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Clínica Veterinária n. 54

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CLÍNICA DE AVES: Surto de megabacteriose em canários-belgas (Serinus canaria) em um criatório no estado do Rio Grande do Sul: relato de caso
ORTOPEDIA: Utilização do índice de distração no diagnóstico da displasia coxofemoral canino
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Estudo radiográfico de hérnia diafragmática pleuroperitonial congênita em cão – relato de caso
OFTALMOLOGIA: Neoplasias dos anexos oculares em cães e gatos
ANIMAIS SILVESTRES: Infecções por retrovírus (FeLV e FIV) em felídeos selvagens – revisão – parte 1
ZOONOSE: Esporotricose humana associada à transmissão por gato doméstico. Relato de caso e revisão de literatura

Edição não consta no acervo digital

Descrição


Artigos científicos presentes na Clínica Veterinária n. 54, janeiro/fevereiro/2005, ano X:

CLÍNICA DE AVES: Surto de megabacteriose em canários-belgas (Serinus canaria) em um criatório no estado do Rio Grande do Sul: relato de caso

Autores: Maristela Lovato Flôres ; Stefanie Dickel Segabinazi, Glaucia Denise Kommers, Fabiano Nunes de Oliveira, Aléverson da Silva Barcelos, Rafael Almeida Fighera

Resumo: O presente trabalho relata a ocorrência de um surto de megabacteriose em um criatório de canários-belgas (Serinus canaria) localizado na região central do Rio Grande do Sul. De um total de 200 aves, 25 morreram após apresentarem diarréia crônica, dificuldade respiratória, incoordenação motora, penas arrepiadas e emagrecimento. Nove aves doentes foram remetidas ao laboratório para diagnóstico, sendo posteriormente submetidas à eutanásia e necropsia. Os achados de necropsia foram distensão do proventrículo por muco, fígado amarelado e leves hemorragias intestinais. Microscopicamente, havia grandes estruturas filamentosas fracamente basofílicas distribuídas em tufos paralelos na superfície e dentro das pregas da mucosa. Infiltrado inflamatório linfoplasmocitário e heterofílico discreto também foi observado na lâmina própria. Esfregaços do muco proventricular e das fezes, corados pelo método de Gram revelaram estruturas filamentosas gram-positivas. Essas estruturas eram PAS positivas nas seções histológicas e foram identificadas como megabactérias.

Unitermos: Canário, megabactéria, Serinus canaria, patologia aviária


ORTOPEDIA: Utilização do índice de distração no diagnóstico da displasia coxofemoral canina

Autores: Suzana Ramos Nogueira ; Leandro Branco Rocha, Eduardo Alberto Tudury

Resumo: A displasia coxofemoral canina (DCC) é uma afecção ortopédica freqüente em cães das raças de grande porte e gigantes. Sua progressão causa alterações degenerativas, geralmente irreversíveis. O diagnóstico preciso em animais jovens favorece a seleção para controle da DCC, e possibilita a aplicação de opções terapêuticas mais eficazes antes do desenvolvimento da moléstia articular degenerativa (MAD). O índice de distração utilizado para o diagnóstico desta afecção é uma técnica radiográfica que apresenta maior precocidade e sensibilidade do que os métodos diagnósticos tradicionais, como o ângulo de Norberg e o método da Fundação de Ortopedia para Animais (OFA). Cães testados pelo índice de distração demonstram resultados seguros a partir de 16 semanas de idade, o que permite que sejam selecionados para cruzamentos quando isentos, ou submetidos a tratamentos precoces, por opções conservativas ou pela sinfisiodese púbica juvenil.

Unitermos: Displasia coxofemoral, índice de distração, ortopedia, cão


DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Estudo radiográfico de hérnia diafragmática pleuroperitonial congênita em cão – relato de caso

Autores: Maria Cristina F. N. Soares Hage ; Masao Iwasaki

Resumo: No presente estudo foram analisadas radiografias de um cão macho, da raça setter, com dois meses, encaminhado ao Serviço de Radiologia do Hospital Veterinário da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo. O animal era portador de hérnia diafragmática pleuroperitonial congênita. As radiografias simples demonstraram acentuado deslocamento cranial da linha diafragmática direita e deslocamento cranial e à esquerda da silhueta cardíaca, mas não forneceram informações suficientes para o estabelecimento do diagnóstico. O trânsito gastrintestinal tornou possível a visualização da alteração topográfica do piloro e do fígado, ambos deslocados para o interior do hemitórax direito, mas contidos pela linha diafragmática. Além de ser uma condição rara, esta hérnia apresentou-se de tamanho extremamente grande, diferentemente do que refere a escassa literatura existente.

Unitermos: Diafragma, hérnia congênita pleuroperitonial, radiologia, cães


OFTALMOLOGIA: Neoplasias dos anexos oculares em cães e gatos

Autores: Ana Letícia Groszewicz de Souza ; Antônio Felipe P. de Figueiredo Wouk, Fabiano Montiani-Ferreira

Resumo: Os anexos oculares compreendem as seguintes estruturas: pálpebras, túnica conjuntival, aparelho lacrimal, fáscias orbitárias e músculos do bulbo do olho, que estão sujeitas a más-formações congênitas e a afecções de ordem inflamatória, infecciosa, traumática ou neoplásica. É de grande importância o exame clínico aliado a meios complementares de diagnóstico para determinar a origem primária ou secundária da neoplasia. Os tumores da órbita são geralmente primários e malignos. As neoplasias palpebrais são freqüentes, na sua maioria benignas em cães e malignas em gatos, nos quais prevalecem os carcinomas. Os tumores da terceira pálpebra são comumente secundários e de origem conjuntival. Já as neoplasias do sistema lacrimal são raras. Este artigo de revisão destaca as principais neoplasias dos anexos oculares e sua prevalência, revelando a importância crescente da oncologia oftalmológica veterinária.

Unitermos: Neoplasias, anexos oculares, cão, gato


ANIMAIS SILVESTRES: Infecções por retrovírus (FeLV e FIV) em felídeos selvagens – revisão – parte 1

Autores: Claudia Filoni ; José Luiz Catão-Dias

Resumo: A apresentação desta revisão se dá em função da escassez de informações a respeito do vírus da leucemia felina (FeLV) e do vírus da imunodeficiência felina (FIV) em felídeos selvagens no Brasil. Nessa parte, serão apresentados os agentes virais, histórico, epizootiologia, cadeia de transmissão, patogenia e as manifestações clínicas em seus hospedeiros. A infecção por FeLV é rara na maioria das espécies de felídeos selvagens, mas lentivírus relacionados ao FIV foram reportados em uma ampla gama de espécies em todo o mundo. Enquanto o FeLV é patogênico em felídeos selvagens, a patogenicidade dos diferentes lentivírus felinos é controversa nessas espécies. Na segunda parte, serão abordados os procedimentos diagnósticos das infecções e a necessidade de se adotarem programas de vigilância e medidas preventivas para o controle das infecções em populações de vida livre e mantidas em cativeiro.

Unitermos: Felídeos neotropicais, felídeos silvestres, conservação, infecções virais, FIV, FeLV


ZOONOSE: Esporotricose humana associada à transmissão por gato doméstico. Relato de caso e revisão de literatura

Autores: Fabíola da Cruz Nunes ; Claudia Caminha Escosteguy

Resumo: A esporotricose é reconhecida como doença crônica causada pelo fungo dimórfico Sporothrix schenckii. No Brasil, a incidência da esporotricose adquirida pelo contato com gatos infectados vem aumentando e, no Rio de Janeiro, essa moléstia é atualmente considerada de notificação obrigatória. O objetivo deste trabalho é ressaltar o potencial zoonótico do gato relacionado à esporotricose, e propor ações integradas entre o Centro Municipal de Saúde e o Centro de Controle de Zoonoses visando o controle da doença. A ocorrência de quatro casos de esporotricose em seres humanos diagnosticados em hospital da rede pública no Rio de Janeiro e transmitidos pelo gato doméstico motivou o presente relato de caso, além de revisão da literatura voltada ao assunto.

Unitermos: Esporotricose, zoonoses, gato doméstico, saúde pública




Informação adicional

Peso 220 g
Dimensões 28 x 21 x 0.5 cm

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