Clínica Veterinária n. 126

R$ 40,00

CLÍNICA: Fibrossarcoma em onça-pintada (Panthera onca): uso da termografia associada à citologia aspirativa como auxilio diagnóstico
CLÍNICA:
Intoxicação por Cannabis sativa em paciente canino – relato de caso
GENÉTICA: Aneuplodia de cromossomos sexuais em gato de pelagem tortoiseshell – relato de caso
ONCOLOGIA: Tumor estromal gastrintestinal em uma cadela – relato de casos
ONCOLOGIA: Estudo retrospectivo de melanomas cutâneos em cães

Descrição

Artigos científicos presentes na Clínica Veterinária n. 126, janeiro/fevereiro/2017, ano XXII:

CLÍNICA: Intoxicação por Cannabis sativa em paciente canino – relato de caso

Autores: Juliana Barroso Félix ; Lúcia de Fátima L. dos Santos, Paula Priscila Correia Costa, Bruna Pinto Coutinho, Daniela Brízida Borga

Resumo: A maconha consiste na mistura feita a partir de folhas e flores secas da planta Cannabis sativa. Normalmente, os animais se intoxicam por meio de ingestão acidental. Os efeitos da planta são associados aos canabinoides, que não são encontrados em outras espécies vegetais. Em alguns estados dos Estados Unidos, vem sendo observado um aumento de casos de intoxicação em cães. No Brasil, os relatos são escassos. O objetivo deste trabalho é relatar um caso clínico em canino intoxicado por maconha. O cão deu entrada no hospital apresentando incoordenação motora, depressão, midríase, diminuição de reflexo pupilar, nistagmo horizontal, opistótono, bradicardia e estado de obnubilação. O paciente foi internado e submetido a um tratamento de suporte, uma vez que não há antídoto para essa intoxicação. A recuperação se deu em torno de 36 horas.
Unitermos: canino, planta, toxicologia, maconha, tratamento


CLÍNICA: Fibrossarcoma em onça-pintada (Panthera onca): uso da termografia associada à citologia aspirativa como auxilio diagnóstico

Autores: Rodrigo Hidalgo Friciello Teixeira ; André Luiz Mota da Costa, Nathália Diez Murollo, Paolla Nicole Franco, Daniel Angelo Felippi, Caio Henrique Paganini Burini

Resumo: A termografia infravermelha é um método seguro e não invasivo de pesquisa, sendo empregada no auxílio do diagnóstico de processos inflamatórios, doenças infecciosas, lesões musculares e controle reprodutivo. As imagens captadas pela termografia convertem a radiação infravermelha emanada pelos corpos em gradiente de temperatura, representado por um padrão de cores visíveis. A citologia aspirativa é um meio de investigação de fácil aplicação, e excelentes resultados preliminares, que direcionam o caso clínico para um diagnóstico. Uma onça-pintada (Panthera onca) do sexo masculino apresentando uma neoformação na região abdominal foi examinada com auxílio de um termógrafo e posteriormente com a técnica da citologia aspirativa com agulha fina. Com essa associação de técnicas, chegou-se ao diagnóstico de neoplasia mesenquimal maligna, posteriormente confirmado pelo exame histopatológico como fibrossarcoma. A termografia associada à citologia aspirativa por agulha fina forneceu excelente resultado, mostrando eficiência, rapidez e praticidade no auxílio do diagnóstico
Unitermos: animais selvagens, felídeo, zoológico, sarcoma fusiforme


GENÉTICA: Aneuplodia de cromossomos sexuais em gato de pelagem tortoiseshell – relato de caso

Autores: Maria Teresa Pereira Costa ; Richard Roberto Lobo, Valquiria Santiloni, Lígia Souza Lima Silveira da Mota

Resumo: A análise citogenética é uma importante etapa no diagnóstico de animais com histórico de esterilidade ou infertilidade. Durante anos, os estudos cromossômicos foram indicados para as espécies de produção. Atualmente, a procura por tais análises em animais de companhia tem aumentado. Em gatos, a coloração da pelagem tortoiseshell apresenta predominância de pêlos pretos mesclados com pêlos brancos e laranja pelo corpo todo, e, na coloração denominada calico, essas três cores se apresentam como manchas independentes, com predominância da cor branca. Porém, todos esses padrões são restritos a fêmeas. É raro observar gatos machos tortoiseshell ou calico, fruto da ocorrência de aberrações cromossômicas. Relata-se, neste caso, a análise cromossômica de um gato tortoiseshell com conjunto cromossômico diploide de 2n = 39,XXY, ou seja, um cromossomo X extra, semelhante ao que ocorre na síndrome de Klinefelter, em humanos.
Unitermos: coloração da pelagem, cariótipo, síndrome de Klinefelter


ONCOLOGIA: Tumor estromal gastrintestinal em uma cadela – relato de casos

Autores: Laís Limeira Rodrigues ; Luis Felipe Parra Machado, Rafael Limeira Rodrigues, Andrea D. B. Rangel de Oliveira, Eliane Ferraz Raats, Leonardo Pereira Mesquita

Resumo: Os tumores estromais gastrintestinais, ou GISTs, são neoplasias raramente descritas na espécie canina. Este trabalho teve por objetivo descrever um caso de GIST em uma cadela de dez anos de idade, da raça beagle, que apresentou hiporexia, hipodipsia e hematoquezia. Clinicamente, uma massa localizada no lúmen de uma alça intestinal foi detectada por meio de exame ultrassonográfico. Foi realizada a ressecção cirúrgica de nódulo intraluminal no jejuno. Microscopicamente, esse nódulo era composto por células mesenquimais fusiformes organizadas em feixes. Na imuno-histoquímica, as células neoplásicas foram positivas para o marcador KIT, s-100 e vimentina, sendo negativas para os marcadores de tumores originados   da musculatura lisa, a desmina e a actina muscular. Com base na histologia, e principalmente na imunomarcação para KIT, realizou-se o diagnóstico de GIST no animal do presente estudo.
Unitermos: canino, GIST, neoplasia intestinal, KIT


ONCOLOGIA: Estudo retrospectivo de melanomas cutâneos em cães

Autores: Cristine Cioato da Silva ; Thomas Normanton Guim, Cristina Gevehr Fernandes, Daniele Vitor Barboza, Marlete Brum Cleff

Resumo: Realizou-se um estudo retrospectivo dos pacientes diagnosticados com melanoma cutâneo no Hospital de Clínicas Veterinárias da Universidade Federal de Pelotas entre os anos de 2011 e 2015, abordando aspectos epidemiológicos,  diagnósticos e prognósticos. Todos os dados foram resgatados dos prontuários dos pacientes. Foram tratados cirurgicamente dezessete cães diagnosticados com melanoma cutâneo, com predomínio de fêmeas sem raça definida e idade média de 10,5 anos. O estadiamento foi realizado em onze animais, e observou-se que os pacientes em estágios mais avançados tiveram pior prognóstico. A excisão cirúrgica foi eficaz em controlar a doença. Os cães portadores de tumores pequenos e que não apresentavam metástases no momento do diagnóstico tiveram sobrevida maior e, portanto, melhor prognóstico.
Unitermos: caninos, tumores cutâneos, cirurgia, fatores prognósticos, sobrevida


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Informação adicional

Peso 290 g
Dimensões 28 x 21 x 0.5 cm

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