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Clínica Veterinária n. 34

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ORTOPEDIA: Luxação medial de patela em cães – revisão
CLÍNICA MÉDICA: Transfusão sanguínea
ORTOPEDIA: Displasia do cotovelo em cães – revisão
PARASITOLOGIA: Neosporose canina – revisão

Edição não consta no acervo digital

Descrição


Artigos científicos presentes na Clínica Veterinária n. 34, setembro/outubro/2001, ano VI:

ORTOPEDIA: Luxação medial de patela em cães – revisão

Autores: Patricia Popak Maria ; João Guilherme Padilha Filho, Tiago Ladeiro de Almeida

Resumo: “A luxação medial de patela é considerada uma das afecções mais comuns da articulação fêmuro-tíbio-patelar do cão. É encontrada principalmente em raças toy e miniatura, e apresenta predileção sexual por fêmeas, que são uma vez e meia mais afetadas que os machos. Tem origem congênita ou traumática, e caracteriza-se pelo deslocamento medial da patela em relação ao eixo longitudinal da diáfise femoral. Os fatores etiopatogênicos dessa moléstia são muitos dentre eles, podem ser citados o deslocamento medial do quadríceps, o arrasamento do sulco troclear e o deslocamento medial da crista tibial. A luxação de patela é classificada em graus, de acordo com a severidade dos achados clínicos e a deformidade óssea. A sintomatologia varia, em conformidade com o grau de luxação, de claudicação esporádica à impotência funcional do membro. O tratamento pode ser cirúrgico ou conservativo. A correção cirúrgica consiste em estabilizar a patela na tróclea femoral, e o tratamento conservativo contempla repouso e administração de analgésicos. As luxações mediais de graus 1, 2 e 3 apresentam prognóstico favorável, enquanto aquelas de grau 4 têm prognóstico desfavorável, em virtude das severas deformidades ósseas e rotacionais que promovem.”

Unitermos: luxação, patela, joelho, cães


CLÍNICA MÉDICA: Transfusão sanguínea

Autores: Patricia Mendes Pereira ; Flávia de Souza Ramalho

Resumo: A transfusão sangüínea é um importante recurso terapêutico na clínica de animais de companhia. A transfusão de sangue total, ou de alguns de seus componentes como papa de hemácias, e plasmas é recomendada em diferentes situações clínicas. A transfusão de sangue total ou de papa de hemácias é usada principalmente em portadores de anemias, para aumentar o número de hemácias e restabelecer a capacidade de transporte de oxigênio pelo sangue. Deficiências dos fatores de coagulação que resultam em hemorragias podem ser corrigidas com plasma fresco congelado ou sangue fresco total. O plasma congelado pode ser usado como tratamento coadjuvante em pacientes com hipoproteinemia ou deficiência de imunoglobulinas. O presente artigo discute as indicações de uso do sangue total e de seus componentes, as formas de separação e conservação do sangue e os cuidados a serem tomados durante a transfusão.

Unitermos: Transfusão sangüínea, sangue total, componentes sangüíneos


ORTOPEDIA: Displasia do cotovelo em cães – revisão

Autores: André Luis Selmi ; Glenda Ramalho Barbudo, João Guilherme Padilha Filho

Resumo: Na rotina da clínica veterinária, a constante presença de animais jovens com claudicação em membros torácicos representa um desafio para o médico veterinário, uma vez que essa sintomatologia pode decorrer de muitas causas. Dentre as diferentes doenças osteoarticulares que acometem os cães, a displasia do cotovelo expressão utilizada para descrever a osteocondrose do côndilo medial do úmero, a fragmentação do processo coronóide medial da ulna, a não-união do processo ancôneo e a incongruência articular é importante causa de claudicação. Habitualmente, o exame clínico das afecções osteoarticulares é de difícil interpretação, pois alterações das articulações do ombro e do cotovelo podem produzir sinais clínicos semelhantes. O diagnóstico é confirmado por exame radiográfico do cotovelo do animal mas, em decorrência da complexidade anatômica dessa região, a identificação de algumas lesões tem sido baseada em alterações degenerativas secundárias da articulação. O presente trabalho apresenta a fisiopatologia das diferentes afecções denominadas displasia do cotovelo, os tratamentos passíveis de serem empregados em cada uma delas, e as vantagens e desvantagens de cada opção terapêutica.

Unitermos: Osteocondrose, fragmentação do processo coronóide, não-união do processo ancôneo, articulação do cotovelo, cães


PARASITOLOGIA: Neosporose canina – revisão

Autores: Jamile Haddad Giraldi ; Ana Paula F.R.L. Bracarense, Odilon Vidotto

Resumo: A neosporose é uma doença recentemente diagnosticada, provocada pelo parasita protozoário Neospora caninum, filo Apicomplexa. Até 1988 esse protozoário era confundido com o Toxoplasma gondii em virtude da estreita similaridade estrutural e biológica entre ambos. O N. caninum infecta diferentes hospedeiros, mas apresenta predileção por cães e bovinos. Os cães acometidos podem apresentar sintomatologia neurológica, cardíaca, muscular, dérmica e pulmonar. Nos bovinos, a doença é uma causa importante de abortos endêmicos e epidêmicos, provocando sérios prejuízos econômicos em muitos países. O reconhecimento do cão como hospedeiro definitivo do N. caninum – por meio da eliminação de oocistos nas fezes – permite a implementação de medidas de controle eficazes contra a doença. O presente artigo faz uma revisão sobre a estrutura, o ciclo de vida, os sinais clínicos, as lesões macroscópicas e microscópicas, o diagnóstico e o tratamento da doença, com ênfase na neosporose canina.

Unitermos: Neospora caninum, cães, neosporose, ciclo de vida, diagnóstico, histopatologia




Informação adicional

Peso 230 g
Dimensões 28 x 21 x 0.4 cm

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