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Edição N. 23

novembro/dezembro - Ano IV,1999

Neurologia

Autor(es): Monica Vicky Bahr Arias ; Otávio Pedro Neto


Emprego do fenobarbital no controle da epilepsia canina - revisão

Um dos problemas mais comuns no tratamento da epilepsia canina é o uso inadequado de anticonvulsivantes para esta espécie. Alguns fármacos utilizados em seres humanos são metabolizados tão rapidamente pelos cães que a concentração sérica terapêutica não pode ser alcançada. Poucas medicações eficazes em seres humanos podem ser usadas em cães, sendo o fenobarbital o mais indicado. O problema mais comum decorrente do uso de fenobarbital é a subdose, que ocorre pelo receio de causar efeitos colaterais como sedação e hepatotoxicidade. Esta apresentação revisa a farmacocinética do fenobarbital, o seu uso correto e a importância da mensuração da concentração sérica para determinação da dose eficaz, auxiliando o veterinário no emprego desta medicação antiga, porém segura e eficaz no tratamento da epilepsia canina.

Unitermos: Cães, sistema nervoso, fenobarbital, epilepsia


Doenças infecciosas

Autor(es): Nádia Regina Pereira Almosny ; Carlos Luiz Massard


Erliquiose felina - revisão

Tem sido relatada a ocorrência de mórulas características do gênero Ehrlichia em leucócitos e plaquetas de felinos que apresentavam febre e prostração. Inoculação intravenosa de sangue de cão portador de Ehrlichia canis causou anemia, plaquetopenia cíclica, leucopenia, aumento da atividade sérica das transaminases e fosfatase alcalina, hipoalbuminemia, hiperfibrinogenemia, e elevação dos níveis séricos de uréia e creatinina. A observação de inclusões citoplasmáticas em monócitos, linfócitos, neutrófilos, e raramente em plaquetas, é método eficiente para o diagnóstico da Erliquiose felina, principalmente se os animais respondem ao tratamento clínico. A sorologia para E. canis e E. risticii tem revelado animais soropositivos para ambas, sendo necessário atentar para a ocorrência de reação cruzada entre as espécies do gênero Erlichia. A tetraciclina e a doxiciclina têm sido largamente utilizadas no tratamento da erliquiose.

Unitermos: Erliquiose, felinos, diagnóstico, anemia


Clínica médica

Autor(es): Roberto Lopes de Souza ; Alceu Gaspar Raiser, Luciana Dambrósio Guimarães, Marilaine Vistué Rios, Luciana Araújo, Alessandro de Moraes Leottee, Christian Wilke Hintze


Precursores de glicosaminoglicanos na reparação articular após trauma iatrogênico no joelho de cães

A ação de precursores dos GAGs foi avaliada na regeneração de lesões iatrogênicas realizadas sob a forma de trocleoplastia articular pela técnica de abrasão. Foram utilizados 24 cães adultos, saudáveis, separados em quatro grupos de seis. Os cães dos grupos I e II receberam um tratamento com precursores dos GAGs administrados por via oral, por um período de 60 (grupo I) e 90 dias (grupo II). Os cães dos grupos III e IV foram submetidos apenas à intervenção cirúrgica e considerados testemunha por 60 e 90 dias. Os animais foram avaliados clinicamente, quanto ao uso funcional do membro e grau de claudicação, e submetidos a avaliações macro e microscópica pós-morte. Nos cães tratados foi evidenciada a formação de tecido cicatricial liso, branco-acinzentado recobrindo o local da lesão, que se caracterizou por fibrocartilagem em estágio de evolução mais organizado que naqueles do grupo testemunha.

Unitermos: Cirurgia, sulcoplastia articular, cartilagem, glicosaminoglicanos.


Oncologia

Autor(es): Victor Castillo ; Guillermo Casas


Uso de diasóxido como alternativa terapêutica em insulinoma não cirúrgico: relato de caso em cão

O insulinoma é, depois do adenoma adrenal, a neoplasia endócrina mais freqüente em cães. O sinal clínico cardinal é o quadro convulsivo devido à hipoglicemia severa. Apresentou-se um cão com diagnóstico suspeitoso de insulinoma, confirmado pela insulinemia em relação à glicose corrigida. Foi tratado com prednisona até a cirurgia. A extirpação cirúrgica não foi possível, pois o proprietário não a autorizou. Indicou-se como tratamento o diasóxido (droga que inibe a liberação de insulina), fazendo-se controles mensais de glicemia e insulinemia. O diasóxido mostrou-se eficaz para manter a normoglicemia sem os efeitos colaterais dos corticóides nesse paciente.

Unitermos: Insulinoma, diasóxido, glicemia


Neurologia

Autor(es): Monica Vicky Bahr Arias ; Otávio Pedro Neto


Emprego do fenobarbital no controle da epilepsia canina - revisão

Um dos problemas mais comuns no tratamento da epilepsia canina é o uso inadequado de anticonvulsivantes para esta espécie. Alguns fármacos utilizados em seres humanos são metabolizados tão rapidamente pelos cães que a concentração sérica terapêutica não pode ser alcançada. Poucas medicações eficazes em seres humanos podem ser usadas em cães, sendo o fenobarbital o mais indicado. O problema mais comum decorrente do uso de fenobarbital é a subdose, que ocorre pelo receio de causar efeitos colaterais como sedação e hepatotoxicidade. Esta apresentação revisa a farmacocinética do fenobarbital, o seu uso correto e a importância da mensuração da concentração sérica para determinação da dose eficaz, auxiliando o veterinário no emprego desta medicação antiga, porém segura e eficaz no tratamento da epilepsia canina.

Unitermos: Cães, sistema nervoso, fenobarbital, epilepsia


Doenças infecciosas

Autor(es): Nádia Regina Pereira Almosny ; Carlos Luiz Massard


Erliquiose felina - revisão

Tem sido relatada a ocorrência de mórulas características do gênero Ehrlichia em leucócitos e plaquetas de felinos que apresentavam febre e prostração. Inoculação intravenosa de sangue de cão portador de Ehrlichia canis causou anemia, plaquetopenia cíclica, leucopenia, aumento da atividade sérica das transaminases e fosfatase alcalina, hipoalbuminemia, hiperfibrinogenemia, e elevação dos níveis séricos de uréia e creatinina. A observação de inclusões citoplasmáticas em monócitos, linfócitos, neutrófilos, e raramente em plaquetas, é método eficiente para o diagnóstico da Erliquiose felina, principalmente se os animais respondem ao tratamento clínico. A sorologia para E. canis e E. risticii tem revelado animais soropositivos para ambas, sendo necessário atentar para a ocorrência de reação cruzada entre as espécies do gênero Erlichia. A tetraciclina e a doxiciclina têm sido largamente utilizadas no tratamento da erliquiose.

Unitermos: Erliquiose, felinos, diagnóstico, anemia


Clínica médica

Autor(es): Roberto Lopes de Souza ; Alceu Gaspar Raiser, Luciana Dambrósio Guimarães, Marilaine Vistué Rios, Luciana Araújo, Alessandro de Moraes Leottee, Christian Wilke Hintze


Precursores de glicosaminoglicanos na reparação articular após trauma iatrogênico no joelho de cães

A ação de precursores dos GAGs foi avaliada na regeneração de lesões iatrogênicas realizadas sob a forma de trocleoplastia articular pela técnica de abrasão. Foram utilizados 24 cães adultos, saudáveis, separados em quatro grupos de seis. Os cães dos grupos I e II receberam um tratamento com precursores dos GAGs administrados por via oral, por um período de 60 (grupo I) e 90 dias (grupo II). Os cães dos grupos III e IV foram submetidos apenas à intervenção cirúrgica e considerados testemunha por 60 e 90 dias. Os animais foram avaliados clinicamente, quanto ao uso funcional do membro e grau de claudicação, e submetidos a avaliações macro e microscópica pós-morte. Nos cães tratados foi evidenciada a formação de tecido cicatricial liso, branco-acinzentado recobrindo o local da lesão, que se caracterizou por fibrocartilagem em estágio de evolução mais organizado que naqueles do grupo testemunha.

Unitermos: Cirurgia, sulcoplastia articular, cartilagem, glicosaminoglicanos.


Oncologia

Autor(es): Victor Castillo ; Guillermo Casas


Uso de diasóxido como alternativa terapêutica em insulinoma não cirúrgico: relato de caso em cão

O insulinoma é, depois do adenoma adrenal, a neoplasia endócrina mais freqüente em cães. O sinal clínico cardinal é o quadro convulsivo devido à hipoglicemia severa. Apresentou-se um cão com diagnóstico suspeitoso de insulinoma, confirmado pela insulinemia em relação à glicose corrigida. Foi tratado com prednisona até a cirurgia. A extirpação cirúrgica não foi possível, pois o proprietário não a autorizou. Indicou-se como tratamento o diasóxido (droga que inibe a liberação de insulina), fazendo-se controles mensais de glicemia e insulinemia. O diasóxido mostrou-se eficaz para manter a normoglicemia sem os efeitos colaterais dos corticóides nesse paciente.

Unitermos: Insulinoma, diasóxido, glicemia


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