Clínica Veterinária n. 95

R$ 40,00

CIRURGIA: Prolapso uretral em filhotes caninos – relato de dois casos
CLÍNICA MÉDICA: Uso de prebióticos e probióticos em gatos – uma revisão
DERMATOLOGIA: Dermatofitose em felinos domésticos – revisão
DERMATOLOGIA: Onicopatias em cães e gatos
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Avaliação ultrassonográfica abdominal modo-B em cães e gatos filhotes – revisão de literatura
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Evitando erros na interpretação da radiologia torácica: dez passos para melhorar sua acurácia diagnóstica
MEDICINA VETERINÁRIA LEGAL: Maus tratos contra gatos domésticos
SAÚDE PÚBLICA: Leishmaniose visceral canina em Cachoeiras de Macacu. RJ – relato de caso

Descrição


Artigos científicos presentes na Clínica Veterinária n. 95, novembro/dezembro/2011, ano XVI:

CIRURGIA: Prolapso uretral em filhotes caninos – relato de dois casos

Autores: Rafael Ricardo Huppes ; Andrigo Barbosa de Nardi, Alexandre Martini Brun, Talita Mariana Morata Raposo, José Carlos Zanella

Resumo: O prolapso uretral é uma enfermidade incomum, que acomete principalmente cães de raças braquicefálicas, embora possa acometer cães de outras raças. Entre as causas predisponentes estão à masturbação devido à excitação sexual, lambedura excessiva e infecções urinárias. O presente relato descreve a ocorrência desta afecção em três cães filhotes das raças American Pit Bull, Bulldog Inglês e Teckel. O primeiro cão apresentava alterações neurológicas congênitas, como estação em base ampla e tremores musculares, os quais estariam proporcionando traumatismo peniano e possibilitando o desenvolvimento desta doença, enquanto o Bulldog Inglês e o Teckel apresentavam um quadro de libid o excessiva, levando à traumatismo peniano constante e consequente prolapso uretral. Após a correção cirúrgica do American Pit Bull houve recidiva, porém o tratamento cirúrgico mostrou-se eficaz no Bulldog Inglês e no Teckel.
Unitermos: uretra, cães braquicefálicos, cirurgia, buldogue inglês, teckel


CLÍNICA MÉDICA: Uso de prebióticos e probióticos em gatos – uma revisão

Autores: Fabiana Cecília Cassiano ; Archivaldo Reche Junior

Resumo: “Probióticos são microrganismos que, quando administrados em quantidades adequadas, conferem benefícios à saúde do hospedeiro e prebióticos são ingredientes não digeríveis que afetam o hospedeiro através do estímulo de crescimento e/ou da atividade de um número limitado de bactérias intestinais. Os probióticos podem ser benéficos no tratamento de várias afecções em gatos, como doença inflamatória intestinal, infecção gastrintestinal, urolitíase por oxalato de cálcio, doença renal crônica, pancreatite e hepatopatias, além de atuarem como imunomoduladores. Os prebióticos estimulam o crescimento de populações bacterianas benéficas ao hospedeiro, como Bifidobacterium e Lactobacillus, além de diminuirem a população de Clostridium. O objetivo deste trabalho é revisar os principais usos terapêuticos de probióticos e prebióticos em gatos, bem como suas limitações.”
Unitermos: nutrição, Felis catus, doenças gastrintestinais, microbiota, Enterococcus, Lactobacillus


DERMATOLOGIA: Onicopatias em cães e gatos

Autores: Sabrina dos Santos Costa ; Carla Gargi Belli

Resumo: “A onicologia é uma área importante na dermatologia humana. Entretanto, em dermatologia veterinária, esta área obteve destaque apenas nas duas últimas décadas. As principais manifestações clínicas apresentadas por cães e gatos acometidos incluem claudicação, dor, prurido, inflamação, edema, crostas, escamas, erosões, ulceração e lignificação ao redor da unha. Dentre as alterações ungueais, estas podem ser congênitas e hereditárias, de origem bacteriana, fúngica ou parasitária, além de associadas a afecções cutâneas, doenças sistêmicas, trauma físico ou químico, doenças proliferativas, imunomediadas e onicodistrofias. Para estabelecer o diagnóstico definitivo &e acute necessário obter um histórico clínico completo, exame físico e exames complementares como o exame citológico, culturas bacteriana e fúngica, exame histopatológico e dietas de eliminação.”
Unitermos: canino, felino, dermatologia, doenças, unha


DERMATOLOGIA: Dermatofitose em felinos domésticos – revisão

Autores: Juliene Maria Debortolli ; Catharine Partelli Lima, Anderson Silva Dias, Gestr Breda Aguiar

Resumo: “As dermatopatias representam a maior parte dos atendimentos na rotina clínica dentre elas, podem-se destacar as dermatofitoses. A frequência dessa doença fúngica é favorecida pelo clima nos países tropicais e subtropicais. A infecção desse agente geralmente ocorre através de transmissão direta ou indireta de conídios que germinam em um hospedeiro suscetível, principalmente em imunocomprometidos. Animais de pelo longo são mais predispostos. A cultura fúngica é o teste diagnóstico mais confiável. O tratamento é dispendioso e prolongado assim, o diagnóstico correto e prévio torna-se essencial para o sucesso da terapia. A descontaminação do ambiente é essencial. Felinos são considerados como potenciais reservatórios e d isseminadores de fungos patogênicos para o homem. O objetivo deste trabalho foi abordar os aspectos clínicos, epidemiológicos, o diagnóstico, o tratamento e as medidas preventivas específicas em criações de gatos.”
Unitermos:


DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Avaliação ultrassonográfica abdominal modo-B em cães e gatos filhotes – revisão de literatura

Autores: Karen Maciel Zardo ; Debora Rodrigues dos Santos, Viviam Rocco Babicsak, Maria Jaqueline Mamprim

Resumo: “Na medicina veterinária, geralmente o mesmo profissional trata dos animais desde o nascimento até a idade geriátrica, ao contrário da medicina humana. Portanto, é imprescindível que os médicos veterinários conheçam os valores de normalidade dos exames de imagem, bioquímicos, hematológicos e físicos dos filhotes, que diferem significativamente dos adultos de mesma espécie. A radiografia abdominal de filhotes apresenta imagens pouco definidas devido às diferenças de constituição tecidual em relação ao animal adulto no entanto, os mesmos fatores são os responsáveis pela melhor qualidade de imagem ultrassonográfica resultante da avaliação dessa região nesses animais. Porém a interpretação dos achado s sonográficos modo-B em filhotes é difícil devido à falta de informações sobre os parâmetros normais nessa fase de vida. O objetivo do presente trabalho foi compilar informações da literatura sobre as particularidades do exame ultrassonográfico abdominal modo-B em filhotes de cães e gatos.”
Unitermos: medicina veterinária, pediatria, diagnóstico por imagem, abdômen


DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Evitando erros na interpretação da radiologia torácica: dez passos para melhorar sua acurácia diagnóstica

Autores: Tilde Rodrigues Froes ; Raquel de Souza Lemos, Andressa Cristina de Souza, Wilfried Mai

Resumo: O exame radiográfico torácico pode ser um desafio para os radiologistas veterinários, principalmente os iniciantes. Muitas são as armadilhas que podem ocorrer durante a interpretação dos exames radiográficos dessa região em cães e gatos, e com isso a apreensão de se perder uma lesão é frequente na prática clínica-radiográfica. Ressalta-se, portanto, a importância do conhecimento dos fatores que podem gerar dificuldades de interpretação como: posicionamento inadequado, influência da técnica utilizada, preparo e processamento do filme radiográfico, o conhecimento das variações de idade, raça, espécie e da característica física do paciente, bem como efeitos de somação. Nesse arti go objetivamos discutir, em forma de tópicos, os fatores que podem influenciar ou dificultar a boa interpretação de filmes radiográficos torácicos em pequenos animais.
Unitermos: cães, gatos, tórax, radiografia, armadilhas


MEDICINA VETERINÁRIA LEGAL: Maus tratos contra gatos domésticos

Autores: Adriana de Siqueira ; Fabiana Cecilia Cassiano, Paulo Cesar Maiorka

Resumo: Embora o gato venha apresentando tendência mundial de prestígio quanto ao status de animal de companhia, esta espécie é vítima de ampla gama de maus tratos. Há evidências históricas de tais práticas desde o Egito Antigo, em que havia o deslocamento cervical de gatos em rituais religiosos, a matança dos gatos na Idade Média, pelo fato de este animal ser ligado às práticas de bruxaria. Postula-se que estes atos são praticados por indivíduos que apresentam histórico de abuso e violência doméstica. Os maus tratos variam desde intoxicação intencional, traumas, queimaduras a abuso sexual, que podem culminar no óbito. No Brasil há leis contra os maus tratos contra animais desde 1934, determinando que tais práticas sejam consideradas criminosas. A denúnci a e a investigação deste crime são fundamentais, e o papel do médico veterinário é crucial tanto na prática clínica quanto no exame necroscópico para determinar as lesões não acidentais.
Unitermos: abuso, legislação, felinos, comportamento, trauma


SAÚDE PÚBLICA: Leishmaniose visceral canina em Cachoeiras de Macacu. RJ – relato de caso

Autores: Denise Amaro da Silva ; Carolina dos Santos F. S. Perié, Artur augusto Velho Mundes Jr, Maria d eFatima Madeira, Fabiano Borges Figueiredo

Resumo: No estado do Rio de Janeiro, as áreas endêmicas de leishmaniose visceral (LV) concentram-se em algumas regiões periurbanas da capital, entretanto nos últimos anos tem sido notificados casos em outras áreas. Tal fato gera preocupação, já que em muitas regiões do país, endemias caninas precederam humanas, além da dificuldade de controle dessa doença. O relato descreve um caso de leishmaniose visceral canina (LVC) no município de Cachoeiras de Macacu, suas apresentações clínicas e desfecho laboratorial. Com o surgimento de um caso de LVC, em uma área considerada não endêmica, as ações de vigilância devem considerar estudos relacionados à fauna flebotomínica e avaliação dos cães nas proximidades do caso descrito. Além disso , a qualificação e integração de profissionais de saúde, da rede pública e privada, são fundamentais para que as medidas preventivas sejam tomadas em tempo hábil minimizando assim o risco de expansão da LV.
Unitermos: dog, Leishmania, diagnosis




Informação adicional

Peso 368 g
Dimensões 28 x 21 x 0.5 cm

Avaliações

Não há avaliações ainda.

Seja o primeiro a avaliar “Clínica Veterinária n. 95”

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *