Clínica Veterinária n. 123

R$ 30,00

CIRURGIA: Aplasia sementar uterina em ovariosalpingohisterectomia eletiva em cadela – relato de caso
CIRURGIA: Reparação cirúrgica de hipospadia escrotal canina – relato de caso
CLÍNICA: Análise do diagnóstico da leishmaniose visceral canina no Brasil com ênfase no uso dos métodos sorológicos: teste imunocromatográfico, ELISA e reação de imunofluorescência indireta – revisão de literatura
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Displasia do occipital em cães – revisão de literatura
NEUROLOGIA: Narcolepsia canina
ONCOLOGIA: Criocirurgia no tratamento de TVT quimiorresistente em um cão – relato de caso
REPRODUÇÃO: Diagnóstico do cio e do momento adequado para a inseminação artificial em uma cadela fila brasileira – relato de caso

Descrição


Artigos científicos presentes na Clínica Veterinária n. 123, julho/agosto/2016, ano XXI:

CIRURGIA: Aplasia sementar uterina em ovariosalpingohisterectomia eletiva em cadela – relato de caso

Autores: Cássia Regina Oliveira Santos; Ítalo Barbosa Lemos Lopes; Fernando B. da Silva Sobrinho; Jamilly Nunes Ramos; Andrezza Cavalcanti de Andrade; Daniela da Silva Pereira Campinho; Alexandre Redson Soares Silva ; Ana Amélia Domingues Gomes

Resumo: As anomalias congênitas no trato reprodutor de caninos e felinos ocorrem raramente, sendo a agenesia unilateral do corno uterino (útero unicórnio) a anomalia de maior frequência. Devido a sua raridade e poucos relatos na literatura, o objetivo deste relato foi descrever o achado de aplasia segmentar uterina em cadela, submetida a procedimento de ovariosalpingohisterectomia eletiva. Foi realizada celiotomia retroumbilical, e, após a tentativa de tração do corno uterino direito observou-se ausência da porção distal do mesmo, com tamanho de 12 mm e o ovário próximo ao segmento reduzido. As más-formações encontradas em procedimentos cirúrgicos implicam em dificuldades para a equipe, resultando em maior tempo operatório, uma vez que outros órgãos e sistemas podem apresentar anomalias similares e devem ser inspecionados.
Unitermos: agenesia, unilateral, cirurgia


CIRURGIA: Reparação cirúrgica de hipospadia escrotal canina – relato de caso

Autores: Maria Cecília de Lima Rorig; Solimar Dutra da Silveira

Resumo: O presente relato tem como objetivo descrever um caso de hipospadia escrotal em um cão da raça boxer de quatro meses de idade. Essa anomalia foi observada durante exame físico do sistema reprodutor que revelou abertura ectópica do óstio uretral em região escrotal, subdesenvolvimento e atrofia peniana, má-formação do prepúcio, além de dermatite em região peri-uretral. Após a realização de exames complementares, o paciente foi encaminhado para cirurgia, realizando-se a amputação do pênis, orquiectomia e uretrostomia. No período pós-operatório o paciente apresentou excelente recuperação. A conduta cirúrgica escolhida demonstrou sucesso diante do quadro clínico apresentado, e também minimizou complicações decorrentes da hipospadia, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente.
Unitermos: cão, prepúcio, uretrostomia


CLÍNICA: Análise do diagnóstico da leishmaniose visceral canina no Brasil com ênfase no uso dos métodos sorológicos: teste imunocromatográfico, ELISA e reação de imunofluorescência indireta – revisão de literatura

Autores: Aldair Junio Woyames Pinto; Vitor Márcio Ribeiro; Wagner Luiz Tafuri

Resumo: O diagnóstico da leishmaniose visceral canina é complexo e desafiador, pois não existem testes 100% sensíveis e específicos. O serviço público brasileiro utiliza a eutanásia como método de controle em cães sorologicamente positivos. Além disso, os médicos veterinários têm dificuldade em padronizar o diagnóstico sorológico de rotina em razão da falta de técnicas e métodos padronizados e do uso de testes sorológicos exclusivamente qualitativos. Esse cenário requer a busca de testes mais confiáveis e padronizados, para evitar o abate de cães falso-positivos e a vacinação de infectados, bem como tratamentos desnecessários por interpretações equivocadas decorrentes dos resultados de exames. Esta revisão propõe apresentar e discutir as vantagens e desvantagens dos testes sorológicos empregados para o diagnóstico da doença no Brasil.
Unitermos: sorologia, teste rápido, DPP, imunocromatografia


DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Displasia do occipital em cães – revisão de literatura

Autores: Erika Juliana Gomes de Oliveira; Marília de Albuquerque Bonelli; Ieverton Cleiton Correia da Silva; Floriano Pereira Nunes Júnior; Thaiza Helena Tavares Fernandes; Eduardo Alberto Tudury; Fabiano Séllos Costa

Resumo: O forame magno é normalmente de formato arredondado ou ovalado e apresenta diâmetro similar ao do forame vertebral do atlas. A displasia do occipital é caracterizada por um alargamento dorsal do forame magno causado pela ossificação incompleta do osso supraoccipital, sendo observada em cães de raças de pequeno porte e braquicefálicos. Divergências sobre a relevância clínica da displasia do occipital em cães estão presentes na literatura, sendo questionável se essa condição é apenas uma variação anatômica ou realmente uma enfermidade. O presente trabalho tem o objetivo de esclarecer aspectos relacionados à displasia do occipital por meio de uma revisão bibliográfica sobre esse tema, abordando tópicos sobre a anatomia da junção atlanto-occipital, assim como os aspectos clínicos e diagnósticos da displasia do occipital em cães.

Unitermos: neurologia, crânio, forame magno


NEUROLOGIA: Narcolepsia canina

Autores: Deborah Eileen Menezes Baliellas; Carolina Vieira Cardoso; Josy Carolina Covan Pontes; Eduardo Fernandes Bondan

Resumo: A narcolepsia canina é um distúrbio neurológico que afeta o surgimento e a organização do sono, sendo caracterizada por sonolência diurna excessiva, cataplexia e prováveis alucinações hipnagógicas. Em cães das raças dobermann e labrador, a narcolepsia é transmitida de forma hereditária pelo gene recessivo de penetrância completa canarc-1, causando mutação nos receptores de hipocretina-2, um neuropeptídeo que ativa os neurônios que impedem a entrada no sono REM. O diagnóstico pode ser feito por meio da observação dos sintomas, sendo a cataplexia um fator-chave para o diagnóstico da doença. A narcolepsia deve ser cuidadosamente diferenciada de outras enfermidades neurológicas e distúrbios paralíticos reversíveis. O tratamento é paliativo e baseia-se na administração de estimulantes do sistema nervoso central (SNC) e antidepressivos tricíclicos.

Unitermos: cães, sono, cataplexia, orexina


ONCOLOGIA: Criocirurgia no tratamento de TVT quimiorresistente em um cão – relato de caso

Autores: Rafael Ricardo Huppes; Thaís Akelli Sanchez Kovacs; Rodrigo de Oliveira Mattosinho; Paulo Fernandes Marcusso; Emanuel Onofre de Souza Guedes; Josiane M. Pazzini; Arícia Gomes Sprada; Fernando Wiecheteck de Souza; Rodrigo Jesus Paolozzi

Resumo: Foi atendido em um hospital-escola veterinário um cão macho de sete anos e 26 kg que, após exteriorização do pênis, apresentou massa com aspecto de couve-flor, hemorrágica e friável, na região do bulbo peniano. Realizado o exame citopatológico, diagnosticou-se um tumor venéreo transmissível do tipo plasmocitoide. Em seguida iniciou-se o tratamento com piroxicam (0,3 mg/kg) a cada 48 horas e sulfato de vincristina (0,75 mg/m2) a cada sete dias. Após oito sessões com sulfato de vincristina, não houve regressão tumoral, e o protocolo terapêutico foi alterado para aplicações de doxorrubicina (30 mg/m2 a cada 21 dias), que também não provocou melhora. Devido à ausência de resultados, foi realizada a criocirurgia da lesão com o aparelho Cry-Ac, com ponteira de circuito fechado, em uma sessão de três ciclos. Após 21 dias do procedimento, observou-se a regressão total do tumor.
Unitermos: canino, neoplasias, quimioterapia, doxorrubicin


REPRODUÇÃO: Diagnóstico do cio e do momento adequado para a inseminação artificial em uma cadela fila brasileira – relato de caso

Autores: Luis David Solis Murgas; Paola Mota Gadelha; Weslei Souza Chacon; Danielle Maria Sanches Costa; Karoline Sato; Luana Janetizk Bergmann; Gina Rezende Leite; Bruna Conceição Ferreira

Resumo: A inseminação artificial em cães é uma técnica realizada principalmente quando existe a impossibilidade de monta natural, devido a problemas anatômicos, comportamentais ou sanitários. Este artigo descreve uma inseminação artificial intravaginal realizada em uma cadela fila brasileira de dois anos de idade. A citologia vaginal, método de diagnóstico escolhido para determinar a fase do ciclo estral em que a cadela se encontrava, apresentou mais de 80% de células superficiais queratinizadas, caracterizando a fase de estro. Utilizou-se o sêmen de um cão fila brasileiro, coletado manualmente e inseminado a fresco logo após a coleta e também 48 horas depois. A detecção da gestação foi comprovada por meio de exames de ultrassonografia e radiografia da cadela 56 dias após a primeira inseminação, constatando no mínimo nove fetos vivos, cuja viabilidade foi comprovada pela presença de batimentos cardíacos.
Unitermos: cães, reprodução, citologia


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Informação adicional

Peso 398 g
Dimensões 28 x 21 x 0.5 cm

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