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Clínica Veterinária n. 46

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ORTOPEDIA: Ruptura do ligamento cruzado cranial em cães: fisiopatogenia e diagnóstico
ZOONOSE: Histoplasmose em cão na área urbana de Cuiabá, MT. Relato de caso
ZOONOSE: Avaliação dos níveis de aglutininas antileptospiras em gatos no município de Patos – PB
REPRODUÇÃO: Prolapso uterino em gata – relato de três casos
CARDIOLOGIA: Estenose subaórtica em cães e gatos. Diagnóstico ecocardiográfico

Edição não consta no acervo digital

Descrição


Artigos científicos presentes na Clínica Veterinária n. 46, setembro/outubro/2003, ano VIII:

ORTOPEDIA: Ruptura do ligamento cruzado cranial em cães: fisiopatogenia e diagnóstico

Autores: Leonardo Augusto Lopes Muzzi ; Cleuza Maria de Faria Rezende, Ruthnéa Aparecida Lázaro Muzzi, Natalie Ferreira Borges

Resumo: O ligamento cruzado cranial (LCC) tem a função de impedir o deslocamento cranial da tíbia em relação ao fêmur e a hiperextensão da articulação, assim como limitar a rotação interna da tíbia. Forças excessivas em qualquer um desses movimentos podem resultar na ruptura do LCC, principalmente se este estiver enfraquecido em decorrência de processo degenerativo crônico. A perda funcional dessa estrutura leva à instabilidade articular, sendo a principal causa de alterações degenerativas na articulação femorotibiopatelar. O diagnóstico da ruptura do ligamento baseia-se principalmente nos achados clínicos, sendo importante a realização dos testes do deslocamento craniocaudal da tíbia e da compressão tibial. Além disso, outros métodos de diagnóstico podem ser utilizados, como a avaliação radiográfica, a ressonância magnética, a ultra-sonografia, a análise do líquido sinovial e a artroscopia.

Unitermos: Articulação femorotibiopatelar, joelho, ortopedia


ZOONOSE: Histoplasmose em cão na área urbana de Cuiabá, MT. Relato de caso

Autores: Cláudia Gorgulho Nogueira Fernandes ; Saulo Teixeira de Moura, Marilda Avila, Gerson Blatt, Pedro Alexandre de Oliveira Júnior

Resumo: A histoplasmose é uma zoonose causada pelo fungo dimórfico Histoplasma capsulatum. A fonte de infecção para o homem e os animais geralmente é a mesma, solo contendo matéria orgânica rica em nitrogênio. Não há relatos científicos de transmissão direta entre o homem e outros mamíferos. O presente trabalho descreve um foco natural de histoplasmose no perímetro urbano de Cuiabá-MT, baseado no isolamento do H. capsulatum de lesão dermatológica em um dos cães da residência. O diagnóstico foi realizado por cultura fúngica do fragmento de pele. O animal nasceu e foi criado em Cuiabá, não tinha acesso à rua e tampouco história de viagens a locais com grutas e cavernas. Vivia em amplo quintal com terra, árvores frutíferas, dividindo o espaço com espécies de pássaros e morcegos. Na vasilha de ração e no solo foram encontradas fezes de aves, de onde também foi isolado o H. capsulatum. Este é o primeiro registro científico de contaminação por H. capsulatum em área urbana do Estado de Mato Grosso.

Unitermos: Histoplasma capsulatum, histoplasmose, zoonose, cães, saúde pública


ZOONOSE: Avaliação dos níveis de aglutininas antileptospiras em gatos no município de Patos – PB

Autores: Clebert José Alves ; Sílvio Arruda Vasconcellos, Zenaide Macedo Morais, José Sóstenes Leite de Andrade, Inácio José Clementino, Sérgio Santos Azevedo, Fabiano Alexandre Santos

Resumo: A leptospirose em gatos tem sido citada como de ocorrência incomum, o que indica a existência de certa resistência natural a essa afecção na espécie. Entretanto, inquéritos soroepidemiológicos conduzidos por diferentes autores relatam a soroconversão para vários sorovares de leptospiras. Desse modo, o presente trabalho teve como objetivo pesquisar a presença de aglutininas antileptospiras em gatos atendidos na clínica de pequenos animais do Hospital Veterinário/CSTR/Campus-VII/UFPB com ou sem sinais clínicos da doença, bem como a colheita de amostras de soro sangüíneo de gatos provenientes de diferentes bairros da cidade de Patos – PB. O material constituiu-se de 100 amostras, processadas pela técnica de soro-aglutinação microscópica (SAM) no laboratório de Doenças Transmissíveis do CSTR/Campus-VII. Os resultados revelaram prevalência de 11%, com destaque para os sorotipos pomona e autumnali

Unitermos: Gatos, leptospira, anticorpos


REPRODUÇÃO: Prolapso uterino em gata – relato de três casos

Autores: Luciana da Silva Leal ; Eunice Oba, Nereu Carlos Prestes, Sony Dimas Bicudo

Resumo: O prolapso uterino é uma alteração rara em gatas domésticas, e pode se manifestar no corpo, em um ou em ambos os cornos uterinos. Geralmente é observado em gatas com mais de dois anos de idade, primíparas ou pluríparas. O útero apresenta o prolapso quase que imediatamente ou poucas horas após o nascimento do último filhote. Carência de exercícios durante a prenhez, fraqueza dos ligamentos uterinos, segundo estágio do parto prolongado, separação incompleta da placenta e produto relativamente grande podem ser fatores responsáveis pelo prolapso. Dependendo da severidade e da duração do prolapso, diferentes tratamentos podem ser adotados. Em alguns casos a redução do útero para a cavidade abdominal pode ser realizada manualmente. Em muitos casos, entretanto, a amputação do útero evertido é necessária. O presente trabalho descreve três casos de prolapso uterino em gatas domésticas adultas, pluríparas, e o procedimento cirúrgico adotado.

Unitermos: Prolapso, uterino, gata


CARDIOLOGIA: Estenose subaórtica em cães e gatos. Diagnóstico ecocardiográfico

Autores: Maria Cristina Donadio Abduch ; Luciana de Oliveira D. Barbusci, Vera Demarchi Aiello

Resumo: Define-se como estenose subaórtica (ESAo) a redução do diâmetro da via de saída do ventrículo esquerdo (VE), logo abaixo da valva aórtica, por uma protuberância ou anel fibroso ou fibromuscular. O defeito acomete o homem e outros mamíferos como o cão, o gato, o porco e a vaca, sendo a terceira cardiopatia congênita mais freqüente em cães. Sete cães e cinco gatos foram encaminhados para exame ecocardiográfico por apresentarem, à auscultação cardíaca, sopro sistólico em bordo esternal esquerdo ou foco aórtico. O diagnóstico ecocardiográfico baseou-se na observação direta da lesão obstrutiva, no estudo de fatores hemodinâmicos correlacionados ao tipo de obstrução e na presença de gradiente através da via de saída do ventrículo esquerdo, calculado pelo Doppler contínuo. Cinco cães (71,43%) apresentaram estenose subaórtica fixa por anel fibroso, 2 cães (28,57%), estenose subaórtica fixa fibromuscular e todos os 5 gatos, estenose subaórtica muscular dinâmica. O ecocardiograma tem papel de destaque no diagnóstico da ESAo por ser um método não invasivo e de baixo custo. Utilizando esse recurso diagnóstico, o médico veterinário é capaz de identificar a doença, sua repercussão sobre o coração e a presença de lesões associadas.

Unitermos: Estenose subaórtica, ecocardiografia, cardiopatias congênitas, cães, gatos




Informação adicional

Peso 275 g
Dimensões 28 x 21 x 0.4 cm

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