Clínica Veterinária n. 78

R$ 30,00

ANESTESIOLOGIA: Manejo da dor em felinos – revisão de literatura
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Ultra-sonografia doppler e angiografia tomográfica computadorizada no diagnóstico de desvios porto-sistêmicos – revisão de literatura
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Ultra-sonografia na detecção de corpos estranhos em tecidos moles de cães
EMERGÊNCIA E CUIDADOS INTENSIVOS: A evolução da medicina prognóstica na medicina veterinária intensiva
EMERGÊNCIA E CUIDADOS INTENSIVOS: RICO Score – Classificação rápida de sobrevida em cuidados intensivos; Variáveis inter-relacionadas em cães
EMERGÊNCIA E CUIDADOS INTENSIVOS: Suporte nutricional enteral no paciente crítico
EMERGÊNCIA E CUIDADOS INTENSIVOS: Suporte nutricional parenteral no paciente crítico

Descrição


Artigos científicos presentes na Clínica Veterinária n. 78, janeiro/fevereiro/2009, ano XIV:

ANESTESIOLOGIA: Manejo da dor em felinos – revisão de literatura

Autores: Gabriela R. Severiano A. Cunha ; Rosângela de Oliveira Alves, Andréa Cintra Bastos Torres

Resumo: A dor é um fenômeno que causa efeitos fisiológicos deletérios marcantes, como alterações hematológicas, metabólicas e aumento do consumo de oxigênio e do catabolismo protéico. A avaliação e o tratamento da dor em gatos têm sido subestimados, devido às características comportamentais da espécie e pelo receio dos veterinários em causar intoxicação e excitação. Atualmente diversos estudos têm contribuído para a determinação das doses e intervalos de tempo adequados para a administração de fármacos analgésicos em felinos. O presente artigo tem como objetivo realizar revisão de literatura sobre a fisiopatologia, o diagnóstico e o tratamento adequado da dor em felinos domésticos.
Unitermos: analgesia, farmacologia, terapêutica, gatos.


DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Ultra-sonografia na detecção de corpos estranhos em tecidos moles de cães

Autores: Janis Regina Messias Gonzalez ; David Biller

Resumo: A ultra-sonografia pode ser de grande auxílio na detecção de corpos estranhos em tecidos moles. A natureza, o número, o tamanho e a localização dos corpos estranhos podem ser avaliados. Os corpos estranhos que afetam cães com maior freqüência são farpas de madeira, arestas de plantas, fragmentos de plástico e vidro. Esses materiais estranhos causam massas em tecidos moles, predispondo à formação de granulomas, abscessos e tratos fistulosos. O exame radiográfico é de pouco auxílio para a identificação e localização desses corpos estranhos porque os mesmos são radiotransparentes. A localização mais comum são os tecidos moles da parede torácica caudal, podendo acometer o tecido ósseo das costelas e as cavidades torácica e abdominal. Cinco casos de emprego da ultra-sonografia na detecção de corpos estranhos em tecidos moles de cães são relatados. As vantagens e as limitações da ultra-sonografia de tecidos moles são discutidas.
Unitermos: veterinária, diagnóstico por imagem, cirurgia, parede torácica.


DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Ultra-sonografia doppler e angiografia tomográfica computadorizada no diagnóstico de desvios porto-sistêmicos – revisão de literatura

Autores: Vicente Colombi da Silva ; Maria Jaqueline Mamprim, Luiz Carlos Vulcano, Danuta Pulz Doiche

Resumo: Os desvios porto-sistêmicos são comunicações vasculares simples ou múltiplas que conduzem o sangue oriundo do estômago, do pâncreas, do baço e do intestino para a circulação sistêmica, sem passar pelo fígado. Sendo uma das anomalias vasculares mais comuns em cães e gatos, essa enfermidade pode ser de origem congênita ou adquirida. Numerosos procedimentos diagnósticos, utilizando diferentes modalidades de imagem, são descritos para a investigação de anomalias venosas portais. Por meio da ultra-sonografia Doppler é possível avaliar as características da vascularização, localizar o desvio porto-sistêmico e determinar a sua forma. Outra técnica amplamente utilizada no diagnóstico de desvios porto-sistêmicos é a angiografia tomográfica computadorizada. Esta possui algumas vantagens pois é de execução rápida e minimamente invasiva, além de permitir a visualização de todas as tributárias portais e ramos portais intra-hepáticos a partir da injeção de contraste no sistema venoso periférico.
Unitermos: pequenos animais, circulação sistêmica, anomalia vascular, veia porta.


EMERGÊNCIA E CUIDADOS INTENSIVOS: Suporte nutricional enteral no paciente crítico

Autores: Márcio Antonio Brunetto ; Márcia de Oliveira Sampaio Gomes, Sandra Prudente Nogueira, Aulus Cavalieri Carciofi

Resumo: Animais enfermos apresentam resposta metabólica ímpar, que pode colocá-los em risco de subnutrição e suas subseqüentes complicações. A secreção aumentada de glucagon, catecolaminas, cortisol e hormônio do crescimento antagoniza os efeitos da insulina, induzindo hiperglicemia e degradação de proteína tecidual para fornecer substrato para a gliconeogênese. Os objetivos do suporte nutricional incluem suprir as necessidades nutricionais do paciente, prevenir ou corrigir deficiências nutricionais, minimizar alterações metabólicas e prevenir o catabolismo do tecido muscular. O uso de tubos de alimentação é o método ideal de suporte nutricional em animais que apresentam o trato gastrintestinal funcional. Este artigo revisa aspectos como alterações metabólicas no cão e no gato doentes, seleção de pacientes para suporte nutricional intensivo e vantagens e desvantagens dos diferentes métodos de nutrição enteral.
Unitermos: cães, gatos, cuidados críticos, alimentação, nutrição.


EMERGÊNCIA E CUIDADOS INTENSIVOS: Suporte nutricional parenteral no paciente crítico

Autores: Aulus Cavalieri Carciofi ; Márcio Antonio Brunetto, Márcia de Oliveira Sampaio Gomes, Eliana Teshima, Juliana Toloi Jeremias

Resumo: A nutrição por via parenteral constitui-se em modalidade terapêutica cuja utilização tem aumentado em pacientes críticos. No entanto, como qualquer terapia, apresenta indicações e contra-indicações específicas, além do risco de desenvolvimento de complicações. A nutrição por via parenteral consiste na administração de todas as – ou parte das – necessidades nutricionais diárias por via intravenosa e tem como objetivo reduzir o catabolismo tecidual e, por consequência, evitar o desenvolvimento de subnutrição em pacientes que não podem receber nutrientes pela via enteral. Terapia de apoio fundamental para a recuperação de pacientes críticos, a administração parenteral de nutrientes vem ganhando espaço no âmbito da rotina clínico-veterinária.
Unitermos: cão, gato, nutrição, gasto energético basal.


EMERGÊNCIA E CUIDADOS INTENSIVOS: RICO Score – Classificação rápida de sobrevida em cuidados intensivos; Variáveis inter-relacionadas em cães

Autores: Rodrigo Cardoso Rabelo ; Cristina Fragío Arnold, Santiago Cano Alsua

Resumo: Este trabalho teve como objetivo identificar as variáveis inter-relacionadas à sobrevivência de cães 24 horas, 7 dias e 28 dias depois da admissão hospitalar de urgência. Trata-se de um estudo multicêntrico de coorte, prospectivo, com 18 meses de duração, realizado em seis hospitais veterinários europeus e sul-americanos. A amostra total foi de 422 cães, excluídos aqueles cujas doenças fossem consideradas leves ou pouco graves. A história clínica e os antecedentes – como doenças anteriores -, bem como os dados fisiológicos e laboratoriais, tomados no momento da admissão e 24 horas depois, foram analisados, e pôde-se comprovar a relação de todos os parâmetros com a sobrevivência 24 horas, 7 dias e 28 dias depois da internação. Com os resultados obtidos foram criadas árvores de decisão, utilizadas para estratificar, predizer e identificar todas as possíveis interações.
Unitermos: emergência, prognóstico, sobrevivência.


EMERGÊNCIA E CUIDADOS INTENSIVOS: A evolução da medicina prognóstica na medicina veterinária intensiva

Autores: Rodrigo Cardoso Rabelo ; Cristina FragÌo Arnold

Resumo: Embora o emprego da medicina prognóstica seja recente em medicina veterinária, a história da medicina indica que o conhecimento e a prática dessa especialidade remontam há séculos. Considerando que os proprietários de animais de companhia têm o direito de participar das decisões clínicas que os afetam, o médico veterinário deve ser capaz de estabelecer e comunicar prognósticos sobre o estado de saúde e as possibilidades de sobrevivência de seus pacientes. Mas, para que os prognósticos tenham maior acurácia, devem ser calcados na combinação entre algum modelo prognóstico e as predições individuais do médico ou médico veterinário, porque a emissão de um prognóstico incorreto pode trazer sérios prejuízos ao paciente. Assim, especialmente em medicina veterinária – em que pouco se avançou nessa área -, é necessário dispor de modelos prognósticos mais precisos.
Unitermos: cães, emergências, prognóstico, mortalidade.




Informação adicional

Peso 260 g
Dimensões 28 x 21 x 0.5 cm

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