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Leishmaniose visceral – tratamento canino

Milteforan é o nome comercial do medicamento para tratamento da leishmaniose visceral canina. Criteriosa pesquisa no Brasil testou com êxito a excelente tecnologia francesa da Virbac. No dia 6 de dezembro de 2016 já está programada a primeira palestra de lançamento!

O Milteforan, foi aprovado tanto pelo Mi­nis­tério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) quan­to pelo Ministério da Saúde (MS). Isso consta expressamente em um documento assinado em conjunto por ambos os ministérios.  O médico veterinário  Valdir Avino, gerente de assuntos regulatórios da Virbac acreditou e empenhou-se nesse projeto desde 2010. Acesse o documento que dispõe sobre o registro do Milteforan.  

Veja mais sobre o assunto na revista Clínica Veterinária n. 125, novembro-dezembro, 2016, Ano XXI – https://issuu.com/clinicavet/docs/clinica-veterinaria-125/34

É fundamental que todo cão a ser tratado seja avaliado e monitorado por um médico veterinário preparado para lidar com essa enfermidade.

Membros da equipe da Virbac do Brasil e especialistas envolvidos na pesquisa que envolveu o registro do Milteforan no Brasil, medicamento específico para o tratamento canino contra a leishmaniose visceral
Membros da equipe da Virbac do Brasil e especialistas envolvidos na pesquisa que envolveu o registro do Milteforan no Brasi, medicamento específico para o tratamento canino contra a leishmaniose viscerall. No centro, O médico veterinário Valdir Avino, gerente de assuntos regulatórios da Virbac

 

Acervo digital – Confira no acervo digital da revista Clínica Veterinária artigos que envolvem o diagnóstico, a prevenção e o tratamento canino da leishmaniose visceral :

• Análise do diagnóstico da leishmaniose visceral canina no Brasil, com ênfase no uso dos métodos sorológicos: teste imunocromatográfico, ELISA e reação de imunofluorescência indireta – revisão de literatura
Clínica Veterinária, n. 123;

• Leishmaniose felina – revisão de literatura
Clínica Veterinária, n. 122;

• Alterações bioquímicas e hematológicas em cães naturalmente infectados por Leishmania (infantum) chagasi
Clínica Veterinária, n. 116;

• Colonoscopia no diagnóstico de leishmaniose visceral canina – revisão de literatura
Clínica Veterinária, n. 102;

• Leishmaniose visceral canina em Cachoeiras de Macacu, RJ – relato de caso
Clínica Veterinária, n. 95;

• Leishmaniose em felino na zona urbana de Araçatuba, SP – relato de caso
Clínica Veterinária, n. 76;

• Leishmaniose tegumentar americana em felino doméstico no município do Rio de Janeiro, Brasil – relato de caso, Clínica Veterinária, n. 74;

• Métodos de diagnóstico da leishmaniose visceral canina
Clínica Veterinária, n. 71;

• Leishmaniose visceral canina: aspectos de tratamento e controle
Clínica Veterinária, n. 71;

• Métodos de diagnóstico por imagem na avaliação de rins de pequenos animais – revisão
Clínica Veterinária, n. 70;

• Principais dermatoses zoonóticas de cães e gatos
Clínica Veterinária, n. 69.

Clínica Veterinária – revista de educação continuada para clínicos veterinários de pequenos animais indexada no Web of Science – Zoological Records, Latindex e CAB Abstracts. Classificação Qualis: B4

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Proibição da eutanásia em cães com leishmaniose

A proibição da eutanásia em cães com leishmaniose

Desde junho de 2015 os órgãos públicos de Campo Grande, MS, estão impedidos de utilizar a eutanásia nos cães com leishmaniose como meio de controle da enfermidade.

A determinação é da 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), que deu provimento a agravo de instrumento interposto pela organização não governamental (ONG) Sociedade de Proteção e Bem-Estar Animal – Abrigo dos Bichos.

“Os órgãos públicos não podem proibir especialmente por meio de atos normativos inferiores à lei em sentido formal que os donos dos animais e os médicos veterinários procurem tratar os animais doentes, antes de optarem pela irreversibilidade do sacrifício do animal”, destacou o desembargador federal relator Johonsom di Salvo. “A ação do poder público incompetente para evitar a prolife-ração do lixo onde viceja o mosquito vetor da doença não impede que o proprietário ou um terceiro tratem do animal, o que pode ser feito com medicação relativamente barata (alopurinol, cetoconazol, levamizol, vitamina A, zinco, aspartato de L-arginina e prednisona), sem que se precise recorrer a uma medicação específica para os ani- mais (glucantime), que, no Brasil, é proibida, enquanto no mundo civilizado (Espanha, França, Itália e Alemanha) está à venda para o tratamento dos animais”, argumentou o desembargador. Acrescenta também que…

• Alterações bioquímicas e hematológicas em cães naturalmente infectados por Leishmania (infantum) chagasi
Clínica Veterinária, n. 118;

• Colonoscopia no diagnóstico de leishmaniose visceral canina – revisão de literatura
Clínica Veterinária, n. 102;

• Leishmaniose visceral canina em Cachoeiras de Macacu, RJ – relato de caso
Clínica Veterinária, n. 95;

• Leishmaniose em felino na zona urbana de Araçatuba, SP – relato de caso
Clínica Veterinária, n. 76;

• Leishmaniose tegumentar americana em felino doméstico no município do Rio de Janeiro, Brasil – relato de caso, Clínica Veterinária, n. 74;

• Métodos de diagnóstico da leishmaniose visceral canina
Clínica Veterinária, n. 71;

• Leishmaniose visceral canina: aspectos de tratamento e controle
Clínica Veterinária, n. 71;

• Métodos de diagnóstico por imagem na avaliação de rins de pequenos animais – revisão
Clínica Veterinária, n. 70;

• Principais dermatoses zoonóticas de cães e gatos
Clínica Veterinária, n. 69.

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