Clínica Veterinária n. 115

R$ 30,00

CLÍNICA: Controle da dor e cuidados paliativos em cães e gatos com câncer. É possível?
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Ressonância magnética no diagnóstico de doença do disco intervertebral em cães – revisão
FARMACOLOGIA: Uso potencial de capsaicina como analgésico no tratamento da dor crônica em animais – revisão de literatura
NEUROLOGIA: Traumatismo craniano em uma Puma concolor – relato de caso

Descrição


Artigos científicos presentes na Clínica Veterinária n. 115, março/abril/2015, ano XX:

CLÍNICA: Controle da dor e cuidados paliativos em cães e gatos com câncer. É possível?

Autora: Teresinha Luiza Martins

Resumo: O câncer causa importantes alterações que comprometem a saúde e o bem-estar do animal. O objetivo deste estudo foi realizar uma revisão de literatura na base de dados Pubmed, tanto na área da veterinária como da medicina humana, sobre as diretrizes do controle da dor e da manutenção da qualidade de vida do animal com câncer. O conhecimento dos mecanismos fisiopatológicos da dor e de suas consequências clínicas, especialmente no paciente com câncer, levaram ao desenvolvimento de metodologias eficazes no tratamento para alívio da dor, sendo que alguns dos métodos também podem ser aplicados aos animais. O controle da dor por métodos farmacológicos e não farmacológicos, assim como o cuidado de outras manifestações clínicas relacionadas ou não ao câncer, são medidas que podem ser adotadas para garantir conforto e qualidade de vida ao animal.
Unitermos: neoplasias, analgesia, qualidade de vida


DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Ressonância magnética no diagnóstico de doença do disco intervertebral em cães – revisão

Autores: Tilde Rodrigues Froes; Wilfried Mai

Resumo: A ressonância magnética tem sido substancialmente utilizada nos EUA, Canadá e na Europa na análise das doenças do sistema nervoso em pequenos animais. Para a coluna vertebral, o exame de ressonância magnética permite a avaliação da integridade do disco intervertebral, das estruturas adjacentes aos corpos vertebrais e da medula espinhal. Para a intepretação, o radiologista precisa conhecer a forma, as principais sequências e os planos de imagem a serem executados. Uma boa qualidade técnica e um conhecimento anatômico são imprescindíveis para se evitar falhas e erros diagnósticos. Esta revisão tem como objetivo descrever os princípios técnicos, as séries específicas e os planos de imagem da ressonância magnética para análise da coluna vertebral do cão, a anatomia da coluna vertebral na ressonância magnética e os principais achados a serem detectados nos diferentes tipos de doença do disco intervertebral.
Unitermos: canino, coluna vertebral, medula espinhal, tomografia por RM


FARMACOLOGIA: Uso potencial de capsaicina como analgésico no tratamento da dor crônica em animais – revisão de literatura

Autores: Derek Andrew Rosenfield; César Augusto Dinóla Pereira

Resumo: A dor crônica severa afeta grande número de animais no mundo inteiro. Portanto, a busca por alternativas terapêuticas de manejo da dor se faz necessária em prol do bem-estar animal. Nesse contexto, o objetivo do presente trabalho foi apresentar uma revisão bibliográfica sobre o princípio ativo, os mecanismos de ação, a farmacocinética e a utilização da capsaicina em medicina veterinária. A capsaicina, um composto químico encontrado em pimentas ardidas, possui elevada afinidade por receptores presentes nas terminações dos nervos sensitivos. Atua como um agente analgésico por meio da sua ação química no nervo, assim como nos diversos neurotransmissores, resultando em uma inibição da transmissão sensorial. Nesse sentido, um efeito analgésico de longa duração, promovido pela lenta recuperação das células nervosas, poderia ser obtido com a administração de capsaicina perineural.
Unitermos: dor crônica, analgesia, dessensibilização, capsaicinoides, cães


NEUROLOGIA: Traumatismo craniano em uma Puma concolor – relato de caso

Autores: Daniella Godoi Kemper; Aflailton Zeponi; Bernardo Kemper; Flávia Navas Padilha; Giorgio Queiroz Pereira

Resumo: Traumatismos são comuns em felinos, e frequentemente envolvem lesões craniofaciais que variam muito em termos de gravidade. Os animais podem   apresentar lesões neurológicas graves, bem como comprometimento do sistema  cardiorrespiratório. Dessa forma, o manejo desses pacientes pode ser desafiador, tanto a curto como a longo prazo. A rápida estabilização e a monitoração intensiva no período inicial maximizam as perspectivas de êxito. A terapia de escolha varia de acordo com os sinais neurológicos, porém, em animais com déficits neurológicos  graves a descompressão cirúrgica é preconizada. A craniotomia consiste na remoção de uma parte do crânio. Relata-se uma craniotomia em um felino da espécie Puma concolor. No exame clínico, o animal apresentava aumento de volume em região encefálica, com fratura em região frontal e estado de coma. Além da terapia de  suporte, optou-se pela craniotomia e pela retirada de aproximadamente 25% da massa encefálica necrosada, além de coágulos. 72 horas após o procedimento   cirúrgico, o animal apresentou melhora clínica de valor 15 na escala de Glasgow. Assim, a craniotomia é um tratamento eficaz para a redução da pressão intracraniana.

Unitermos: craniotomia, coma, onça, felino


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Informação adicional

Peso 356 g
Dimensões 28 x 21 x 0.5 cm

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