Clínica Veterinária n. 75

R$ 30,00

CLÍNICA MÉDICA: Aspectos etiológicos das hepatites crônicas caninas
CLÍNICA MÉDICA: Desmistificando a via intra-óssea
CLÍNICA MÉDICA: Glomerulonefrite no cão
CLÍNICA MÉDICA: Hemorragia de involução tímica em uma cadela – relato de caso
CLÍNICA MÉDICA: Imunodeficiência viral felina associada á alta infecção por Toxocara cati – relato de caso
OFTALMOLOGIA: Análise retrospectiva dos resultados da remoção da catarata por facoemulsificação em cães
ONCOLOGIA: Eletroquímica: uma nova promessa para o tratamento de cânceres em animais
ONCOLOGIA: Histiocitoma fibrose maligno tipo célula gigante em felino

Descrição


Artigos científicos presentes na Clínica Veterinária n. 75, julho/agosto/2008, ano XIII:

CLÍNICA MÉDICA: Imunodeficiência viral felina associada á alta infecção por Toxocara cati – relato de caso

Autores: Leandro Bertoni Cavalcanti Teixeira ; Renée Laufer Amorim, Raimundo Alberto Tostes

Resumo: A imunossupressão está associada à incapacidade do organismo de reconhecer algo como estranho e, conseqüentemente, neutralizá-lo ou eliminá-lo. O presente trabalho visou estabelecer a associação entre a alta infecção por Toxocara cati e o vírus da imunodeficiência felina (FIV) por meio do relato de caso clínico de um gato doméstico. Nesta abordagem, dados do histórico, anamnese, exame clínico e diagnóstico laboratorial e terapêutico foram confrontados com informações existentes na literatura especializada. Considerando que o FIV induz imunossupressão, que o animal era domiciliado e, ainda, que o manejo sanitário do ambiente era desfavorável ao desenvolvimento do estádio infectante, sugere-se que o felino em questão desenvolveu uma reativação da infecção por T. cati associada à imunossupressão.
Unitermos: gato, FIV, imunossupressão, retroviroses, parasita


CLÍNICA MÉDICA: Glomerulonefrite no cão

Autor: Francisco Assis Lima Costa

Resumo: A prevalência de glomerulonefrites na população canina vem aumentando consideravelmente. Mesmo com o advento de técnicas modernas de estudo, ainda há dificuldade em interpretar e classificar as glomerulonefrites na espécie canina. A falta de critérios de classificação das glomerulonefrites no cão tem levado os pesquisadores a adotarem os critérios da Organização Mundial de Saúde (OMS), elaborados para classificar as glomerulopatias no homem, como parâmetro para definir os tipos morfológicos de lesão glomerular na espécie canina. Esse fato limita o estudo das nefropatias no cão e dificulta o entendimento da sua patogenia. Pouco se conhece sobre a patogênese da glomerulonefrite no cão mas, além do mecanismo imune humoral, existem fortes evidências de que o mecanismo imune celular também participe do processo de lesão glomerular secundária.
Unitermos: rim, nefropatia, glomérulo


CLÍNICA MÉDICA: Aspectos etiológicos das hepatites crônicas caninas

Autores: Leandro Bertoni Cavalcanti Teixeira ; Renée Laufer Amorim, Raimundo Alberto Tostes

Resumo: A hepatite crônica é comumente diagnosticada em cães na rotina veterinária. É uma doença com provável progressão para cirrose e conseqüente prognóstico ruim. Apesar de ser uma das enfermidades caninas mais freqüentes, não é apenas uma doença mas o resultado de diferentes etiologias que lesam cronicamente o fígado. Nos humanos, a maioria dos agentes etiológicos causadores de hepatites crônicas são conhecidos. Em contraste, nos cães, a causa é geralmente desconhecida e o diagnóstico etiológico nem sempre é possível, sendo substituído pela descrição histopatológica. Esta revisão tem como propósito destacar os prováveis agentes etiológicos causadores da hepatite crônica nos cães e a importância e a necessidade de identificá-los para o estabelecimento de terapias mais adequadas, com o controle da progressão da doença e a remoção da causa primária.
Unitermos: cães, doenças, fígado


CLÍNICA MÉDICA: Desmistificando a via intra-óssea

Autores: Sofia Borin ; Leandro Zuccolotto Crivelenti, Daniel Peixoto Pereira, Silvia Molnar Leite Fernandes

Resumo: Importante acesso na terapia intensiva, a via intra-óssea (IO) pode ser utilizada em situações nas quais o acesso intravascular não é possível, especialmente em pacientes pediátricos e de pequeno porte. É indicada no colapso vascular associado ao choque, em distúrbios de coagulação, queimaduras, edemas, flebites, variações anatômicas e para a administração de fluidos após longos períodos de hospitalização. Infelizmente, a via IO ainda encontra no Brasil relativa resistência por parte dos clínicos de pequenos animais, em função do desconhecimento de sua praticidade e eficiência e por ser erroneamente considerada perigosa e complicada. Espera-se, com este artigo, desmistificar o uso dessa via e esclarecer as principais dúvidas em relação às suas indicações e contra-indicações, descrevendo o procedimento e evidenciando as suas vantagens na clínica de pequenos animais, animais selvagens e exóticos.
Unitermos: emergência, intramedular, infusão


CLÍNICA MÉDICA: Hemorragia de involução tímica em uma cadela – relato de caso

Autores: Paulo Eduardo Ferian ; Eliana Matias de Souza, Euler Fraga Silva, Patrícia Coutinho de Souza, Roberto Maurício de Carvalho Guedes, Renato César Sacchetto Tôrres, Roberto Baracat de Araújo, Marília Martins Melo

Resumo: A hemorragia de involução tímica é uma doença que ocorre em cães jovens, ocasionando hemotórax e perda sangüínea aguda. A etiopatogenia da doença permanece obscura, mas acredita-se que possa ocorrer de maneira espontânea ou associada a traumas e distúrbios de coagulação. A grande maioria dos casos relatados evoluiu para o óbito, mas o diagnóstico e o tratamento clínico e cirúrgico de alguns casos resultaram em completa recuperação do paciente. O objetivo do presente trabalho é relatar o caso de uma cadela Whipet, de seis meses de idade, que apresentou quadro clínico de dificuldade respiratória aguda e presença de massa mediastínica, evoluindo rapidamente para óbito. À necropsia foi observado grande coágulo em mediastino cranial e hemotórax.
Unitermos: cães, hemotórax, timo


OFTALMOLOGIA: Análise retrospectiva dos resultados da remoção da catarata por facoemulsificação em cães

Autores: Angélica de Mendonça Vaz Safatle ; Márcia Pansera Galego, Ana Paula Hvenegaard, Débora Gomes, Ricardo Lisak

Resumo: Nos últimos anos, a facoemulsificação (FACO) vem se tornando a técnica cirúrgica intra-ocular de eleição para a remoção de catarata em medicina veterinária. Neste estudo, foram analisados os resultados de 71 cirurgias de FACO realizadas em clínica particular entre os meses de janeiro de 2005 e dezembro de 2006, em um total de 67 cães (sendo 6 diabéticos), com idades entre 4 meses e 13 anos. Foi observada melhora da visão funcional em 68 casos (95,77%), acompanhados no período de 30 dias a 1 ano após a intervenção cirúrgica. Alterações como opacificação da cápsula posterior, sinéquia posterior, hipertensão ocular transitória, uveíte anterior e edema de córnea foram ocasionalmente diagnosticadas. Com esses resultados, pode-se concluir que a facoemulsificação, quando corretamente indicada, mostra-se adequada ao tratamento da catarata por ser uma técnica cirúrgica rápida, menos traumática e com menor morbidade no pós-operatório.
Unitermos: lente, cegueira, cirurgia de catarata


ONCOLOGIA: Eletroquímica: uma nova promessa para o tratamento de cânceres em animais

Autores: Marcelo Monte Mór Rangel ; Natália Coelho C. de A. Fernandes, Márcia Kazumi Nagamine, Heidge Fukumasu, Krishna Duro de Oliveira, Ron Lowe, Lluis Maria Mir, Idércio Luiz Sinhorini, Maria Lúcia Zaidan Dagli

Resumo: A eletroquimioterapia é uma nova modalidade de terapia de controle local para neoplasias sólidas. A administração do agente antineoplásico posteriormente à realização da eletroporação no tumor são os princípios da técnica. Suas principais características são os poucos efeitos colaterais, não promover mutilações na maioria dos casos em que se aplica além de não mostrar diminuição em sua eficiência frente a reaplicações em possíveis recidivas A terapia vem apresentando resultados bastante satisfatórios tanto para carcinomas quanto para sarcomas na medicina humana e na medicina veterinária os estudos estão avançando, conferindo a esta uma grande expectativa de vir a ser outra opção de tratamento. No Brasil, o Laboratório de Oncologia Experimental da FMVZ/USP vem desenvolvendo pesquisas e obtendo resultados expressivos com a técnica e espera em breve publicá-los, possibilitando a aplicação da técnica na rotina das clínicas.
Unitermos: eletroporação, quimioterapia, bleomicina, cisplatina


ONCOLOGIA: Histiocitoma fibrose maligno tipo célula gigante em felino

Autores: Thomas Normanton Guim ; Eduardo Negri Mueller, Josiane Bonel Raposo, Márcia de Oliveira Nobre, Cristina Gevehr Fernandes

Resumo: O histiocitoma fibroso maligno (HFM) tipo célula gigante é um sarcoma raro em animais domésticos. Ele foi diagnosticado em um felino que apresentava claudicação e uma massa na região rádio-ulnar esquerda. Ao exame clínico foi constatada massa subcutânea ulcerada, firme e aderida à musculatura profunda. Radiograficamente não foram observadas alterações de estruturas ósseas ou evidência de metástases. Após estadiamento clínico, a amputação do membro foi realizada e a peça cirúrgica foi encaminhada para exame histopatológico, sendo estabelecido o diagnóstico de HFM tipo célula gigante. Acompanhamento periódico do paciente foi realizado e, vinte e dois meses após a terapia, não houve recidiva ou evidência de lesões metastáticas.
Unitermos: gatos, oncologia, neoplasmas de tecidos moles, sarcoma




Informação adicional

Peso 290 g
Dimensões 28 x 21 x 0.5 cm

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