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Proibição do uso prejudicial de animais no ensino

Considerando que:

  • Os animais são seres sencientes e estão sujeitos a danos e sofrimento na prática do uso prejudicial no ensino;
  • O uso prejudicial de animais no ensino acarreta danos psicológicos aos estudantes e desengajamento moral, formando profissionais menos empáticos;
  • Há inúmeras evidencias científicas que comprovam que os métodos alternativos são superiores ou equivalentes em termos de aprendizagem;
  • É uma tendência mundial a abolição do uso prejudicial de animais no ensino;
  • Normativas vigentes proíbem o uso de animais quando houver métodos alternativos;

Os participantes do SIMPÓSIO DE MÉTODOS ALTERNATIVOS AO USO DE ANIMAIS NO ENSINO, realizado pelo Conselho Nacional de Controle da Experimentação Animal (CONCEA) do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTI), nos dias 5 e 6 de outubro de 2016, no auditório da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, declararam apoio à proibição do uso prejudicial de animais no ensino e requerem ao CONCEA normativas relativas a mesma.

Na ocasião, a Rede de Educação Humanitária (RedEH – http://www.instituto1r.org/redeh), idealizada pelo Instituto 1R, manifestou-se publicamente durante o evento e formalizou solicitação ao CONCEA. Clique aqui e confira a íntegra do documento.

Manifeste-se! Envie um email para o CONCEA pedindo pela proibição do uso prejudicial de animais no ensino: ouvidoria@mct.gov.br

Veja também o artigo “O uso de animais no ensino” publicado na revista Clínica Veterinária n. 118

Instruções aos autores para envio de artigos científicos: clique aqui