morte, pois no cenário das instituições de saúde ela está
cons tantemente presente. Na prática, observamos como o des preparo e a falta de capacitação no assunto resultarão em angústia, sofrimento e dor psíquica, existencial e mesmo
espiritual na vida desses profissionais 3.

Nos Estados Unidos, dados de 1975 a 2005 revelaram que todas as 122 escolas médicas instituíram aulas sobre a morte e o morrer. Entretanto, a média de horas/aula em relação à carga horária total dos cursos atualmente ainda é pequena, com cerca de doze horas. A forma mais frequente de educação para a morte é por meio da utilização de leitura, seminários, discussões 4, músicas e filmes 5.

É difícil a abordagem reflexiva da morte no cotidiano, visto que temos enraizado em nosso ser que “enquanto há vida, há esperança”, e, nesse sentido, vivenciamos um dilema existencial em função do valor negativo dado à finitude, na qual a vida é valorizada e a morte significa a extinção total do ser 1,6,7.
Este artigo é uma revisão teórica sobre a tanatologia e tem por objetivo informar o médico veterinário sobre essa ciência, levando-o a refletir sobre as questões relativas à morte e os sentimentos que ela propicia, na tentativa de prepará-lo melhor para lidar com esse elemento inevitavelmente presente na área da saúde.

A morte

A morte pode ser definida como a cessação das funções vitais ou o término da vida, e sua concepção ou imagem varia de acordo com a cultura, a religião e o momento histórico de um indivíduo ou povo 8. Assim sendo, morrer pode ser percebido não somente como um evento biológico, mas tem uma dimensão religiosa, social, filosófica, antropológica, espiritual e pedagógica 6,9.
Apesar de suas diferentes interpretações culturais, a morte estabelece um vínculo de certeza com todos os homens – pois ninguém, nem mesmo outros seres vivos além do homem, serão poupados dessa verdade, portanto, evitá-la ou negá-la é escamotear um aspecto integral da vida.

Observam-se diferentes percepções sobre a morte nas diversas culturas ao longo da história da humanidade. De fato, desde os tempos mais remotos, anteriores à escrita, há registros
de algum tipo de rito mortuário ou cerimônia de despedida 3. No estágio Neolítico, ou a Idade da Pedra, temos construções monumentais com base em grandes blocos de pedras com objetivos simbólicos, religiosos e principalmente funerários, chamadas de dólmenes. O dólmen era composto de pedras justapostas, de forma a parecer uma árvore ou ar busto caracterizado por possuir uma câmara de forma poligonal ou circular, e era utilizado como espaço sepulcral para reverenciar a natureza e os mortos. Nessas construções, além de restos de esqueletos, foram encontrados vários objetos de pedra, cerâmica, armas e utensílios, como machados de pedra polida e pontas de seta, indicando uma crença no pósmorte, em que os mortos poderíam fazer uso desses instrumentos.

Uma das composições de pedra mais antigas que existe na Europa é Stonehenge. Outras podem ser encontradas na América e na Ásia. Nessa fase da humanidade, a morte era considerada como uma libertação, sem qualquer pena ou pesar, e os pássaros e peixes eram representados em potes e pedras esculpidas, possivelmente como carreadores da alma dos mortos. Os desenhos encontrados sugerem ainda que nessa época os homens acreditavam que a alma poderia encarnar em qualquer animal 10.

No povo egípcio, os rituais da crença em relação à vida pós-morte eram bem característicos, como se vê pelas tumbas, sarcófagos, mumificações, pirâmides, objetos mortuários e escritos funerários. Nessa época verificamos o início do processo de julgamento da alma por meio dos mitos de Osíris, Tot e Anúbis. O julgamento final ficou conhecido como a “Pesagem do Coração”, onde os deuses comparavam as ações do falecido enquanto vivo (simbolizado pelo coração), para determinar se ele havia se comportado bem em vida; em caso afirmativo, ele poderia habitar um reino no céu ou nas estrelas.

Nesse momento deu-se a passagem da morte como um evento natural, aceita sem medo ou apreensão, para um processo temido, associado a penalidades por
ações durante a vida. Esse foi o primeiro tipo de medo associado com a morte na história da humanidade 6,11. Na mitologia grega houve a idealização de uma região além-túmulo, conhecida como Hades, o local onde os mortos habitavam. Além disso, grandes filósofos como Esopo, Sócrates e Platão discutiram a morte e o morrer. Sócrates considerou que o medo vinha do fato de que ninguém sabia que aconteceria no momento da morte 6.

Na Idade Média a influência da religião sobre a morte e o morrer foi mais intensa. A partir de Constantino e do Concilio de Nicéa pela ascensão da Igreja, o conceito de julga mento tornou-se presente, bem como a personificação da morte por meio da imagem do esqueleto segurando uma foice. Assim, a morte passou a ser o castigo de Deus para o homem pecador, com o intuito de aterrorizar os homens a fim de se comportarem bem em vida 6.

Antes do século XVIII, era habitual o doente terminal chamar familiares e amigos para o processo de morrer ou para o ritual de despedida em sua casa, dando as últimas ordens e dispondo suas últimas vontades, vivendo essa etapa com qualidade humana e social, e não tecnicamente 3,6.
A partir da Revolução Industrial, nos séculos XVIII e início do XIX, a ascensão da classe burguesa e os novos valores socioeconômicos fizeram com que a morte, antes um evento familiar e doméstico, passasse para o ambiente hospitalar, distante e impessoal para o doente, mas mais confortável emocionalmente para os familiares 6,9.
Atualmente, na cultura ocidental, falar sobre a morte remete a sentimentos negativos como dor, sofrimento, finitude e separação 8.

Já em outras culturas, como as orientais, a morte é percebida como acontecimento natural, e o medo de morrer não está presente de forma tão intensa 7.

 

Zooantropologia

Primariamente, para compreendermos a dor da perda dos pacientes veterinários, precisamos entender o termo zooantropologia, que remete ao fato de que entre o ser humano e o não humano pode existir um relacionamento dialógico, ou seja, uma troca de conteúdos com reciprocidades e afiliações, e que o não humano possa recobrir um papel referencial para o homem. Nesse sentido, a relação entre o ser humano e o animal tem se tornado objeto de estudos em vários países, bem como a implicação emocional dessa relação em amplos aspectos, incluindo o da morte e do morrer 12.

A relação entre o homem e o animal é documentada desde os tempos mais remotos, como se observa nas inscrições re fe – rentes a um cão de nome Abuwtiyuw, encontradas na tumba de um faraó do antigo Egito. Alguns museus pelo mundo mostram animais mumificados há aproximadamente 5 mil anos atrás e sepultados juntos com seus donos (Figura 1).
Hoje em dia as exposições de animais mumificados já estão entre as áreas mais procuradas nos museus. Podemos encontrar gatos enrolados em tiras de linho, musaranhos em caixas com pedras preciosas incrustadas, carneiros com revestimento de ouro, gazela embrulhada em esteiras de papiro e crocodilo mumificado com os próprios filhotes dentro da
boca, entre outras raridades 13.

Atualmente, na medicina veterinária, temos observado o aumento da expectativa de vida dos animais, o que certamente se dá graças aos avanços tecnológicos observados na área,
ao maior acesso da população a tais recursos e à globa lização. Sendo assim, a perspectiva é de que ocorra um aprofundamento da relação entre homem e animal. Por outro ângulo, devido ao fato de os animais possuírem expectativa de vida consideravelmente menor que a dos humanos, observamos o sofrimento dos proprietários de cães e gatos com a doença de seus animais e grande insegurança e temor naquilo que se refere a quando e como ocorrerá a inevitável separação 14.

Outro ponto de significativo estresse e dor para os proprietário de animais de estimação é quanto à possibilidade
da realização da eutanásia – se ou quando esta deve ser utilizada 15 –, porém esse não é o objetivo do presente trabalho, e vale uma nova e profunda reflexão.

 

Figura 1 – Sarcófagos de gatos do The British Museum, Londres, Inglaterra. Sarcófago à direita: Bubastis, Egypt Roman Period, after 30 BC. No antigo Egito duas principais espécies de gatos foram conhecidas, o gato do pântano (Felis chaus) e o gato selvagem africano (Felis silvestris libyca). Foram feitas múmias de ambas as espécies, embora a maioria dos exemplares identificados até agora tem sido do gato selvagem africano.

 

Significado biológico e social da morte

A finitude da vida nos seres humanos possui sempre duas representatividades: uma física e outra social, ou seja, a morte de um corpo e a morte de uma pessoa. A morte de uma pessoa significa, normalmente, dor e solidão para os que ficam. Portanto, sob esse prisma, não se trata apenas da destruição de um estado físico e biológico, mas também do fim de um ser em correlação com outro ser vivo. Esse vazio por ela deixado não atinge somente as pessoas que conviviam com quem morreu, mas também toda uma rede social
7,16.

Podemos transpor essas duas representatividades em relação aos animais de estimação. Nas sociedades ocidentais, o apego aos animais tomou uma proporção nunca anteriormente vista, assim como o medo da morte e da separação, principalmente a partir do século XX 15,17. A sociedade moderna gerou distanciamento das relações interpessoais. É comum nos dias atuais vivermos isolados socialmente, o convívio familiar é dificultado pelas frequentes atribulações da vida moderna, e a afetividade e a carência cada vez mais são suprimidas pela presença de animais de estimação como cães e gatos 18.

Além disso, nas sociedades mais desenvolvidas, a família diminuiu, e o animal de estimação foi colocado como companhia para os filhos únicos. Dessa forma, percebemos que a morte de um animal de estimação significa o mesmo que a morte de um membro da família, pois esse animal desenvolve um convívio social com ela. O exemplo desse apego e respeito pela morte dos animais
de estimação pode ser visto no Japão, onde as cerimônias fúnebres desses animais são semelhantes às das pessoas, a morte possui uma conotação espiritual forte, e os cemitérios destinados a esses animais são comuns 17,19.

No Brasil, em cidades dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, de cerca de dez anos para cá temos visto a implantação de cemitérios e crematórios para animais
(Figuras 2 e 3). Uma revista de importante circulação nacional publicou uma matéria sobre o velório e a cremação de um cão de estimação, porém ainda utilizou o termo “estra nho” para qualificálo 20.

Nas sociedades ocidentais, nas quais as cerimônias fúnebres não são bem aceitas, vemos que a ausência do rito de pas sagem dos animais de estimação leva muitos proprietários a um processo de perda mais duradouro e intenso. Além disso, nessas culturas o apego aos animais é considerado por alguns como impróprio ou excessivo, uma vez que o animal
é facilmente substituível; assim, o processo de luto dos proprietários que perderam seu animal de estimação é dificultado, chegando por vezes a provocar vergonha 18. Tão profundo pode ser o sentimento de luto pela perda de um animal de estimação que, dentre os sobreviventes do furacão Katrina, que assolou a costa leste dos Estados Unidos em 2005, percebeu-se que aquelas pessoas que perderam ou tiveram que abandonar seus animais de estimação, somando-se a isso aos efeitos do furacão, sofreram mais de trauma agudo e o tempo do estresse pós-traumático foi mais duradouro – o que sugere que a perda do animal, assim como a sua ausência contínua, contribuíram para a severidade dos sintomas de depressão 21.

Em crianças, além dos sentimentos de estresse, ansiedade e depressão causados pela perda do animal de estimação, pode-se observar dificuldade de aprendizado na escola, principalmente naqueles casos em que os pais ou as pessoas que convivem com a criança não reconhecem o animal de companhia como um membro da família e não validam, portanto, os sentimentos envolvidos nessa relação de perda 22.

 

Figura 2. Entrada de cemitério de animais localizado na Grande
São Paulo

 

Tanatologia e a prática clínica da medicina veterinária

É notório que nas universidades com cursos na área da saúde os alunos são ensinados desde o primeiro ano a se habituar ou se dessensibilizar em relação ao sofrimento e à morte dos pacientes. Nas aulas de anatomia, nos idos de1990, os cadáveres de animais eram utilizados para ensinar sobre músculos, rins, membros, coração, pulmões, isolando a parte afetiva do ser que foi aquele animal, assim como ocorre até hoje.

O fato de não vermos um animal, e sim apenas um corpo constituído de partes a serem estudadas, isola nossos sentimentos de dor ou compaixão, deixando apenas a busca pela cura, a curiosidade própria do aprendizado, a proteção ao sofrimento e, por que não, em alguns casos, a indiferença. Apenas a partir do terceiro ano temos contato com pacientes e seus familiares ou proprietários, quando então o sentimento já foi isolado, fazendo com que muitos profissionais da área de saúde, sejam médicos, enfermeiros ou veternários, encarem os pacientes como a diarreia do quarto 43, a cinomose do labrador do canil 4, a fratura do final do corredor. Chocante para alguns, inevitável para outros.

Além disso, todo profissional da saúde adquire uma obstinação terapêutica que procura, a todo custo, prolongar a vida, motivo pelo qual as instituições de saúde investemcada vez mais em  recursos tecnológicos para a reestruturação e a recuperação do paciente crítico, ou seja, para a manutenção da vida. Nesses ambientes, a morte quase sempre é vista como fracasso ou derrota.

Da mesma forma como acontece com médicos e enfermeiros na área humana, a formação acadêmica e a rotina profissional do médico veterinário estão fundamentadas na cura, e nela está a maior recompensa. Assim, quando ele, em seu cotidiano de trabalho, necessita lidar com a morte, em geral sente medo, impotência, depressão, culpa, sensação de fracasso e de falha. Aquela indiferença, agora durante a vida profissional, pode ser uma forma de negação ou banalização da morte para que os profissionais encontrem auxílio para continuar a exercer sua profissão 23.

Afinal, se o próprio médico veterinário tem dificuldade para lidar com a morte e os sentimentos a que ela remete,
qual será o tamanho da dificuldade de explicá-la ao proprietário e confortá-lo? Certamente quem trabalha na rotina clínica já presenciou algum colega dizer – ou ele próprio disse – frases do tipo “no meu plantão não morre”, o que reflete nada menos que nosso despreparo e medo diante da morte.

Numa tentativa de minimizar esse sentimento de negação perante a morte, verificamos o exemplo de preparo dos profissionais médicos veterinários e tecnólogos do Colorado
State University Pet Hospice. Nessa instituição percebeu-se a necessidade de cuidados paliativos para pets e para tal foi instituído um programa de educação dos profissionais veterinários no tratamento desses pacientes e seus familiares. O programa foi implantado em 2003, treinando 101 voluntários, estudantes de medicina veterinária, que puderam dar
suporte a 68 famílias que se encontravam perante a morte de seus animais de estimação. Hoje, tal programa continua em
expansão, demonstrando impacto positivo no que se refere aos pacientes internados, ao suporte aos familiares e ao treinamento dos profissionais 24.

O preparo do médico veterinário é importante para que ele compreenda o processo emocional pelo qual os proprie tá rios passam logo após a morte de seu animal de estimação. Dentro do processo de perda, os seres humanos passam por fases previamente identificadas. São elas: a negação, seguida de raiva, culpa, depressão e por fim aceitação da morte. Muitas vezes, em cada uma dessas fases, o veterinário pode ser implicado, como por exemplo, na fase da raiva, em que ele pode ser culpado pelo proprietário pela morte ocorrida. Ter ciência desse processo e de cada uma de suas fases e aprender a lidar com as nuances de cada uma delas pode fa ci litar a comunicação e a relação entre médico e proprie tário, fa cilitando a aceitação da perda do animal de estimação pela família 25.

Assim, a despeito do que se instituiu em outros países dentro da área medica e veterinária, cada vez mais o mercado veterinário e o estilo de vida da sociedade moderna contribuirão para a implantação de cursos voltados a essa temática no Brasil. Não existe uma forma padronizada de ensino da tanatologia ou de como lidar com a morte e o morrer, porém, eliminar os tabus sobre o assunto e instituir um programa de educação não só aperfeiçoará o desempenho dos profissionais e dos estudantes de medicina veterinária, como também melhorará sua qualidade de vida, de seus pacientes e proprietários 7,26,27.

Figura 3. Exemplos de urnas utilizadas para deposição de cinzas após cremação de animais

Considerações finais

Sabemos que a morte e o conhecimento sobre ela são permeados por inúmeras dúvidas que a ciência moderna ainda não conseguiu desvendar, uma vez que não encontramos autores que discursassem sobre uma “morte científica”, ou seja, o que é a morte e todas as suas nuances. Contudo, nós, médicos veterinários, precisamos ter cada
vez maior habilidade para lidar com os sentimentos de perda relacionados com a morte e o morrer de animais de estimação. Para isso, torna-se necessária a inclusão dessa temática tanto para graduandos quanto para graduados, enfatizando a humanização do atendimento médico aos pacientes veterinários, com respeito e consideração pelo sofrimento deles e de suas famílias.

 


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Natan Chaves

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