Clínica Veterinária n. 70

R$ 40,00

ANESTESIOLOGIA: Anestesia e analgesia por via epidural em cães – atualização farmacológica para uma técnica tradicional
ANIMAIS SILVESTRES: Obstrução de traquéia em um uma arara-vermelha (Ara chloroptera) em decorrência da aspiração de objeto metálico
CIRURGIA: Colelitíase – relato de caso em cães
CIRURGIA: Urolitíase por urato em dálmatas. Revisão de literatura e relato de caso
DERMATOLOGIA: Adenite sebácea canina – revisão de literatura
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Métodos de diagnóstico por imagem na avaliação de rins de pequenos animais – revisão
ONCOLOGIA: Aspectos clínico-patológicos dos neoplasmas do pâncreas exócrino em cães e gatos
ONCOLOGIA: Tratamento de tumor venéreo transmissível (TVT) canino utilizando Viscum album em associação à quimioterapia
REPRODUÇÃO: É possível realizar inseminação artificial em gatas na minha clínica?

Descrição


Artigos científicos presentes na Clínica Veterinária n. 70, setembro/outubro/2007, ano XII:

ANESTESIOLOGIA: Anestesia e analgesia por via epidural em cães – atualização farmacológica para uma técnica tradicional

Autores: Yuri Karaccas de Carvalho ; Stelio Pacca Loureiro Luna

Resumo: A dermatite atópica é uma doença inflamatória crônica, recorrente e intensamente pruriginosa que acomete cerca de 10 a 15% da população canina. Seu desenvolvimento e severidade estão relacionados a uma complexa interação entre fatores genéticos, imunológicos, ambientais, farmacológicos, psicogênicos e da função de barreira da pele. Esta dermatatite tem sido descrita em cães de inúmeras raças, geralmente com idade inferior a três anos, não havendo predisposição sexual. Uma vez que a dermatite atópica se desenvolve, o cão tende a apresentar prurido e hiperreatividade cutânea de forma perene ou constante pelo resto da vida, o que requer contínuo acompanhamento clinico do paciente. Este artigo tem como objetivo revisar os mecanismos moleculares e imunológicos envolvidos na fisiopatologia, na perpetuação e na amplificação do ciclo inflamatório da dermatite atópica canina, bem como os seus aspectos clínicos, diagnósticos e de controle terapêutico
Unitermos: cães, prurido, hipersensibilidade, atopia, genodermatoses


ANIMAIS SILVESTRES: Obstrução de traquéia em um uma arara-vermelha (Ara chloroptera) em decorrência da aspiração de objeto metálico

Autores: Renata Assis Casagrande ; Luciana Neves Torres, Marcelo Queiróz Teles, Eliana Reiko Matushima

Resumo: Uma arara-vermelha (Ara chloroptera), macho, de aproximadamente seis anos de idade, mantida no Zoológico de Paulínia, apresentou dispnéia, oscilação caudal e óbito um dia após o início dos sinais clínicos. Na necropsia, à abertura da traquéia observou-se estrutura metálica em forma de “V” com presença de cáseo obstruindo o lúmen. Microscopicamente, foi evidenciado na traquéia necrose epitelial, metaplasia escamosa, infiltrado heterofílico na lâmina própria e proliferação fibroblástica, fibroplasia e neovascularização, cartilagem hialina com metaplasia óssea e medula óssea funcional. No lúmen da traquéia observou-se fibrina, debris celulares, células inflamatórias degeneradas, derrame de hemácias, colônias bacterianas e Aspergillus sp. Relata-se, então, um caso de obstrução traqueal em arara-vermelha (Ara chloroptera) por processo inflamatório crônico-fibrosante associado a colônias bacterianas e Aspergillus sp., em decorrência de corpo estranho.
Unitermos: sistema respiratório, oclusão, psitacídeos


CIRURGIA: Colelitíase – relato de caso em cães

Autores: Leandro Zuccolotto Crivelenti ; Sofia Borin, Antonio Vicente Mundim

Resumo: A colelitíase é rara nos cães, e pode ser assintomática ou estar associada com sinais clínicos atribuídos à estase biliar, doença do trato biliar obstrutiva, à colecistite, à colângio-hepatite ou à peritonite biliar. Este artigo relata dois casos de colelitíase canina atendidos no Hospital Veterinário da Universidade Federal de Uberlândia (MG) em 2003. A doença foi diagnosticada por exame radiográfico, alterações laboratoriais e confirmada pela ultra-sonografia, sendo que os sinais clínicos como anorexia, êmese e dor abdominal foram achados comuns na fase clínica da doença. Os pacientes foram submetidos à colecistectomia, com posterior remissão dos sinais clínicos e normalização dos parâmetros laboratoriais. Faz-se necessário o diagnóstico precoce da colelitíase e o acompanhamento do paciente assintomático, visto o alto risco de morte pelas complicações associadas a essa doença
Unitermos: Caninos, vesícula biliar, colélitos, colecistectomia


CIRURGIA: Urolitíase por urato em dálmatas. Revisão de literatura e relato de caso

Autores: Larissa Campos Aquino ; Christine Souza Martins, Paula Diniz Galera

Resumo: Os cães da raça dálmata são portadores de uma anomalia no metabolismo do ácido úrico. O transporte desse ácido para o interior dos hepatócitos é deficiente e sua reabsorção nos túbulos renais é reduzida. Logo, a quantidade de ácido úrico eliminada na urina é muito elevada predispondo à formação de cristais de urato, cuja tendência é se precipitarem e agregarem formando urólitos de urato. O diagnóstico da urolitíase baseia-se na anamnese, no exame clínico e nos exames laboratoriais e de imagem. A terapia de dissolução consiste em dieta restrita em purinas e proteínas, administração de alopurinol, alcalinização da urina e controle das infecções. Relata-se aqui o caso de um dálmata com sintomatologia típica de urolitíase, que se destacou pela quantidade de urólitos presentes na bexiga.
Unitermos: cães, tratamento, urólitos


DERMATOLOGIA: Adenite sebácea canina – revisão de literatura

Autores: Fabiana Hayeck Scucato ; Leonardo Motta Batista, Adriane Pimenta da Costa Val, Roberto Henrique Cordeiro Alves

Resumo: A adenite sebácea é uma dermatopatia de caráter inflamatório, centrada primariamente nas glândulas sebáceas e de etiopatogenia incerta. Sua ocorrência é incomum na espécie canina, sendo observada principalmente em cães adultos jovens e de meia-idade e das raças poodle standard, akita, samoieda e vizsla. As manifestações clínicas são variáveis, e as mais comuns são a descamação progressiva simétrica e a rarefação ou perda pilosa associada à seborréia seca generalizada. O diagnóstico definitivo se dá por meio da avaliação histopatológica de fragmento cutâneo, na qual é observada devastação parcial ou total da glândula sebácea. A terapia tópica baseia-se em produtos anti-seborréicos associados a condicionadores e emolientes, enquanto a terapia sistêmica inclui drogas como retinóides, ciclosporina e glicocorticóides.
Unitermos: cão, dermatopatia, diagnóstico, tratamento


DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Métodos de diagnóstico por imagem na avaliação de rins de pequenos animais – revisão

Autores: Georgea Bignardi Jarretta ; Pedro Primo Bombonato, Benedicto Wlademir De Martin

Resumo: As modalidades de diagnóstico por imagem, como a radiografia simples, a urografia excretora, a ultra-sonografia e a cintilografia, são métodos complementares na avaliação de rins de pequenos animais. Sabe-se que cada uma destas ferramentas possui vantagens e limitações quanto às informações da morfologia e da função renal. A radiografia e a ultra-sonografia são métodos totalmente difundidos que fazem parte da rotina clínica de pequenos animais. Já a cintilografia tem uma limitação quanto à sua disponibilidade em decorrência do alto custo do material e equipamento utilizados. A escolha por um método ou outro ou, ainda, a prioridade de utilização de cada modalidade fica a critério da suspeita clínica de determinada afecção renal, salientando que, apesar destas ferramentas oferecerem informações importantes, os exames físico e laboratorial são fundamentais para um diagnóstico apurado.
Unitermos: cães, gatos, ultra-sonografia, radiografia, cintilografia, renal


ONCOLOGIA: Aspectos clínico-patológicos dos neoplasmas do pâncreas exócrino em cães e gatos

Autores: Thomas Normanton Guim ; Josiane Bonel Raposo, Cristina Gevehr Fernandes, Tainã Normanton Guim, Priscila Secchi

Resumo: A demodiciose é uma das principais dermatopatias caninas, ocasionada por ácaros comensais do gênero Demodex, destacando-se o D. canis, que proliferam excessivamente, em decorrência da falha na resposta celular. A doença apresenta duas formas clínicas: localizada (DL) ou generalizada (DG). A DL é mais comum em cães jovens, com remissão das lesões na maioria dos casos. A DG ocorre em animais com mais de dois anos e seu prognóstico é reservado. O tratamento requer meses e o fármaco de eleição é o amitraz. Se houver falha na terapêutica, lactonas macrocíclicas, de indicação extrabula, podem ser indicadas. A castração dos animais com DG é a base para o controle da doença.
Unitermos: cão, dermatologia, sarna demodécica


ONCOLOGIA: Tratamento de tumor venéreo transmissível (TVT) canino utilizando Viscum album em associação à quimioterapia

Autores: Gisela Novaes Fontão Lefebvre ; Leoni Villano Bonamin, Clair Motos De Oliveira

Resumo: O objetivo deste estudo foi utilizar o medicamento Viscum album como tratamento adjuvante ao quimioterápico em oito casos de tumor venéreo transmissível canino. Como referência, os dados obtidos nos animais estudados foram comparados a um controle histórico, composto por nove animais tratados com quimioterapia associada à imunoterapia convencionais. Observou-se que o tempo de tratamento associado à quimioterapia no grupo experimental foi reduzido significativamente em relação ao grupo controle histórico (p=0,05). Observou-se, também, menor incidência de leucopenia durante o tratamento no grupo experimental, bem como ausência de recidiva. Quanto aos parâmetros de análise clínica geral considerados no grupo experimental, não se observaram alterações significativas em nenhuma das três fases (inicial, pré-quimioterapia e final). Conclui-se que a associação proposta é plausível e merece estudos futuros em escala maior.
Unitermos: tumor de Sticker, Iscador, antroposofia


REPRODUÇÃO: É possível realizar inseminação artificial em gatas na minha clínica?

Autores: Ana Izabel Silva Balbin Villaverde ; Maria Denise Lopes

Resumo: “Pesquisas com biotécnicas da reprodução nos gatos domésticos apresentaram um considerável aumento nas últimas décadas, e a utilização dessas biotécnicas pode ser estendida às clínicas veterinárias. A inseminação artificial (IA), uma das biotécnicas disponíveis, além de auxiliar no desempenho reprodutivo dos animais, também ajuda na prevenção da disseminação de doenças infecciosas, dermatoses e ectoparasitas. Essa técnica inclui etapas como: coleta e processamento do sêmen, preparo das fêmeas induzindo tanto o estro quanto a ovulação e o procedimento de IA. Dependendo do local de deposição do sêmen, existem dois tipos de IA a intravaginal ou a intra-uterina. A escolha da melhor técnica a ser utilizada depende de fatores como: temperamento do animal, tipo de sêmen (fresco, refrigerado ou congelado), quantidade de espermatozóides móveis, equipamentos disponíveis e habilidade do profissional”
Unitermos: Gato doméstico, reprodução, sêmen,




Informação adicional

Peso 325 g
Dimensões 28 x 21 x 0.5 cm

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