Edições Anteriores

Edição N. 33

julho/agosto - Ano VI,2001

Cirurgia

Autor(es): Roberto Alexandre Sassaki ; Edson Luís Sassaki, Mário Sérgio Sassaki


Desvio portossistêmico congênito simples extra-hepático: correção com constritor ameróide - relato de caso

"O desvio portossistêmico congênito simples extra-hepático é pouco relatado na literatura brasileira, provavelmente devido à baixa casuística e aos sintomas inespecíficos que apresenta entre esses sintomas podem ser citados os distúrbios gastroentéricos, urológicos e neurológicos. O caso relatado neste trabalho é o de uma cadela da raça poodle, de 3 meses de idade, que apresentava distúrbio neurológico, acompanhado de hipostenúria e cristalúria de biurato de amônio, o que caracterizou a encefalopatia hepática. Após o tratamento com lactulose, metronidazol e dieta hipoprotéica o quadro foi estabilizado, permitindo a realização do tratamento cirúrgico, no qual foi utilizado um constritor ameróide para a oclusão gradativa do desvio. Não houve complicações pós-operatórias, e a medicação anterior foi suspensa após cerca de 15 dias. O emprego do constritor ameróide mostrou-se eficaz na resolução do desvio e nas suas conseqüências."

Unitermos: Desvio portossistêmico, encefalopatia hepática, constritor


Cirurgia

Autor(es): Ana Luiza Chierichetti ; José de Alvarenga, Claudio Ronaldo Pedro, Angelo João Stopliglia


Ruptura de ligamento cruzado cranial. Estudo comparativo da técnica extra-articular com enxerto autógeno de fáscia lata com e sem artrotomia exploratória

A ruptura do ligamento cruzado cranial (RLCC) é uma das lesões mais comuns nos membros pélvicos dos cães e a maior causa de afecção articular degenerativa do joelho. Existem mais de 40 técnicas cirúrgicas para correção da RLCC, porém seus resultados são controvertidos. O presente estudo utilizou 20 cães portadores de RLCC com peso de até 20 quilogramas: dez deles foram submetidos a estabilização extra-articular com enxerto de fáscia lata e artrotomia exploratória, e dez foram submetidos à mesma técnica, porém sem artrotomia exploratória. Os cães foram avaliados no período pós-operatório (PO) aos 2, 7, 15, 30, 60 e 90 dias, quanto ao grau de claudicação, qualidade do apoio, atrofia muscular, instabilidade articular, crepitação, sensibilidade à palpação e espessamento periarticular. Aos 90 dias PO os animais foram radiografados para verificar o grau de degeneração articular. Estes dados foram analisados estatisticamente, com o objetivo de avaliar a necessidade ou não da artrotomia exploratória na correção cirúrgica extra-articular das RLCC. A técnica realizada sem artrotomia exploratória mostrou-se mais eficiente, clínica e estatisticamente, que a técnica que utilizou artrotomia. Portanto, a correção cirúrgica extra-articular da RLCC sem artrotomia exploratória oferece melhores resultados PO que a técnica com artrotomia em cães que pesam menos de 20 quilogramas.

Unitermos: Cirurgia, ligamento cruzado, cão


Radiologia

Autor(es): Janis Regina Messias Gonzalez ; Masao Iwasaki


Estudo radiográfico de afecções esofágicas em cães

Foram analisadas radiografias simples e/ou contrastadas de 847 cães, machos e fêmeas, de raças e idades variadas, portadores de afecções esofágicas que, no período de 1970 a 1990, foram encaminhados ao Serviço de Radiologia da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo. Foram estudadas as diferentes alterações esofágicas e suas respectivas distribuições por raça, por sexo e por idade. O megaesôfago e os corpos estranhos foram as alterações mais freqüentemente encontradas, seguidas pelas anomalias vasculares anelares e as massas esofágicas. O megaesôfago e as anomalias vasculares anelares foram mais freqüentes em cães de raças puras. Os corpos estranhos e o megaesôfago foram observados em todas as idades. Foram constatados apenas dois casos de perfuração esofágica e um caso de divertículo esofágico.

Unitermos: Radiografia, cães, afecção esofágica


Nefrologia

Autor(es): Bruna Maria Pereira Coelho ; Júlia Yuzuki Habu Ikesaki, Denise Maria Nunes Simões, Luciane Maria Kanayama, José Luis Guerra, Márcia Mery Kogika


Insuficiência renal crônica em cães jovens: estudo clínico de 25 casos

A insuficiência renal crônica (IRC) ocorre com menor freqüência em cães jovens e a manifestação clínica geralmente é inespecífica, dificultando o diagnóstico precoce. O presente estudo teve como objetivo avaliar as alterações clínico-laboratoriais da IRC, e as raças e idades mais acometidas por essa afecção em cães jovens. As idades dos cães variaram entre 3 meses e 3 anos, e a maioria dos portadores da moléstia eram de raça definida. As principais alterações observadas foram hiperazotemia, hiperfosfatemia, isostenúria, anemia não regenerativa, prostração, desidratação, poliúria, polidipsia, diminuição do apetite e emese. Assim, os dados apresentados apontam a ocorrência de IRC também em cães jovens.

Unitermos: Cães, insuficiência renal, nefropatia


Cinofilia

Autor(es):


"Normas para utilização de biotecnologias da reprodução e de material genético na espécie canina estabelecimento, fiscalização e controle de bancos de material genético importação e exportação de material genético"

"Normas para utilização de biotecnologias da reprodução e de material genético na espécie canina estabelecimento, fiscalização e controle de bancos de material genético importação e exportação de material genético"

Unitermos:


Botão Edições anteriores