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Clínica Veterinária n. 49

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ANESTESIOLOGIA: Analgesia preemptiva: mito ou fato?
CIRURGIA: Enxertos cutâneos – revisão
ORTOPEDIA: Utilização de fios de náilon na técnica de fixação segmentar dorsal modificada
CLÍNICA MÉDICA: Gastrenterite eosinofílica em cão – relato de caso
HOMEOPATIA: Utilização curativa e profilática de medicamento homeopático em quadro caracterizado por sintomatologia nervosa em recém-nascidos.

Edição não consta no acervo digital

Descrição


Artigos científicos presentes na Clínica Veterinária n. 49, março/abril/2004, ano IX:

ANESTESIOLOGIA: Analgesia preemptiva: mito ou fato?

Autores: Denise Tabacchi Fantoni ; Sandra Mastrocinque

Resumo: A analgesia preemptiva constitui-se no tratamento precoce da dor – ou seja, antes mesmo que ocorra a lesão tecidual -, e tem sido amplamente estudada e empregada em medicina humana com o objetivo de reduzir a dor pós-operatória, que produz efeitos sistêmicos indesejados e retarda a recuperação do paciente. Além disso, visa diminuir o consumo de analgésicos durante o pós-operatório e, por conseqüência, evitar seus efeitos adversos. Apesar de haver algumas evidências clínicas de sua efetividade, não está provado que a analgesia preemptiva previna os estados de hipersensibilização periférica e central, fenômenos observados no período pós-operatório. Assim, e principalmente em medicina veterinária, são necessárias maiores investigações sobre essa técnica, para elucidar as vantagens que ela proporciona e quais os fármacos mais indicados nessa conduta.

Unitermos: analgesia, preemptiva, cães, gatos


CIRURGIA: Enxertos cutâneos – revisão

Autores: Sheila Canevese Rahal ; Marcelo Sávio Paiva do Amaral, Evandro Moacyr dos Santos Teixeira, Evelyn Hasegawa Gonçalves Caporali, Khadije Hette

Resumo: O enxerto de pele consiste na transferência, para o leito receptor, de uma porção de epiderme e derme completamente destacada do local doador. Em cães e gatos, o método é utilizado no tratamento de feridas que, em geral, não permitem o emprego do retalho cutâneo. Os enxertos podem ser classificados em função da relação hospedeiro-doador, da fonte, da forma e da espessura. O presente artigo tem por objetivo discorrer sobre o auto-enxerto em malha de espessura total e o auto-enxerto de espessura parcial, comentando as indicações, as vantagens, as desvantagens, as formas de aplicação e os cuidados pós-operatórios de cada um deles. Quando adequadamente aplicados, os enxertos cutâneos são uma excelente opção de tratamento, embora exijam maior dispêndio de tempo, tanto no ato cirúrgico quanto nos cuidados pós-operatórios.

Unitermos: Enxerto, pele, espessura, malha


ORTOPEDIA: Utilização de fios de náilon na técnica de fixação segmentar dorsal modificada

Autores: Otávio Pedro Neto ; Eduardo Alberto Tudury, Amaro Fábio de Albuquerque Souza, Maíra Santos Severo

Resumo: A fixação segmentar dorsal modificada é uma técnica simples, versátil, resistente e eficiente como método de estabilização espinhal. Problemas freqüentes associados a essa técnica incluem a ruptura dos fios de cerclagem, fraturas de processos espinhosos e articulares vertebrais. O objetivo deste trabalho foi estudar a possibilidade de substituir o fio de aço inoxidável pelo fio de náilon na tentativa de, por meio da sua elasticidade, prevenir o rompimento dos processos ósseos vertebrais utilizados como pontos de ancoragem e fixação dos fios ortopédicos. Relatam-se doze estabilizações de fraturas e/ou luxações da coluna vertebral em cães e gatos acompanhados por 45 dias, nos quais os fios de aço foram substituídos, com sucesso, por fios de náilon de pescaria com espessuras de 0,43 a 0,60mm. Os fios de náilon garantiram correta fixação espinhal, sem perda do realinhamento do canal vertebral e impediram a ocorrência de fraturas dos processos vertebrais.

Unitermos: Fraturas e luxações vertebrais, náilon, cães e gatos


CLÍNICA MÉDICA: Gastrenterite eosinofílica em cão – relato de caso

Autores: Andréia R. Lordelo Wludarski ; Helena Ferreira, Maurício Uesugui, Maria Carolina O. N. Munhoz, Viciany E. Fabris

Resumo: O presente trabalho descreve o diagnóstico e o tratamento de um caso de gastrenterite eosinofílica canina, em uma cadela da raça rottweiler de três anos e seis meses de idade. O animal apresentava como principais sinais clínicos hematêmese e hematoquesia intermitentes com duração de 45 dias, perda de peso e mucosas de coloração rósea clara. O hemograma indicou presença de anemia e o leucograma revelou intensa eosinofilia. O exame de ultra-som abdominal e o exame radiográfico de trânsito intestinal sugeriram presença de gastrite e espessamento de trato digestivo de uma maneira geral. Realizou-se laparotomia exploratória, na qual constatou-se presença de diversos nódulos no estômago. Foi feita biópsia de estômago e ceco para análise histopatológica. Ao exame histológico observou-se presença de infiltrado inflamatório rico em eosinófilos além de ulceração de mucosa o que, juntamente com os demais exames e o quadro clínico, levou ao diagnóstico de gastrenterite eosinofílica. O animal foi medicado e apresentou remissão dos sinais clínicos.

Unitermos: Gastrenterite, eosinofilia, cães


HOMEOPATIA: Utilização curativa e profilática de medicamento homeopático em quadro caracterizado por sintomatologia nervosa em recém-nascidos.

Autores: Nilson Roberti Benites, Priscila Anne Melville, Idercio Luis Sinhorini




Informação adicional

Peso 230 g
Dimensões 28 x 21 x 0.4 cm

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