Clínica Veterinária n. 73

R$ 40,00

CLÍNICA MÉDICA: Atrofia do pâncreas exócrino em pastor alemão
CLÍNICA MÉDICA: Entendendo e reconhecendo a osteocondrose em cães
CLÍNICA MÉDICA: Nocardiose generalizada em cão – relato de caso
CLÍNICA MÉDICA: Sorologia negativa e PCR positiva: A importância da biologia molecular para o diagnóstico de leptospirose aguda em um cão
DERMATOLOGIA: Complexo granuloma eosinofílico felino
DERMATOLOGIA: Padrões dermatohistopatológicos no diagnóstico dermatológico
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Novas perspectivas no diagnóstico ultra-sonográfico gestacional em cadelas – revisão de literatura
ORTOPEDIA: Luxação congênita bilateral de cotovelo em american pit bull terrier

Descrição


Artigos científicos presentes na Clínica Veterinária n. 73, março/abril/2008, ano XIII:

CLÍNICA MÉDICA: Atrofia do pâncreas exócrino em pastor alemão

Autores: Silvia Diniz Janot Pacheco Papini ; Roselene Ecco, Marina Rios de Araújo, Carla Emanuela Tertuliano Caires, Wériton Bernardes Almeida

Resumo: A atrofia do pâncreas acinar é caracterizada pela destruição seletiva das células acinares. Este artigo descreve um caso de atrofia do pâncreas exócrino em um cão pastor alemão, fêmea, de 18 meses de idade. Clinicamente, o cão mostrava perda de peso progressiva havia 2 meses mas com apetite voraz, além de sinais de apatia, vômito ocasional, esteatorréia, diarréia e coprofagia. Na necropsia havia acentuada atrofia da musculatura e do tecido adiposo. O pâncreas estava difusamente atrofiado, e no intestino havia grande volume de fezes pastosas e gordurosas. Histologicamente, o parênquima pancreático mostrou pequenas células exócrinas remanescentes, ductos e vasos. Não havia evidência de reação inflamatória. As alterações observadas são consistentes com a atrofia do pâncreas acinar.
Unitermos: Cão, insuficiência do pâncreas exócrino, atrofia acinar, auto-imunidade


CLÍNICA MÉDICA: Entendendo e reconhecendo a osteocondrose em cães

Autores: Emily Correna Carlo ; Andrea Pacheco Batista Borges

Resumo: A osteocondrose, doença caracterizada por uma deficiência na ossificação endocondral, deve ser considerada entre os diagnósticos diferenciais de cães jovens apresentados ao médico veterinário com claudicação. Acredita-se que sua etiologia seja multifatorial, envolvendo condições como trauma, consumo excessivo de nutrientes, fatores hereditários e rápido crescimento. No cão, afeta principalmente a cabeça do úmero, mas também o côndilo medial da epífise distal do úmero, o côndilo medial ou lateral do fêmur e a extremidade medial ou lateral do tálus. A não união do processo ancôneo e a fragmentação do processo coronóide também são manifestações da osteocondrose. O histórico, o exame clínico minucioso e radiografias precisas são suficientes para o diagnóstico na maioria dos casos, fornecendo a base necessária para um tratamento efetivo e um prognóstico correto.
Unitermos: Ortopedia, claudicação, osteocondrite dissecante


CLÍNICA MÉDICA: Sorologia negativa e PCR positiva: A importância da biologia molecular para o diagnóstico de leptospirose aguda em um cão

Autores: Maria Ângela Teixeira ; Maria Luíza L. Gonçalves, Irina N. Riediger, Christiane Seraphim Prosser, Simone Ferreira Couto e Silva, Sônia Maria Biesdorf, Patrícia Regina Erdmann Mosko, Hélio Autran de Morais, Alexander Welker Biondo

Resumo: Este relato exemplifica o uso da Reação em Cadeia de Polimerase (PCR) para o diagnóstico de leptospirose em um cão da raça boxer, macho, de 5 anos de idade, com insuficiência renal aguda e negativo ao teste de microaglutinação. O cão apresentava apatia, vômitos biliares, febre, alterações na bioquímica sérica e no hemograma, hematúria, cilindrúria e densidade urinária de 1,016. À necropsia e ao exame histopatológico foram encontradas alterações compatíveis com sepse. Microrganismos semelhantes a Leptospira spp foram isolados do fígado em meio Fletcher. Uma fração do DNA – extraída dos rins, da urina e do fígado – foi amplificada com primers específicos para um fragmento do gene 16SrRNA do gênero Leptospira, e outra para um fragmento do gene secY de leptospiras patogênicas. Amplicons do tamanho esperado foram obtidos no fígado e no rim. Assim, a PCR pode ser utilizada como ferramenta diagnóstica mais sensível que a sorologia na leptospirose aguda.
Unitermos: Insuficiência renal, zoonoses, leptospira


CLÍNICA MÉDICA: Nocardiose generalizada em cão – relato de caso

Autores: Giorgio Queiroz Pereira ; Mariana Buffalo Biz, Patrícia Fernandes Nunes Silva, Julieta Catarina Burke, Antônio Carlos Faria Reis, Patrícia Mendes Pereira

Resumo: As Nocardia spp são bactérias saprófitas oportunistas responsáveis por infecções localizadas ou disseminadas em animais e humanos, sendo os sinais clínicos atribuíveis às áreas envolvidas e dependentes da imunocompetência do hospedeiro. Este artigo relata um caso de nocardiose generalizada em uma cadela american pit bull terrier de um ano de idade, atendida com histórico de apatia, disorexia, aumento de volume abdominal, ataxia e convulsões. A análise do líquido peritoneal revelou exsudato séptico e isolamento da bactéria Nocardia spp. Mesmo com a instituição do tratamento adequado, não houve melhora do quadro de peritonite e dos sinais neurológicos. Optou-se pela eutanásia do animal e a necropsia foi realizada. Os achados histopatológicos revelaram lesões piogranulomatosas compatíveis com o agente encontrado. Sendo assim, a nocardiose deve ser um diagnóstico diferencial em quadros de doença sistêmica generalizada.
Unitermos: Imunocompetência, peritonite, Nocardia spp


DERMATOLOGIA: Complexo granuloma eosinofílico felino

Autores: Gustavo Seixas Dias ; Lissandro Gonçalves Conceição

Resumo: “O complexo granuloma eosinofílico felino, que atualmente vem sendo denominado “dermatoses eosinofílicas felinas”, representa um grupo de padrões de reações cutâneas, que inclui a placa eosinofílica o granuloma eosinofílico a úlcera indolente e uma variante atípica, a hipersensibilidade à picada de mosquito. Embora comumente vista em gatos, esta síndrome permanece pouco compreendida. Existe grande controvérsia em relação à etiologia e à terminologia das lesões. Os achados histopatológicos são variáveis e podem alterar-se de acordo com a cronicidade da lesão. A correlação entre anamnese, achados físicos e a histopatologia é essencial para o diagnóstico. As lesões, uma vez identificadas, devem ser tratadas de acordo com a causa base suspeita, evitando-se assim as freqüentes recidivas.”
Unitermos: Dermatologia, hipersensibilidade, úlcera


DERMATOLOGIA: Padrões dermatohistopatológicos no diagnóstico dermatológico

Autora: Juliana Werner

Resumo: “A determinação do padrão dermatohistopatológico é essencial para o diagnóstico histopatológico das doenças de pele. Os padrões dermatohistopatológicos mais importantes são: dermatites espongiótica, pustular intra-epidérmica, de interface, perivascular, liquenóide e nodular/difusa foliculite, paniculite e dermatose atrófica. Uma vez determinado o padrão dermatohistopatológico e conhecendo o histórico clínico do paciente, o dermatopatologista veterinário poderá concluir o diagnóstico da doença de pele, confirmando ou descartando a suspeita clínica, ou mesmo sugerir outras possibilidades diagnósticas. Assim como é importante que o patologista tenha conhecimento da clínica dermatológica para aprimorar seus diagnósticos, é de grande valia para o clínico veterinário conhecer os padrões histopatológicos das doenças de pele para maior compreensão da anatomofisiopatologia das dermatopatias em pequenos animais.”
Unitermos: Veterinária, dermatologia, biópsia, histopatologia, pele


DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Novas perspectivas no diagnóstico ultra-sonográfico gestacional em cadelas – revisão de literatura

Autores: Marcus Antônio Rossi Feliciano ; Wilter Ricardo Russiano Vicente, Carlos Artur Lopes Leite, Leonardo Augusto Lopes Muzzi

Resumo: A ultra-sonografia é um exame complementar com alta sensibilidade no diagnóstico gestacional, que permite a avaliação da idade e das características fetais vitais e a avaliação estrutural e do fluxo sanguíneo dos ovários, do útero e de outras estruturas envolvidas na gestação. A ultra-sonografia bidimensional de alta resolução, a ultra-sonografia tridimensional e a mensuração de índices vasculares do corpo lúteo são novas técnicas descritas em medicina veterinária, para uso no acompanhamento da gestação em cadelas. Na medicina humana também é descrita a avaliação da perfusão sanguínea em outras estruturas envolvidas no processo gestacional, ainda não aplicada na medicina veterinária. As novas técnicas ultra-sonográficas em medicina veterinária mostram-se promissoras no diagnóstico gestacional precoce e no acompanhamento do desenvolvimento fetal em pequenos animais.
Unitermos: Ultra-sonografia, método de diagnóstico, gestação


ORTOPEDIA: Luxação congênita bilateral de cotovelo em american pit bull terrier

Autores: Bruno Benetti Junta Torres ; Leonardo Augusto Lopes Muzzi, Endrigo Gabellini Leonel Alvez, Gabriela Rodrigues Sampaio, Ruthnéa Aparecida Lázaro Muzzi, Karen Maciel de Oliveira

Resumo: Um cão macho da raça american pit bull terrier, com oito semanas de idade e histórico de deformidade e claudicação dos membros torácicos desde o nascimento, foi atendido no Hospital Veterinário da Universidade Federal de Lavras. Por meio de exames clínico e radiográfico foi diagnosticada luxação congênita bilateral de cotovelo. Não foi obtido sucesso na tentativa de redução fechada da luxação, sendo indicada redução aberta. No mesmo procedimento cirúrgico realizou-se intervenção em ambos os membros. Redução e fixação temporária (por 14 dias no membro direito e 21 dias no esquerdo) com pinos trans-articulares e tala de coaptação externa foram realizadas. O método cirúrgico permitiu a reparação do alinhamento articular, possibilitando a recuperação do apoio funcional dos membros acometidos.
Unitermos: Cão, cirurgia, ortopedia, malformação, articulação úmero-radio-ulnar, pino transarticular




Informação adicional

Peso 274 g
Dimensões 28 x 21 x 0.5 cm

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