Edições Anteriores

Edição N. 21

julho/agosto - Ano IV,1999

Dermatologia

Autor(es): Marconi Rodrigues de Farias ; Renato dos Santos Costa, Sônia Regina V. S. Franco, Noeme Sousa Rocha, Mariângela E. A. Marques, Ana Paula Inoe


Paniculite nodular estéril idiopática canina: relato de caso e revisão de literatura

O termo paniculite refere-se a uma reação inflamatória envolvendo o tecido adiposo subcutâneo. Causas multifatoriais de paniculite têm sido descritas em cães, gatos e seres humanos, como processos infecciosos, imunomediados, físico-químicos, medicamentosos, neoplásicos, nutricionais, inflamação pancreática e enteropatias. A paniculite nodular estéril idiopática (P.N.E.I.) é uma desordem inflamatória do panículo adiposo, de etiologia desconhecida, caracterizada por lesões nodulares, subcutâneas, ulceradas, exsudativas, de consistência e tamanho variáveis. Embora incomum, é freqüentemente mal diagnosticada como neoplasia, cisto, granuloma de corpo estranho ou infeccioso, podendo sua ocorrência estar subestimada. Este artigo visa relatar um caso de P.N.E.I. canina e revisar os aspectos epidemiológicos, clínicos e terapêuticos dessa patologia descritos em literatura.

Unitermos: Desordens do tecido adiposo, paniculite, cães


Oftalmologia

Autor(es): Alexandre Mazzanti ; Alceu Gaspar Raiser, Ney Luis Pippi, Cinthia Melazzo de Andrade


Uveíte anterior

Devido à freqüência de patologias oculares que envolvem o trato uveal, procurou-se abordar os aspectos anatômicos, etiológicos, a patogenia, os diagnósticos, o tratamento e as complicações da uveíte anterior que geralmente são observados nas espécies domésticas. A úvea corresponde à camada vascular do olho e é constituída pela íris, corpo ciliar e coróide. Dentre suas funções, apresenta comportamento semelhante ao de um linfonodo, com produção de anticorpos específicos para o olho, de antígenos recidivantes de outras partes do organismo. Os sinais de uveíte anterior são variados e podem atingir outras estruturas do olho, como a córnea. O diagnóstico precoce e o tratamento agressivo da uveíte anterior são essenciais para evitar o comprometimento permanente da visão do animal.

Unitermos: Úvea, globo ocular, uveíte, inflamação, clínica.


Clínica cirúrgica

Autor(es): Renata de Castro M. Barros


Quilotórax em gatos - revisão

O quilotórax é uma afecção severa na qual ocorre o derramamento de quilo para o espaço pleural. A perda de quilo para o espaço pleural confere ao animal enfermo um intenso estado de debilidade, pois o fluido quiloso é rico em proteínas, gorduras e linfócitos. A dispnéia inspiratória é o sintoma mais observado em gatos com quilotórax, porém em alguns animais é somente observada uma tosse de caráter crônico. O diagnóstico presuntivo é realizado através do estudo radiográfico e ultra-sonográfico da cavidade torácica, sendo confirmado por toracocentese e análise do fluido obtido. A concentração de triglicerídeos na efusão quilosa é maior do que no soro sanguíneo. O tratamento clínico visa o alívio à dispnéia através de toracocentese, reposição nutricional através do fornecimento de uma dieta adequada e, principalmente, terapia da etiologia primária. Nos animais com quilotórax de origem idiopática ou que não respondem ao tratamento clínico com sucesso é indicado o tratamento cirúrgico.

Unitermos: Quilotórax, gatos, clínico, cirúrgico


Dermatologia

Autor(es): Marconi Rodrigues de Farias ; Renato dos Santos Costa, Sônia Regina V. S. Franco, Noeme Sousa Rocha, Mariângela E. A. Marques, Ana Paula Inoe


Paniculite nodular estéril idiopática canina: relato de caso e revisão de literatura

O termo paniculite refere-se a uma reação inflamatória envolvendo o tecido adiposo subcutâneo. Causas multifatoriais de paniculite têm sido descritas em cães, gatos e seres humanos, como processos infecciosos, imunomediados, físico-químicos, medicamentosos, neoplásicos, nutricionais, inflamação pancreática e enteropatias. A paniculite nodular estéril idiopática (P.N.E.I.) é uma desordem inflamatória do panículo adiposo, de etiologia desconhecida, caracterizada por lesões nodulares, subcutâneas, ulceradas, exsudativas, de consistência e tamanho variáveis. Embora incomum, é freqüentemente mal diagnosticada como neoplasia, cisto, granuloma de corpo estranho ou infeccioso, podendo sua ocorrência estar subestimada. Este artigo visa relatar um caso de P.N.E.I. canina e revisar os aspectos epidemiológicos, clínicos e terapêuticos dessa patologia descritos em literatura.

Unitermos: Desordens do tecido adiposo, paniculite, cães


Oftalmologia

Autor(es): Alexandre Mazzanti ; Alceu Gaspar Raiser, Ney Luis Pippi, Cinthia Melazzo de Andrade


Uveíte anterior

Devido à freqüência de patologias oculares que envolvem o trato uveal, procurou-se abordar os aspectos anatômicos, etiológicos, a patogenia, os diagnósticos, o tratamento e as complicações da uveíte anterior que geralmente são observados nas espécies domésticas. A úvea corresponde à camada vascular do olho e é constituída pela íris, corpo ciliar e coróide. Dentre suas funções, apresenta comportamento semelhante ao de um linfonodo, com produção de anticorpos específicos para o olho, de antígenos recidivantes de outras partes do organismo. Os sinais de uveíte anterior são variados e podem atingir outras estruturas do olho, como a córnea. O diagnóstico precoce e o tratamento agressivo da uveíte anterior são essenciais para evitar o comprometimento permanente da visão do animal.

Unitermos: Úvea, globo ocular, uveíte, inflamação, clínica.


Clínica cirúrgica

Autor(es): Renata de Castro M. Barros


Quilotórax em gatos - revisão

O quilotórax é uma afecção severa na qual ocorre o derramamento de quilo para o espaço pleural. A perda de quilo para o espaço pleural confere ao animal enfermo um intenso estado de debilidade, pois o fluido quiloso é rico em proteínas, gorduras e linfócitos. A dispnéia inspiratória é o sintoma mais observado em gatos com quilotórax, porém em alguns animais é somente observada uma tosse de caráter crônico. O diagnóstico presuntivo é realizado através do estudo radiográfico e ultra-sonográfico da cavidade torácica, sendo confirmado por toracocentese e análise do fluido obtido. A concentração de triglicerídeos na efusão quilosa é maior do que no soro sanguíneo. O tratamento clínico visa o alívio à dispnéia através de toracocentese, reposição nutricional através do fornecimento de uma dieta adequada e, principalmente, terapia da etiologia primária. Nos animais com quilotórax de origem idiopática ou que não respondem ao tratamento clínico com sucesso é indicado o tratamento cirúrgico.

Unitermos: Quilotórax, gatos, clínico, cirúrgico


Botão Edições anteriores