Clínica Veterinária n. 114

R$ 30,00

CIRURGIA: Ruptura traqueal em um cão – relato de caso
CLÍNICA: Circovírus e poliomavírus de psitacídeos – revisão de literaura
CLÍNICA: Espinha bífida em canino neonato sem raça definida – relato de caso
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Contribuição do exame radiográfico contrastado no diagnóstico de úlcera duodenal não perfurada em cadela de grande porte – relato de caso
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Diagnóstico por imagem na avaliação de massas abdominais em cães e gatos – bases radiográficas

Descrição


Artigos científicos presentes na Clínica Veterinária n. 114, janeiro/fevereiro/2015, ano XX:

CIRURGIA: Ruptura traqueal em um cão – relato de caso

Autores: Daniel Tonin Benedetti; Ricardo de Conti Pantaleão; Daniela Amstalden; Ricardo Birolii Coutinho; Raquel Carolina Alves; Helder Ferreira Magalhães

Resumo: As alterações na traqueia cervical de cães e gatos provocam dificuldades respiratórias e podem ser decorrentes de tumor, corpo estranho, colapso traqueal, hipoplasia, estenose segmentar, estenose pós-intubação prolongada e traumatismo. Este último, no entanto, constitui a principal causa de ruptura ou estenose traqueal, podendo ser causado por briga entre animais ou por lesões penetrantes. As lacerações podem causar enfisema subcutâneo e mediastínico significativo. Objetiva-se com este trabalho relatar o caso de um cão sem raça definida de três anos de idade, com histórico de briga com outro cão dois dias antes, sem escoriações no corpo, mas apresentando enfisema subcutâneo generalizado. Após o diagnóstico de ruptura traqueal traumática, o animal foi submetido a traqueoplastia. A técnica se mostrou exequível e uma ótima opção em casos de pequenas lacerações.
Unitermos: traqueia, enfisema, dispneia, pneumomediastino


CLÍNICA: Espinha bífida em canino neonato sem raça definida – relato de caso

Autores: Kamylla Moura Gadêlha; Rosileide dos Santos Carneiro; Sabrina Barros Araújo Dantas; Sérgio Ricardo A. de Melo e Silva

Resumo: A espinha bífida é uma deformidade congênita caracterizada por falha na fusão dos arcos vertebrais dorsais. O presente caso descreve as alterações   macroscópicas e os achados radiológicos dessa anormalidade em um neonato    canino sem raça definida que, de uma ninhada de seis filhotes, era o único que   apresentava alterações compatíveis com espinha bífida. O animal apresentava uma fissura nas vértebras lombossacrais que resultou em exposição e protrusão da  medula espinhal. O exame radiográfico simples em posição ventrodorsal das vértebras revelou defeito na fusão do processo espinhoso entre as vértebras L1 e S3, enquanto na radiografia lateral direita foi observada cifose em toda a região lombar. Infelizmente, ainda não se conhece um tratamento eficaz para o caso, e são escassas as pesquisas sobre o desenvolvimento embrionário voltadas para a prevenção e o tratamento dessas anomalias. Essas pesquisas são necessárias para garantir um bom prognóstico aos pacientes portadores dessa anomalia genética.
Unitermos: cão, anomalias vertebrais, anomalias congênitas


CLÍNICA: Circovírus e poliomavírus de psitacídeos – revisão de literaura

Autores: Natalia Philadelpho Azevedo; Marta Brito Guimarães; Antônio José Piantino Ferreira

Resumo: O circovírus (BFDV) e o poliomavírus (APV) são agentes virais de extrema importância de psitaciformes em cativeiro. A primeira infecção por APV descrita em aves foi em periquitos-australianos (Melopsittacus undulatus) jovens, sendo depois associada a elevada mortalidade e morbidade em outros psitacídeos. O BFDV é o agente causador da doença do bico e das penas de psitacídeos, aves da ordem dos psitaciformes, principalmente em aves mantidas em criatórios, quarentenas e lojas de animais. Ambas as doenças podem resultar em alteração nas penas, sinais inespecíficos e óbito súbito. A similaridade do quadro clínico provocado por esses patógenos dificulta o diagnóstico baseado somente nos sinais clínicos, sendo    essencial o diagnóstico laboratorial. Esta é uma revisão de literatura dessas enfermidades, comparando as doenças.
Unitermos: aves, vírus, PCR


DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Diagnóstico por imagem na avaliação de massas abdominais em cães e gatos – bases radiográficas

Autores: Mayron Tobias da Luz; Wilfried Mai; Tilde Rodrigues Froes

Resumo: Os avanços da tecnologia do diagnóstico por imagem na medicina veterinária internacional e nacional são evidentes, e obviamente as novas modalidades sempre que possível devem ser consideradas. As novas tecnologias – entre as quais a radiologia computadorizada e/ou digital – nos fazem reconsiderar o uso desse exame na pesquisa de massas abdominais em cães e gatos, mesmo sabendo da influência atual da ultrassonografia nessa análise. O objetivo do artigo é revisar a anatomia radiográfica abdominal, as bases de interpretação na pesquisa de massas e os “efeitos de massa”, caracterizar os achados relevantes, os incidentais, as armadilhas de interpretação e correlacionar a técnica com a ultrassonografia abdominal e a tomografia computadorizada.
Unitermos: canino, felino, radiologia computadorizada, abdômen, neoplasia


DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Contribuição do exame radiográfico contrastado no diagnóstico de úlcera duodenal não perfurada em cadela de grande porte – relato de caso

Autores: Jaqueline de Oliveira Sena; Bruno Henrique de A. Paiva; Artur Vieira Vasconcelos; Renato César Sacchetto Tôrres

Resumo: As úlceras duodenais são menos frequentes que as gástricas e causas comuns de vômito crônico sem diarreia em cães. O diagnóstico é mais comumente dado por meio dos sinais clínicos e de exames complementares como a endoscopia e a laparotomia exploratória, quando há suspeita de perfuração, e, por vezes, exames ultrassonográficos, radiográficos e tomográficos. O exame radiográfico passou a ter um valor secundário a partir do momento em que outras técnicas, principalmente a endoscopia, passaram a fazer parte do rol de exames complementares em medicina veterinária. No entanto, este relato de caso de uma cadela com sinais clínicos evidentes de úlcera no trato digestivo mostra a importância do exame radiográfico em situações em que outros métodos tiveram resultado negativo ou não estavam disponíveis, sendo uma alternativa segura e eficaz para o diagnóstico de úlceras duodenais não perfuradas.
Unitermos: radiografia contrastada; úlcera gastroduodenal


Artigos de opinião

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• Evolução em soluções ambientais

Saúde pública
• Leishmaniose visceral canina e a cura clínica

Medicina veterinária legal
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• Galos de briga: apreensão, adoção e prisão

Comportamento
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Gestão, marketing e estratégia
• Como o consumidor avalia o veterinário? Hora de rever suas crenças… – parte 2

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Informação adicional

Peso 360 g
Dimensões 28 x 21 x 0.5 cm

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