Edição Atual

Edição 132

janeiro/fevereiro - Ano XXIII, 2018

clínica

Autor(es): Carla Regina G. R. Santos ; Heloisa Justen Moreira de Souza, Luiza Freire de Farias, Mariana Palha de Brito Jardim, Lara Patricia Santos Carrasco, Clarissa Martins do Rio Moreira


Uso de anfotericina B por via intralesional associada ao itraconazol oral para tratamento de recidiva de esporotricose nasal em um gato – relato de caso

A esporotricose nasal é uma afecção de difícil resolução clínica, muitas vezes refratária ao tratamento e possivelmente recidivante em gatos. Neste caso, a anfotericina B foi utilizada por via intralesional em associação ao itraconazol (100 mg/gato/via oral a cada 24 horas) em felino com recidiva de esporotricose nasal. Durante o tratamento foram realizados exames laboratoriais para garantir a segurança do protocolo utilizado. O novo biomarcador para função renal SDMA IDEXX™ foi empregado antes e após o término do protocolo para monitorar a função renal. Os efeitos adversos encontrados foram edema e desconforto no local de aplicação. O tempo total de tratamento foi de três meses e não se observou efeito tóxico renal. Dessa maneira o protocolo utilizado mostrou-se eficaz e seguro no tratamento da esporotricose nasal.

Unitermos: complexo Sporothrix schenckii, zoonose, antifúngico, felino


Oncologia

Autor(es): Sayonara da Luz Ferro ; Ewerton Cardoso, Fernanda Jönck, Marta Cristina Thomas Heckler, Bruna Warmling, Mateus Rychescki


Ruptura de vesícula urinária decorrente de hemangioma em um cão – relato de caso

Hemangioma é uma neoplasia benigna originada de células endoteliais dos vasos sanguíneos, não invasiva e nem metastática. O envolvimento da vesícula urinária com neoplasias ocorre em menos de 0,5% dos cães. Os principais sinais    clínicos são hematúria, disúria, polaciúria, incontinência e obstrução urinária. O   diagnóstico  é  baseado  nos  exames  de  imagens  e  confirmado  por  exame  histopatológico. O tratamento de eleição é a ressecção cirúrgica com margens de segurança. No presente trabalho relata-se o caso de um canino, poodle, de doze anos de idade, atendido no Hospital Veterinário Florianópolis, com histórico de dor abdominal. A ultrassonografia abdominal mostrou a presença de líquido livre. Na laparotomia exploratória, percebeu-se o rompimento da vesícula urinária, com parede espessada  e  pequenas  áreas  de  necrose.  A  amostra  foi  enviada  para  análise histopatológica, e o diagnóstico foi de neoplasia vascular benigna compatível com hemangioma.

Unitermos: neoplasia, cirurgia, ressecção


Cardiologia

Autor(es): Elizabeth Regina Carvalho ; Marlos Gonçalves Sousa, Caroline Comanini Augusto, Bruno Cristian Rodrigues, Michelli Fenerich, Verônica Maria T. de C. Terrabuio, Aparecido Antonio Camacho


Hipertensão arterial pulmonar em felino com cardiomiopatia restritiva – relato de caso

A  hipertensão  arterial  pulmonar  (HAP)  nos  felinos  é  uma  desordem incomum e pouco relatada, que pode levar a insuficiência ventricular direita e morte. Na  espécie  felina,  a  HAP  foi  relatada  secundariamente  a  casos  de  dirofilariose, tromboembolismo pulmonar, e persistência do ducto arterioso. Este relato refere-se a um felino idoso com histórico de cansaço, dispneia e efusão pleural, diagnosticado por meio de ecocardiografia com cardiomiopatia restritiva e hipertensão pulmonar. A cardiomiopatia restritiva pode ter curso insidioso devido à inabilidade dos tutores para reconhecer  os  sinais  clínicos  atribuíveis  à  insuficiência  cardíaca.  Embora  pouco  relatada em felinos, é razoável que a exclusão da hipertensão arterial pulmonar faça parte  da  investigação  em  gatos  com  sinais  clínicos  de  descompensação   cardiopulmonar.

Unitermos: cardiopulmonar, dispneia, gatos


Cardiologia

Autor(es): Gustavo Soares Forlani ; Rodrigo Franco Bastos, Paulo Roberto de Sousa, Márcia de Oliveira Nobre


Cardiomiopatia hipertrófica em um gato jovem: um desafio silencioso – relato de caso

A  cardiomiopatia  hipertrófica  (CMH)  é  a  afecção  mais  prevalente  do  músculo cardíaco dos gatos, podendo ser de origem primária ou secundária a outras afecções, tais como hipertireoidismo, hipertensão arterial sistêmica ou estenose subaórtica. A CMH é caracterizada pelo espessamento da parede livre do ventrículo esquerdo e/ou do septo interventricular. Seus sinais clínicos são variáveis e podem cursar com dispneia, sopro e arritmias; podem também ser inespecíficos, ou até mesmo  estar  ausentes.  O  objetivo  deste  relato  de  caso  consiste  em alertar  os clínicos sobre a importância da investigação de alterações em parâmetros físicos como a pressão arterial sistêmica e a frequência cardíaca, considerando a CMH como um diagnóstico diferencial em gatos jovens.

Unitermos: felino, doença cardíaca, cirurgia


Medicina Veterinária do Coletivo

Autor(es): Eloisa Muehlbauer ; Mara Lucia Gravinatti, Alexander Welker Biondo, Juan Carlos Duque Moreno


Castração pediátrica: risco ou solução?

Unitermos:


Medicina Veterinária do Coletivo

Autor(es): Carina de Fátima Guimarães Dallazen ; Camila Marinelli Martins, Oswaldo Santos Baquero, Alexander Welker Biondo


Inclusão de cães e gatos no censo IBGE 2020

Unitermos:


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