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Edição N. 35

novembro/dezembro - Ano VI,2001

Ultrassonografia

Autor(es): Tilde Rodrigues Fróes ; Masao Iwasaki


Avaliação ultrassonográfica do trato gastintestinal de felinos portadores de enfermidades gastrintestinais

Foram avaliados ultra-sonograficamente 10 felinos que apresentavam um ou mais dos seguintes sinais clínicos: vômito e/ou diarréia crônicos, massa abdominal palpável e suspeita de corpo estranho gastrintestinal. O objetivo deste estudo foi descrever as características ultra-sonográficas da arquitetura e da espessura da parede e do conteúdo intraluminal dos segmentos gastrintestinais quando da existência de enfermidades. Observamos que a principal diferenciação ultra-sonográfica entre os processos neoplásicos e inflamatórios é a preservação da arquitetura das camadas da parede. Nos casos de corpo estranho linear, verificamos uma estrutura hiperecóica intraluminal e pregueamento difuso das alças intestinais. Os resultados do presente trabalho indicam que o exame ultra-sonográfico é um método não invasivo indicado para a avaliação do trato gastrintestinal de felinos com desordens gastrintestinais.

Unitermos: Felinos, ultra-sonografia, trato gastrintestinal, doenças


Radiologia

Autor(es): Maria Cristina F. N. Soares Hage ; Masao Iwasaki


Contribuição ao estudo radiográfico das rupturas diafragmáticas em cães e gatos

Neste estudo foram analisadas radiografias simples e contrastadas de animais das espécies canina e felina com diagnóstico radiográfico de ruptura diafragmática, encaminhados ao Serviço de Radiologia do Hospital Veterinário da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo, no período de janeiro de 1979 a dezembro de 1998. Desses exames foram obtidas informações referentes a: espécie, sexo, idade, raça, alterações radiográficas em cavidade torácica, realização de exames contrastados, alterações radiográficas não torácicas e no pós-operatório. As rupturas diafragmáticas foram mais freqüentes nos animais da espécie felina sem raça definida, machos e com menos de um ano de idade. Os sinais radiográficos mais freqüentes foram: alterações em relação à linha diafragmática, colapso pulmonar, alterações em relação à silhueta cardíaca e órgãos abdominais deslocados para o interior da cavidade torácica.

Unitermos: "radiografia hérnia diafragma ruptura cães gatos"


Radiologia

Autor(es): Maria Cristina F. N. Soares Hage ; Masao Iwasaki


Contribuição ao estudo radiográfico das hérnias peritônio-pericárdicas

"No presente estudo foram analisadas radiografias de nove animais das espécies canina e felina com diagnóstico radiográfico de hérnia peritônio-pericárdica, encaminhados ao serviço de Radiologia do Hospital Veterinário da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo no período de janeiro de 1979 a dezembro de 1998, para: obter informações quanto à freqüência dessa anomalia avaliar sua distribuição quanto às variáveis espécie, raça, idade e sexo estudar as alterações radiográficas e comparar os resultados encontrados com a literatura pertinente. Os cães foram os mais afetados pela hérnia peritônio-pericárdica nessa espécie, a idade de incidência variou de um mês a 10 anos, e não houve predileção por sexo ou raça. As alterações radiográficas mais freqüentes foram: aumento global da silhueta cardíaca, coalescência entre o ápice cardíaco e a cúpula diafragmática, e diferentes radiopacidades (ar, água, gordura, óssea) superpostas à silhueta cardíaca."

Unitermos: Radiografia, hérnia, diafragma, peritônio-pericárdica, cães,gatos


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