Clínica Veterinária n. 124

R$ 30,00

CLÍNICA: Linfangiectasia intestinal em cão – relato de caso
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Aspectos radiográficos de instabilidade atlantoaxial em um canino adulto – relato de caso
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Displasia coxofemoral em cães – revisão da literatura
ONCOLOGIA: Exames radiográficos e a ultrassonografia na tomada de decisões
ONCOLOGIA: Sarcoma renal bilateral em cadela

Descrição


Artigos científicos presentes na Clínica Veterinária n. 124, setembro/outubro/2016, ano XXI:

ONCOLOGIA: Sarcoma renal bilateral em cadela

Autores: Eliângela Torres; Paula Cava Rodrigues; Maria Carolina Ferraz de Carvalho; Cauê Pereira Toscano; Nathalia Corrêa Leite; Camila Torres da Silva Faldon; José Adauto Gonçalves

Resumo: Neoplasias renais são raras em cães. Geralmente ocorrem em animais de meia-idade, de porte médio a grande, e a maioria delas são malignas. Apenas 7 a 11% dessas neoplasias são de origem mesenquimal. As metástases de neoplasias mesenquimais renais são mais frequentes nos pulmões e nos órgãos abdominais. Os sinais clínicos são inespecíficos, como perda de peso, inapetência e hematúria. No presente relato foi diagnosticada uma neoplasia estromal renal em uma cadela rottweiler de sete anos. A queixa principal era de cansaço fácil e prostração. Nos exames identificaram-se anemia e neoplasias em ambos os rins, no fígado e no jejuno. O exame citopatológico guiado por ultrassom foi inconclusivo. O diagnóstico foi obtido post mortem, por meio de exames histopatológico e imuno-histoquímico.
Unitermos: cão, neoplasia, câncer, rins


CLÍNICA: Linfangiectasia intestinal em cão – relato de caso

Autores: Natalí Faria Martins; Danilo Roberto Custódio Marques

Resumo: Linfangiectasia é um distúrbio obstrutivo do sistema linfático que, no caso do sistema gastrintestinal, pode resultar em enteropatia com perda de proteína, o que pode levar a edema, ascite ou efusão pleural. Pode ser um distúrbio primário ou congênito, secundário ou adquirido. O objetivo deste trabalho é relatar o caso de um macho da espécie canina, yorkshire terrier, de sete anos de idade, com histórico de diarreia havia trinta dias e ascite. Os exames laboratoriais apontaram hipoproteinemia e hipoalbuminemia. O diagnóstico definitivo foi obtido por meio de biópsia, realizada por endoscopia. Depois de sete dias de tratamento, o tutor referiu melhora significativa do quadro. Depois do tratamento, o animal permaneceu apenas com dieta com restrição de gordura e ausência de sinais clínicos.
Unitermos: sistema linfático, diarreia, hipoproteinemia, hipoalbuminemia


ONCOLOGIA: Exames radiográficos e a ultrassonografia na tomada de decisões

Autores: Daniella Matos da Silva; Tilde Rodrigues Froes

Resumo: A solicitação de exames de imagem é comum durante a abordagem clínica de pacientes com neoplasia. Embora seja cada vez mais frequente a disponibilidade de técnicas avançadas de diagnóstico por imagem, os exames radiográficos e ultrassonográficos permanecem como base diagnóstica na oncologia veterinária. A presente revisão descreve considerações para melhorar a abordagem clínica de animais com neoplasias baseando-se na utilização desses exames. Aborda-se o uso dos exames para triagem do paciente, diagnóstico, estadiamento, decisão terapêutica e seguimento. Descreve-se o fluxo de trabalho diante de alguns tipos tumorais, como linfoma mediastinal em gatos e mastocitoma e osteossarcoma em cães, e citam-se os momentos em que outras técnicas de imagem poderão ser indicadas.
Unitermos: cão, gato, neoplasia, estadiamento, mastocitoma, osteossarcoma


DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Displasia coxofemoral em cães – revisão da literatura

Autores: Bruno Ferrante; Cinthia Keiko Souto; Ana Carolina B. de C. F. Pinto

Resumo: A displasia coxofemoral é uma afecção ortopédica que leva a incongruência articular e osteoartrose. Ocorre com maior frequência em cães de porte grande e gigante. Tem elevada morbidade, causando claudicação, dor, diminuição da atividade e, em casos mais graves, a perda da mobilidade. É de caráter multifatorial poligênico, resultado de fatores genéticos e ambientais. A lassitude articular é a característica mais pesquisada para o diagnóstico precoce da displasia coxofemoral, e o principal método de diagnóstico utilizado é o radiográfico. Utiliza-se tomografia computadorizada para melhor diagnóstico e controle da doença. Há tratamentos conservativos e cirúrgicos para controle da doença nos indivíduos acometidos. Ressalta-se a importância das modalidades de imagem para a seleção de reprodutores e para o controle da população das raças mais acometidas.

Unitermos: diagnóstico por imagem, radiografia, tomografia computadorizada


DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Aspectos radiográficos de instabilidade atlantoaxial em um canino adulto – relato de caso

Autores: Sabrina Barros Araujo; Aline Sousa Alves; Dayvid Vianêis Farias de Lucena; Amara Gyane Alves de Lima; Sérgio Ricardo A. de Melo e Silva; Almir Pereira de Souza

Resumo: Objetiva-se com este relato descrever os aspectos radiográficos decorrentes da instabilidade atlantoaxial associada à agenesia do processo odontoide do áxis em uma cadela adulta. Clinicamente, a paciente apresentava apatia e tetraparesia. Foi realizado um exame radiográfico simples da região cervical, que permitiu a evidenciação de agenesia do processo odontoide do áxis, sem alterações articulares. Com a aplicação do cálculo do índice de normalidade atlantoaxial, obteve-se o valor de 0,103 mm, indicando a instabilidade dessa articulação. Como conduta, foi adotada uma terapia conservativa, recorrendo-se a colar cervical, restrição da movimentação e uso de anti-inflamatório. Diante do exposto, conclui-se que animais adultos sem sintomatologia prévia podem ser portadores dessa condição, e que o cálculo do IDA foi uma ferramenta eficaz para complementar a avaliação radiográfica subjetiva dessa articulação no cão deste relato. A paciente permanece estável, utilizando o colar cervical.

Unitermos: cão, radiografia, agenesia, dente do áxis


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Informação adicional

Peso 432 g
Dimensões 28 x 21 x 0.5 cm

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