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Clínica Veterinária n. 43

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REPRODUÇÃO: Senescência reprodutiva. Desafios à fisiologia – revisão
DERMATOLOGIA: Frequência de dermatófitos e fungos saprófitas em caninos e felinos com sintomatologia sugestiva de dermatopatia micótica atendidos no Hospital Veterinário da UFRPE
DOENÇAS INFECCIOSAS: Infecção do trato urinário em cão por Salmonella enterica sorotipo Enteritidis. Relato de caso
PARASITOLOGIA: Giardíase em cães e gatos – revisão

Edição não consta no acervo digital

Descrição


Artigos científicos presentes na Clínica Veterinária n. 43, março/abril/2003, ano VIII:

REPRODUÇÃO: Senescência reprodutiva. Desafios à fisiologia – revisão

Autores: Mariana Machado Neves ; Antônio de Pinho Marques Júnior, Erika Christina Santos Oliveira

Resumo: A senescência reprodutiva abrange os aspectos do declínio reprodutivo relacionados à idade, varia muito de indivíduo para indivíduo e se apresenta de maneira distinta na fêmea e no macho. Na fêmea está ligada a alterações no eixo hipotalâmico-hipofisário-ovariano, com conseqüente exaustão folicular e diminuição na concentração dos esteróides gonadais, o que não ocorre com o macho, que não perde completamente a fertilidade. Modificações morfológicas e funcionais no sistema reprodutivo, e no organismo como um todo, acompanham essa fase. O declínio da fertilidade é o principal sintoma clínico decorrente da má qualidade dos gametas. A medicina veterinária atual tem proporcionado maior expectativa de vida aos animais de estimação, o que favorece estudos sobre o envelhecimento reprodutivo. A presente revisão apresenta os eventos fisiológicos que ocorrem na senescência, com ênfase às alterações clínicas e reprodutivas decorrentes desse processo.

Unitermos: Senescência, reprodução, macho, fêmea


DERMATOLOGIA: Frequência de dermatófitos e fungos saprófitas em caninos e felinos com sintomatologia sugestiva de dermatopatia micótica atendidos no Hospital Veterinário da UFRPE

Autores: Milena de Paiva Cavalcanti ; Maria Aparecida da Gloria Faustino, José Bezerra Gomes Filho, Leucio Câmara Alves

Resumo: “Durante dois anos (agosto/1998 julho/2000), 471 amostras de raspados cutâneos obtidos de cães e 22 de gatos, atendidos no Hospital Veterinário da Universidade Federal Rural de Pernambuco, foram examinadas através de preparações em KOH e semeadura em ágar Sabouraud. Os percentuais das infecções foram: 70,99% para dermatomicose, 13,80% para dermatófitos, sendo o Aspergillus spp o fungo oportunista predominante (16,63%). Entre os animais positivos, os índices de infecção por dermatófitos e fungos saprófitas foram, respectivamente, de 19,43 e 80,57%. Entre os cães positivos, 13,16% estavam infectados por dermatófitos: 63,00% por Microsporum e 37,00% por Trichophyton. Nos felinos positivos, 27,27% tinham infecção por dermatófitos, todos pelo gênero Microsporum.”

Unitermos: Dermatopatias micóticas, caninos, felinos, dermatófitos


DOENÇAS INFECCIOSAS: Infecção do trato urinário em cão por Salmonella enterica sorotipo Enteritidis. Relato de caso

Autores: Márcio Garcia Ribeiro ; Cristina de Jesus Câmara Brito, Antônio Carlos Paes, Jane Megid, José Paes de Almeida Nogueira Pinto, Fernando José Paganini Listoni

Resumo: Relata-se caso de infecção do trato urinário em um cão por Salmonella enterica sorotipo Enteritidis. O animal apresentava apatia, emagrecimento progressivo, oligodipsia, polaciúria e normoquesia. Ao exame clínico foram constatadas magreza, mucosas hipocoradas, secreção nasal serosa, esplenomegalia e sensibilidade à palpação em região lombar (renal). Os exames hematológicos revelaram anemia e linfopenia. No exame de urina verificou-se proteinúria, piúria e hematúria. A colheita de urina por cateterização e cistocentese permitiu o isolamento de Salmonella Enteritidis. Apesar de prescrita a terapia antimicrobiana e de suporte, o animal apresentou recidiva e veio a óbito. À necropsia foram observados pneumonia em fase de hepatização vermelha, degeneração hepática, enterite, esplenomegalia, aderência de cápsula renal, congestão e infarto renal. Do cultivo microbiológico de fragmentos de rim, fígado e de alça intestinal obteve-se o reisolamento de Salmonella enterica sorotipo Enteritidis.

Unitermos: Infecção do trato urinário, Salmonella, cão


PARASITOLOGIA: Giardíase em cães e gatos – revisão

Autores: Maria Anete Lallo ; Lucas Campos de Sá Rodrigues, Eduardo Fernandes Bondan

Resumo: Os parasitas pertencentes ao gênero Giardia são protozoários flagelados que habitam o trato intestinal de ampla variedade de espécies de vertebrados. Entretanto, somente a Giardia intestinalis (sinônimo de G. duodenalis ou G. lamblia) é encontrada no homem e em outros mamíferos, incluindo cães, gatos, bovinos, suínos, ovinos e cavalos. A giardíase é considerada uma zoonose e um problema de saúde pública em todo o mundo. É um exemplo clássico de doença de veiculação hídrica, o que facilita a sua disseminação entre os animais e o homem. O presente artigo descreve sucintamente as principais características da giardíase em cães e gatos: etiologia, ciclo de vida do agente, sinais clínicos e sintomas, patogenia, diagnóstico, tratamento e epidemiologia.

Unitermos: Giardia, giardíase, cães, gatos




Informação adicional

Peso 210 g
Dimensões 28 x 21 x 0.4 cm

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