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Clínica Veterinária n. 41

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RADIOLOGIA: Estudo radiográfico de dois casos de hérnia de hiato esofágico
REPRODUÇÃO: Reconhecimento e considerações da distocia em fêmeas da espécie canina: revisão
CLÍNICA MÉDICA: “Babesiose canina revisão”
CLÍNICA MÉDICA: Babesiose canina: uma visão dos clínicos veterinários de Minas Gerais
RADIOLOGIA: Estudo radiográfico de dois casos de hérnia de hiato esofágico

Edição não consta no acervo digital

Descrição


Artigos científicos presentes na Clínica Veterinária n. 41, novembro/dezembro/2002, ano VII:

RADIOLOGIA: Estudo radiográfico de dois casos de hérnia de hiato esofágico

Autores: Maria Cristina F. N. Soares Hage ; Masao Iwasaki

Resumo: “No presente estudo foram analisadas radiografias de animais das espécies canina e felina com diagnóstico radiográfico de hérnia de hiato esofágico, encaminhados ao serviço de Radiologia do Hospital Veterinário da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo no período de dezembro de 1980 a novembro de 1998, para: obter informações quanto à freqüência dessa anomalia avaliar a sua distribuição quanto às variáveis espécie, raça, idade e sexo estudar as alterações radiográficas e comparar os resultados encontrados com a literatura pertinente. Apenas dois casos de hérnia de hiato esofágico do tipo axial foram levantados dos arquivos, sendo um na espécie canina e outro na espécie felina. Ambos os animais foram submetidos a exames radiográficos contrastados para a confirmação da hérnia em um deles foi necessário o uso da compressão abdominal com balão de ar para a documentação radiográfica da condição.”

Unitermos: Radiografia, hérnia de hiato esofágico, diafragma, cães, gatos


REPRODUÇÃO: Reconhecimento e considerações da distocia em fêmeas da espécie canina: revisão

Autores: Simona Teobaldo Sanchez ; Rinaldo Cavalcante Ferri

Resumo: As variações que ocorrem durante a gestação normal e o parto na cadela fazem com que o reconhecimento da distocia seja muitas vezes difícil, embora esta seja de ocorrência freqüente na prática médico-veterinária. Assim, é necessário que o clínico detenha conhecimentos sobre o parto normal, e tenha informações sobre as condutas para o diagnóstico e os tipos de terapêutica que propiciem o sucesso do tratamento dessa afecção. O presente estudo visa informar o clínico sobre as taxas de ocorrência, as causas, os tratamentos mais efetivos e a sobrevivência materna e neonatal no parto distócico. A maioria das cesarianas é realizada em regime emergencial, e a causa mais comum é a distocia de origem materna. Esses dados demonstram a importância do diagnóstico precoce da distocia, e da necessidade de decidir rapidamente pela cesariana, a fim de melhorar o prognóstico de sobrevivência materna e neonatal.

Unitermos: Cadela, cesariana, parto, distocia


CLÍNICA MÉDICA: “Babesiose canina revisão”

Autores: Leonardo P. Brandão ; Mitika Kuribayashi Hagiwara

Resumo: A babesiose canina é uma doença parasitária de características hemolíticas, transmitida por carrapatos, que causa anemia em decorrência da infecção das hemácias por hematozoários do gênero Babesia spp. Babesia canis e Babesia gibsoni são as duas espécies capazes de infectar o cão, e a gravidade dos sintomas clínicos, bem como o comprometimento múltiplo de órgãos, é dependente da intensidade da hemólise promovida pelo hemoparasita, da patogenicidade da cepa envolvida, e de características de susceptibilidade relacionadas ao hospedeiro. Novas informações sobre a patogênese da doença, o diagnóstico, as perspectivas de tratamento e o desenvolvimento de imunidade nos animais infectados são apresentadas nesta revisão.

Unitermos: Cães, Babesia canis, infecção, tratamento, imunidade


CLÍNICA MÉDICA: Babesiose canina: uma visão dos clínicos veterinários de Minas Gerais

Autores: Antonio Marcos Guimarães ; Trícia Maria F. S. de Oliveira, Idael C. de Almeida Santa Rosa

Resumo: Com o objetivo de obter informações qualitativas sobre a babesiose canina, um questionário sobre o assunto foi enviado, em março de 2001, a 221 estabelecimentos de atuação na clínica veterinária de pequenos animais de Minas Gerais. A babesiose tem importância média ou alta para 91% dos clínicos que participaram da pesquisa (40/44). Com relação à freqüência de atendimento a cães portadores dessa enfermidade, para 77% da população estudada ela é baixa ou média, para 12% ela é alta, e para 9% ela é rara. Quanto aos sinais clínicos mais observados, os profissionais apontaram, em ordem decrescente: apatia, anemia, febre e inapetência. As respostas obtidas foram analisadas com base nos conhecimentos epidemiológicos, clínicos, terapêuticos e de diagnóstico, gerados pelas mais recentes investigações sobre a babesiose canina.

Unitermos: Cães, B. canis, R. sanguineus, veterinários, clínicos, Minas Gerais


RADIOLOGIA: Estudo radiográfico de dois casos de hérnia de hiato esofágico

Autores: Maria Cristina F. N. Soares Hage ; Masao Iwasaki

Resumo: “No presente estudo foram analisadas radiografias de animais das espécies canina e felina com diagnóstico radiográfico de hérnia de hiato esofágico, encaminhados ao serviço de Radiologia do Hospital Veterinário da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo no período de dezembro de 1980 a novembro de 1998, para: obter informações quanto à freqüência dessa anomalia avaliar a sua distribuição quanto às variáveis espécie, raça, idade e sexo estudar as alterações radiográficas e comparar os resultados encontrados com a literatura pertinente. Apenas dois casos de hérnia de hiato esofágico do tipo axial foram levantados dos arquivos, sendo um na espécie canina e outro na espécie felina. Ambos os animais foram submetidos a exames radiográficos contrastados para a confirmação da hérnia em um deles foi necessário o uso da compressão abdominal com balão de ar para a documentação radiográfica da condição.”

Unitermos: Radiografia, hérnia de hiato esofágico, diafragma, cães, gatos




Informação adicional

Peso 250 g
Dimensões 28 x 21 x 0.4 cm

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