Clínica Veterinária n. 128

R$ 30,00

SAÚDE PÚBLICA: Parasitos com potencial zoonótico nas fezes de cães, em locais públicos, na cidade de Barueri, SP, Brasil
ONCOLOGIA: Colangiocarcinoma em uma cadela jovem – relato de caso
ORTOPEDIA: Tratamento conservativo para hiperextensão tibiotársica bilateral em cão – relato de dois casos
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Cistos renais em macaco-prego (Sapajus libidinosus) – relato de caso
CLÍNICA: Anemia hemolítica imunomediada em cadela da raça teckel – relato de caso
ORTOPEDIA: Fisioterapia da articulação escapuloumeral em cães com osteocondrite dissecante – revisão da literatura

Descrição


Artigos científicos presentes na Clínica Veterinária n. 128, maio/junho/2017, ano XXII:

SAÚDE PÚBLICA: Parasitos com potencial zoonótico nas fezes de cães, em locais públicos, na cidade de Barueri, SP, Brasil

Autores: André Luís Fernandes dos Santos; Carolina de Queiroz P. Oliveira; Maria Cristina Ribeiro Guimarães; Maria S. C. Mello; Patrícia Ribeiro Dourado

Resumo: Os cães são responsáveis por muitas zoonozes. Este trabalho apresenta algumas zoonoses transmitidas por parasitas fecais. A pesquisa foi realizada entre junho e agosto de 2015, e avaliaram-se fezes coletadas de quatro locais diferentes; foram coletados 20 pools fecais (cinco pools por local). Logo após a coleta, as amostras foram encaminhadas ao laboratório de análises clínicas, para a pesquisa de parasitas pelo método de flutuação fecal com açúcar de Wisconsin modificado. Do total de amostras analisadas, 85% tinham ovos de parasitas, sendo os mais frequentes os ovos de Ancylostoma sp (100% das amostras), seguidos por 17,6% de ovos de Toxocara canis e cistos de Giardia sp, e 5,9% de ovos de Trichuris vulpis e tenídeos. Esses resultados mostram a necessidade do controle parasitário de cães na região, para diminuir a contaminação ambiental e o risco de zoonoses.
Unitermos: caninos, zoonozes, doenças parasitárias, ancilostomíase


ONCOLOGIA: Colangiocarcinoma em uma cadela jovem – relato de caso

Autores: Ricardo Henrique Miziara; Bruna Maria Pereira Coelho Silva; Vera Assunta B. Fortunato Wirthl; Demétrio Ian Carvalho de Godoy; Tatiane Ribeiro Melo; Celina Seiko Takenaka; Luciana Neves Torres; Denise Saretta Schwartz; Márcia Mery Kogika

Resumo: As neoplasias hepatobiliares primárias apresentam baixa prevalência em cães, geralmente acometendo animais de 9 a 12 anos. Este relato descreve um caso de colangiocarcinoma de curso clínico agudo em cadela de três anos de idade da raça labrador retriever, com histórico de êmese e hiporexia. Os exames físico e laboratorial evidenciaram hipertermia, icterícia, hipoglicemia, leucocitose, anemia, trombocitopenia e coagulopatia. Na ultrassonografia abdominal, observou-se o fígado aumentado, ecotextura heterogênea com áreas hiperecogênicas e hipoecogênicas irregulares. O animal desenvolveu quadro hemolítico grave, que culminou em óbito. Na necrópsia, constatou-se fígado aumentado e irregular, microscopicamente caracterizado como colangiocarcinoma, com metástase em medula óssea, rins e baço, além de embolia pulmonar neoplásica. Este relato denota um caso atípico de colangiocarcinoma, devido à precocidade de sua ocorrência.
Unitermos: canino, fígado, neoplasia hepatobiliar


ORTOPEDIA: Tratamento conservativo para hiperextensão tibiotársica bilateral em cão – relato de dois casos

Autores: Fernando B. da Silva Sobrinho; Cássia Regina Oliveira Santos; Ítalo Barbosa Lemos Lopes; Andrezza Cavalcanti de Andrade; Jamilly Nunes Ramos; Ana Amélia Domingues Gomes; Alexandre Redson Soares Silva

Resumo: A hiperextensão articular tibiotársica é uma enfermidade de cunho hereditário e de rara incidência em animais de companhia. A hiperextensão articular pode afetar os membros pélvicos e é caracterizada pela hiperextensão tibiotársica, e pela dificuldade de flexão do membro acometido, atingindo em alguns casos a articulação do joelho. A escolha do tratamento é baseada no diagnóstico precoce, que quanto antes realizado, mais aumenta as possibilidades de resultados favoráveis. Foram atendidos dois filhotes, um da raça yorkshire terrier e outro da raça schnauzer, apresentando queixa de deficiência de locomoção em membros pélvicos, sendo ambos diagnosticados com hiperextensão da articulação tibiotársica. O tratamento conservativo foi instituído por meio de fisioterapia passiva, ativa e bandagens, proporcionando boa recuperação funcional sem necessidade de intervenção cirúrgica.
Unitermos: articulação tibiotársica, anormalidades congênitas, bandagens, imobilização


DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Cistos renais em macaco-prego (Sapajus libidinosus) – relato de caso

Autores: Géssica Giselle A. Silva Araújo; Angélica da Costa F. de Souza; Vanja de Andrade Gueiros; Simone Boop; Jacinta Eufrásia Brito Leite; Fabiano Séllos Costa

Resumo: Lesões císticas em parênquima renal podem ser atribuídas a vários tipos de condições patológicas, entre as quais estão os cistos renais adquiridos e a doença renal policística. Alguns critérios clínicos são utilizados para a distinção entre essas duas doenças. O exame ultrassonográfico auxilia na caracterização de lesões císticas em órgãos abdominais, permitindo o diagnóstico dessas enfermidades. Relata-se o caso de uma fêmea adulta jovem de macaco-prego (Sapajus libidinosus) que foi submetida à avaliação clínica e ultrassonográfica, visando avaliar o estado de higidez para reintrodução na natureza. Embora o exame físico não tenha revelado nenhum tipo de alteração, foi identificada no exame ultrassonográfico a presença de alguns cistos renais no rim direito concomitantes com cisto hepático. Existem poucos relatos na literatura da presença de cistos renais em primatas.
Unitermos: ultrassonografia, primatas, cisto hepático


CLÍNICA: Anemia hemolítica imunomediada em cadela da raça teckel – relato de caso

Autores: João Otávio Sacchi; Marilene Machado Silva; Jessica Crespi Sabadin; Jessica Naiara Voitena; Lindomar Fernandes Pessoa; Pedro Argel Zadinelo Moreira

Resumo: A  anemia  hemolítica  imunomediada  leva  à  remoção  prematura  dos  eritrócitos. Considerada reação de hipersensibilidade tipo 2, nela os eritrócitos estão recobertos por anticorpos ou complemento e são fagocitados no baço ou lisados nos vasos sanguíneos. É primária, quando as causas são desconhecidas, ou secundária, quando decorre de antígenos externos. O diagnóstico é terapêutico ou pelo teste de Coombs direto positivo e achados laboratoriais, como anemia moderada a grave de regeneração variável, policromasia, esferocitose, aglutinação de hemácias, hiperbilirrubinemia e hemoglobinúria. O tratamento é feito com doses imunossupressoras de anti-inflamatórios esteroidais, como a prednisona. Relata-se o caso de uma cadela com anemia hemolítica imunomediada primária, apresentando quadro de início agudo, apatia, dispneia, dor à palpação abdominal, esplenomegalia e mucosas pálidas. O teste de Coombs direto foi positivo. Utilizou-se prednisona, com resposta desfavorável,  seguida  pela  associação  de  outros  fármacos.  Com  a  evolução  desfavorável e mau prognóstico, o proprietário optou pela eutanásia.
Unitermos: hemólise, autoanticorpos, aglutinação


ORTOPEDIA: Fisioterapia da articulação escapuloumeral em cães com osteocondrite dissecante – revisão da literatura

Autores: Luís Guilherme de Faria; Patrícia Popak; Luciane dos Reis Mesquita; Gabriela Rodrigues Sampaio; Bruno Watanabe Minto; Fernando Y. Kitamura Kawamoto; João Augusto Leonel de Souza

Resumo: Na medicina veterinária, a fisioterapia pode ser usada para o fortalecimento de grupos musculares específicos, o que é particularmente interessante no tratamento conservativo da osteocondrite dissecante (OCD) da cabeça do úmero. A OCD é um distúrbio da ossificação endocondral, caracterizado por uma lesão na cartilagem articular. Há tratamentos conservativos e cirúrgicos para a enfermidade, que objetivam a volta da funcionalidade do membro e o alívio da dor. O fortalecimento da musculatura por meio de reabilitação física fortalece a musculatura periarticular e faz diminuir o avanço da osteoartrose, reduzindo a sintomatologia clínica do paciente. Algumas das principais atividades físicas usadas no tratamento de cães com OCD da cabeça do úmero incluem a movimentação ativa e passiva, hidroterapia, massagem e crioterapia.
Unitermos: fisioterapia, osteoartrite, cabeça do úmero, Canis familiaris


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Informação adicional

Peso 352 g
Dimensões 28 x 21 x 0.5 cm

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