Atualização: 17 de maio de 2020 – O novo coronavírus e os animais de companhia

Atualização: 17 de maio de 2020 – O novo coronavírus e os animais de companhia

O conhecimento sobre o SARS-CoV-2 continua aumentando desde a publicação do trabalho: “O novo coronavírus e animais de companhia 1 e de sua atualização de 11 de maio de 2020 2. O objetivo desta atualização é incluir as informações sobre SARS-CoV-2 e animais, disponibilizadas entre 11 e 17 de maio de 2020.

 

Gatos

O que já sabíamos 1,2,3

– Gatos jovens podem ser infectados experimentalmente por via intranasal;

– Ocasionalmente, gatos podem adquirir a infecção de pessoas;

– O vírus já foi identificado em:

• Seis gatos, 1 desses gatos não apresentou sinais;

• 5 tigres, 1 dos quais era assintomático;

• 3 leões, todos com sinais respiratórios;

– Gatos com o vírus podem desenvolver ou não sinais clínicos. Sinais gastrintestinais e respiratórios já foram associados ao SARS-CoV-2 em gatos;

– Gatos eliminam o vírus por via nasofaríngea e retal;

– Gatos desenvolvem anticorpos neutralizantes;

– Gatos jovens, em condições experimentais, podem transmitir o vírus para outros gatos, mesmo sem contato direto.

 

O que ocorreu na última semana

Infecção experimental

Três gatos domésticos entre 15 e 18 semanas de idade foram inoculados com SARS-CoV-2 simultaneamente por via intranasal, intratraqueal e ocular 4. O vírus foi detectável em amostras nasais a partir do primeiro dia, e a excreção viral durou até o sexto dia pós-infecção. Um dia após a inoculação, um gato sem infecção prévia por SARS-CoV-2 foi colocado junto com cada um dos gatos inoculados, em um total de 3 pares de gatos inoculado-suscetíveis. Dois dias depois, o vírus foi detectado em uma amostra de swab nasal em um dos contactantes 4. Cinco dias depois, o vírus foi detectado nos três gatos contactantes. O vírus não foi observado nos swabs retais dos contactantes. Nenhum dos 6 gatos apresentou sinais clínicos e todos desenvolveram anticorpos neutralizantes 4.

Esse estudo confirma a transmissão entre gatos com contato direto, mesmo com eliminação de doses baixas de vírus 4. Um estudo experimental anterior já havia demonstrado que gatos podem infectar outros gatos por contato indireto 3. A dose usada para inoculação dos gatos foi de 520.000 PFU/mL 4. Os gatos inoculados passaram a eliminar o vírus a uma concentração muito mais baixa (menos de 1.000 PFU/mL). Essa dose baixa foi capaz de infectar os contactantes. No pico da excreção, os contactantes eliminaram até 31.000 PFU/mL e a eliminação do vírus ocorreu por 4 a 5 dias 4. Cargas virais desta magnitude já foram identificadas em pessoas com Covid-19. Amostras nasais de 2 dos 5 primeiros casos humanos de Covid-19 diagnosticados na Europa tiveram cargas virais de 625.000 PFU/mL em um caso e de 30.000.000 PFU/mL em outro 5. É, portanto, plausível que gatos possam ser infectados por pessoas em condições naturais. É sabido que gatos mais jovens são mais suscetíveis a infeção experimental por SARS-CoV-2 3. Até o momento, não existem dados sobre a suscetibilidade de gatos com mais de 8 meses de idade, mas é provável que eles sejam mais refratários à infecção. Essa possível maior resistência de gatos adultos ajudaria a explicar a paucidade de casos naturais em gatos.

 

Infecção natural

O vírus SARS-CoV-2 foi identificado em mais dois gatos na Europa e anticorpos foram encontrados em 3 outros gatos. No primeiro caso, um gato infectado com SARS-CoV-2 foi identificado na região de Bordeaux, França 6. Esse é o segundo gato infectado na França. O gato apresentou problemas respiratórios e foi examinado várias vezes por um médico-veterinário. A tosse persistiu apesar do tratamento. O vírus foi detectado por RT-PCR em amostra nasofaríngea e os swabs retais foram negativos. Outras análises estão em andamento para caracterizar o vírus 6,7.

O segundo caso ocorreu na região da Baviera, na Alemanha, em um de três gatos que viviam juntos em um lar de idosos 8. Um surto de Covid-19 estava ocorrendo neste lar de idosos e duas gatas e um gato tinham contato com os residentes. Apesar de nenhum dos gatos apresentar sinais clínicos, swabs de faringe foram obtidos de todos. A amostra de uma gata de 6 anos de idade foi positiva para SARS-CoV-2 na RT-PCR. Seu tutor havia morrido de Covid-19. Os outros 2 gatos foram negativos. Todos os gatos foram isolados imediatamente. Swabs de faringe foram novamente obtidos 6 dias depois. Os dois gatos negativos permaneceram negativos, enquanto a gata positiva teve o segundo resultado positivo 8. Os gatos foram isolados e até o dia 6 de maio não haviam desenvolvido sinais clínicos 8.

Foi também divulgado que anticorpos contra o SARS-CoV-2 foram detectados em três de onze gatos que viviam em uma das fazendas holandesas em que está ocorrendo um surto de Covid-19 em visons 9. Não foi possível detectar RNA viral nesses gatos. Isso significa que os três “gatos da fazenda” já tinham sido infectados e que provavelmente eliminaram o vírus 10. Não foi possível determinar como esses gatos contraíram a infecção 9. Existe a possibilidade de que os gatos tenham adquirido a infecção de pessoas ou dos visons infectados. Já era sabido que estava ocorrendo transmissão entre os visons 11. Caso os gatos tenham sido infectados pelos visons, este será o primeiro caso em que contaminação interespécie terá sido documentada entre animais domésticos.

Os casos de infecção natural em gatos onde foi detectada a presença de antígeno estão descritos na figura 1.

Cães

O que já sabíamos

 Cães jovens podem ser infectados experimentalmente por via intranasal 3:

• Cães são mais refratários à infecção que gatos;

• Não eliminaram o vírus por via orofaríngea. RNA viral foi encontrado em swabs retais;

• Vírus infectante não pode ser obtido destas amostras;

• RNA viral não foi encontrado em nenhum órgão na necropsia;

• Cães desenvolveram anticorpos neutralizantes;

• Não transmitiram a doença para outros cães.

– Infecção natural por SARS-CoV-2 foi identificada em três cães 1,2:

• Apenas um desses cães apresentou sinais respiratórios leves que não se sabe se eram decorrentes da infecção ou apenas coincidência;

• Dois cães desenvolveram anticorpos neutralizantes e em um destes cães foi possível isolar o vírus.

 

O que ocorreu na última semana

O relato dos dois casos de cães positivos para o SARS-CoV-2 em Hong Kong foi publicado esta semana 24. Foi confirmada a informação da Organização Mundial da Saúde Animal de que o teste de neutralização por redução em placa havia sido positivo 25 e que, portanto, o cão seroconverteu 24. Examinando-se as sequências virais publicadas no GenBank do National Center for Biotechnology Information (NCBI) do cão (número de acesso MT215193) e das pessoas (números de acesso: MT215194, MT215195 e MT276600), é possível confirmar que o que os autores relataram no material pré-publicado estava correto 26. A sequência do cão diferiu em três posições nucleotídicas das sequências das pessoas 26. Contrário ao especulado no material pré-publicado 26, essas diferenças não parecem ter resultado da pressão de seleção na transmissão interespécie porque elas não estão presentes na outra sequência canina disponível no GenBank (número de acesso MT270814). A conclusão final com respeito ao caso permanece: o spitz alemão teve uma infecção leve e foi infectado por uma das pessoas da casa que tinham Covid-19. Também é possível concluir que as diferenças na sequência viral excluem o cão como fonte de infecção para as pessoas da residência.

Informações adicionais sobre o segundo cão positivo para SARS-CoV-2 em Hong Kong também foram publicadas 24. O pastor alemão assintomático de 2,5 anos de idade era de uma família em que o tutor apresentou sintomas e foi diagnosticado com Covid-19 sete dias depois. O cão foi levado para quarentena no dia seguinte ao diagnóstico. O vírus foi detectado em amostras orais, nasais e retais coletadas nos dois primeiros dias. Amostras coletadas em três outras oportunidades em um período de 12 dias foram todas negativas 24O outro cão da casa foi também testado e os resultados foram negativos nas cinco ocasiões. O cão desenvolveu anticorpos neutralizantes a partir de 5 dias após o início da quarentena, com pico uma semana depois 24. As sequências do vírus do tutor e do cão foram idênticas (número de acesso no GenBank, cão: MT270814, tutor: MTZ270815) (24). Não é surpresa que no caso do pastor alemão e do spitz alemão, os vírus dos cães foram praticamente idênticos aos vírus dos tutores. As sequências virais das duas famílias foram diferentes, o que sustenta a suposição de que os cães foram infectados pelos tutores nos dois casos.

Ministério da Cultura, Natureza e Qualidade dos Alimentos da Holanda comunicou que, em 30 de abril, um bulldog americano de oito anos de idade apresentou anticorpos contra o SARS-CoV-2 9. O proprietário havia sido diagnosticado anteriormente com Covid-19. O cão apresentou problemas respiratórios e foi submetido à eutanásia devido ao agravamento do quadro 9. O vírus SARS-CoV-2 não foi encontrado nas amostras enviadas ao laboratório. É certo que o cão foi exposto ao vírus, porém não é possível dizer se os problemas respiratórios foram resultado da infecção por coronavírus 9. De acordo com a definição de casos proposta pela Organização Mundial de Saúde Animal 27, esse cão seria no máximo considerado como suspeito: o animal apresentou sinais clínicos sugestivos de infecção por SARS-CoV-2 e todas as outras etiologias diagnósticas diferenciais prováveis foram efetivamente descartadas por um veterinário. Além disso, o animal possuiu vínculo epidemiológico com um paciente humano confirmado com Covid-19, animal infectado com SARS-CoV-2 ou histórico sugestivo de caso, indicando uma exposição potencial 27.

Os casos de infecção natural em cão onde foi detectada a presença de antígeno estão descritos na figura 2.


Mustelídeos

O que já sabíamos 1,2

– Ferrets podem ser infectados experimentalmente por via intranasal 3,36,37:

• Podem desenvolver sinais clínicos ou permanecer assintomáticos;

• Eliminam o vírus por via retal e orofaríngea;

• Desenvolvem anticorpos neutralizantes;

• Infectam outros ferrets por contato direto e indireto.

– Infecção natural por SARS-CoV-2 foi identificada em visons:

• Visons podem desenvolver sinais clínicos ou ter infecção assintomática:

. Sinais respiratórios, gastrintestinais, óbito;

. Fêmeas prenhas têm risco maior.

• Surto em quatro fazendas de produção de visons:

. Morbidade e mortalidade baixas;

. Baixa da produção, perda de animais;

. Fêmeas prenhes têm risco maior;

. Transmissão entre animais.

 

O que ocorreu na última semana

Poucas informações clínicas foram liberadas esta semana pelo governo holandês com relação ao surto que está ocorrendo em visons. No momento há 5 estabelecimentos na mesma região da Holanda que apresentam casos de Covid-19 9,38. Como os visons são mantidos separados, existe pouco ou nenhum contato entre os animais 39. Desta maneira, a transmissão entre animais teria que ocorrer por via aérea como já foi demonstrado experimentalmente em ferrets 3,36,37. As investigações do surto continuam em animais doentes e nos que morreram e as autoridades sanitárias coletaram amostras de sangue dos animais saudáveis em duas ocasiões 9,38.

Os casos de infecção natural em outras espécies onde foi detectada a presença de antígeno estão descritos na figura 3.

 

Outras espécies

O que já sabíamos 1,2

As seguintes espécies podem ser infectadas experimentalmente:

– Hamster 45

Inoculados por via intranasal, desenvolvem sinais, seroconvertem e transmitem para outros hamsters

– Coelhos 46,47

Detalhes sobre o estudo ainda não estão disponíveis

– Macaco rhesus 48-52

Inoculados por via intranasal, intratraqueal, oral e ocular, desenvolvem sinais e seroconvertem

– Macaco cynomolgus 53

Inoculados por via intratraqueal e conjuntival, desenvolvem sinais e seroconvertem

As seguintes espécies não puderam ser infectadas experimentalmente por via intranasal:

– Camundongos 54

– Porcos 3

– Galinhas 3

– Patos 3

 

O que ocorreu na última semana

Em um estudo foram infectados experimentalmente macacos rhesus, macacos cynomolgus e saguis (Callithrix jacchus) 55. Como nos estudos anteriores, macacos rhesus 48-52 e macacos cynomolgus 53 desenvolveram sinais clínicos, eliminaram o vírus e seroconverteram. Os saguis foram inoculados com uma dose menor e apenas por via intranasal. Eles passaram a eliminar o vírus por via nasal, faríngea e retal, 2 dias pós-inoculação, mas não apresentaram sinais. Não foi possível determinar se os saguis desenvolveram anticorpos neutralizantes, e lesões histopatológicas leves foram encontradas nos pulmões, baço e fígado 55. Apesar das diferenças em protocolos foi possível concluir que saguis podem ser infectados, mas são mais resistentes a infecção que o macaco rhesus e o macaco cynomolgus 55.

 

Conclusões

Apesar do aparecimento de novos casos em animais, ainda não há relatos de transmissão de SARS-CoV-2 de animais domésticos para pessoas. No caso dos visons, além da transmissão entre os animais pode ter havido transmissão para alguns dos gatos da fazenda, porém os vírus circulantes nas fazendas não são compatíveis com nenhum dos vírus atualmente em circulação nas pessoas na Holanda.

No final, a conclusão final do trabalho anterior 1 ainda permanece válida: “Mesmo sabendo que gatos e furões podem infectar animais em condições laboratoriais, não temos nenhuma evidência de que cães, gatos, furões ou visons possam transmitir SARS-CoV2 a outros animais ou seres humanos fora do laboratório, seja como fonte de fômites ou eliminando o vírus.”

 

Referências

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