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Edição N. 22

setembro/outubro - Ano IV,1999

Ortopedia

Autor(es): Ana Luiza Chierichetti ; José de Alvarenga


Afecção degenerativa do disco intervertebral tóraco-lombar - revisão

A afecção degenerativa do disco intervertebral, conhecida como hérnia de disco, é a causa mais comum das síndromes neurológicas em cães. A hérnia de disco pode ser classificada como Hansen tipo I (extrusão), ou Hansen tipo II (protrusão). As lesões causadas por estes tipos de herniações podem ser crônicas, nas quais há adaptação da medula e os sinais clínicos são gradativos, ou agudas, nas quais não ocorre adaptação medular, e a sintomatologia aparece rapidamente. Na DDIV observam-se paresia, ataxia, hiper-reflexia nos membros pélvicos e diminuição ou ausência dos reflexos de dor superficial e profunda. O diagnóstico pode ser feito a partir da história clínica, exame neurológico, radiografias simples e contrastadas (mielografia) da medula espinhal, tomografia computadorizada e ressonância magnética. O tratamento conservador é feito com repouso absoluto, com ou sem a administração de antiinflamatórios. No tratamento cirúrgico pode-se optar pelas técnicas de hemilaminectomia, laminectomia dorsal, mini-hemilaminectomia, pediculectomia e fenestração do disco intervertebral. Cães com evolução aguda da afecção apresentam prognóstico reservado, enquanto que cães com evolução crônica têm prognóstico favorável. Pacientes com perda da dor profunda por 24 a 48 horas têm prognóstico ruim.

Unitermos: Degeneração disco intervertebral, hérnia de disco, tóraco-lombar, cães


Ortopedia

Autor(es): Vanja de Andrade Gueiros ; Andréa Pacheco Batista Borges


Fixação esquelética externa e sua aplicação em pequenos animais

A fixação esquelética externa, também conhecida como fixação percutânea, é a estabilização de fraturas ou articulações por meio de pinos fixadores percutâneos que penetram nas duas corticais ósseas e são conectados através de uma barra metálica ou por meio de resina acrílica auto-polimerizável, formando uma estrutura externa rígida. A aplicação da fixação externa como método ortopédico para tratamento de fraturas deve se ajustar aos princípios fundamentais de ortopedia, estabelecidos para qualquer sistema de fixação óssea. Ela tem uma grande variedade de aplicações e o seu sucesso depende da observação de tais princípios. Pode ser aplicada com pequeno dano à vascularização e ao processo de consolidação e pode ser feita através de redução fechada da fratura, minimizando os danos aos tecidos moles, por não alterar o sítio da fratura. O presente trabalho tem por objetivo apresentar uma revisão sobre os aparelhos de fixação esquelética externa, seus componentes, os principais tipos, as indicações e os princípios de aplicação, bem como suas vantagens.

Unitermos: Fixação externa, cães, aplicação


Cirurgia

Autor(es): Paula Licia Jovino Oliveira


Uretrostomia perineal em felinos

A obstrução uretral é um achado freqüente em felinos portadores de doença do trato urinário inferior. Pode ocorrer também como seqüela de outras afecções, tais como trauma, estenose ou neoplasia. A impossibilidade de desobstrução urinária através de procedimentos clínicos (cateterização uretral) ou as recidivas freqüentes de obstrução uretral a despeito do tratamento médico adequado são um desafio para o clínico, levando à indicação de uretrostomia. O presente artigo tem como objetivo a descrição da uretrostomia perineal pela técnica de Wilson modificada, bem como das complicações a ela associadas. Tais conceitos são importantes para o médico veterinário, uma vez que a obstrução uretral é um achado relativamente comum entre nossos pacientes, e a cirurgia muitas vezes tem que ser realizada em caráter emergencial.

Unitermos: Obstrução uretral, doença do trato urinário inferior, felinos, uretrostomia perineal, técnica de Wilson modificada


Ortopedia

Autor(es): Ana Luiza Chierichetti ; José de Alvarenga


Afecção degenerativa do disco intervertebral tóraco-lombar - revisão

A afecção degenerativa do disco intervertebral, conhecida como hérnia de disco, é a causa mais comum das síndromes neurológicas em cães. A hérnia de disco pode ser classificada como Hansen tipo I (extrusão), ou Hansen tipo II (protrusão). As lesões causadas por estes tipos de herniações podem ser crônicas, nas quais há adaptação da medula e os sinais clínicos são gradativos, ou agudas, nas quais não ocorre adaptação medular, e a sintomatologia aparece rapidamente. Na DDIV observam-se paresia, ataxia, hiper-reflexia nos membros pélvicos e diminuição ou ausência dos reflexos de dor superficial e profunda. O diagnóstico pode ser feito a partir da história clínica, exame neurológico, radiografias simples e contrastadas (mielografia) da medula espinhal, tomografia computadorizada e ressonância magnética. O tratamento conservador é feito com repouso absoluto, com ou sem a administração de antiinflamatórios. No tratamento cirúrgico pode-se optar pelas técnicas de hemilaminectomia, laminectomia dorsal, mini-hemilaminectomia, pediculectomia e fenestração do disco intervertebral. Cães com evolução aguda da afecção apresentam prognóstico reservado, enquanto que cães com evolução crônica têm prognóstico favorável. Pacientes com perda da dor profunda por 24 a 48 horas têm prognóstico ruim.

Unitermos: Degeneração disco intervertebral, hérnia de disco, tóraco-lombar, cães


Ortopedia

Autor(es): Vanja de Andrade Gueiros ; Andréa Pacheco Batista Borges


Fixação esquelética externa e sua aplicação em pequenos animais

A fixação esquelética externa, também conhecida como fixação percutânea, é a estabilização de fraturas ou articulações por meio de pinos fixadores percutâneos que penetram nas duas corticais ósseas e são conectados através de uma barra metálica ou por meio de resina acrílica auto-polimerizável, formando uma estrutura externa rígida. A aplicação da fixação externa como método ortopédico para tratamento de fraturas deve se ajustar aos princípios fundamentais de ortopedia, estabelecidos para qualquer sistema de fixação óssea. Ela tem uma grande variedade de aplicações e o seu sucesso depende da observação de tais princípios. Pode ser aplicada com pequeno dano à vascularização e ao processo de consolidação e pode ser feita através de redução fechada da fratura, minimizando os danos aos tecidos moles, por não alterar o sítio da fratura. O presente trabalho tem por objetivo apresentar uma revisão sobre os aparelhos de fixação esquelética externa, seus componentes, os principais tipos, as indicações e os princípios de aplicação, bem como suas vantagens.

Unitermos: Fixação externa, cães, aplicação


Cirurgia

Autor(es): Paula Licia Jovino Oliveira


Uretrostomia perineal em felinos

A obstrução uretral é um achado freqüente em felinos portadores de doença do trato urinário inferior. Pode ocorrer também como seqüela de outras afecções, tais como trauma, estenose ou neoplasia. A impossibilidade de desobstrução urinária através de procedimentos clínicos (cateterização uretral) ou as recidivas freqüentes de obstrução uretral a despeito do tratamento médico adequado são um desafio para o clínico, levando à indicação de uretrostomia. O presente artigo tem como objetivo a descrição da uretrostomia perineal pela técnica de Wilson modificada, bem como das complicações a ela associadas. Tais conceitos são importantes para o médico veterinário, uma vez que a obstrução uretral é um achado relativamente comum entre nossos pacientes, e a cirurgia muitas vezes tem que ser realizada em caráter emergencial.

Unitermos: Obstrução uretral, doença do trato urinário inferior, felinos, uretrostomia perineal, técnica de Wilson modificada


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