Clínica Veterinária n. 113

R$ 30,00

CLÍNICA: Tritrichomonas foetus como agente etiológico de diarreia em gatos – relato de dois casos
OFTALMOLOGIA: Atrofia progressiva de retina associada a mutação no gene PRCD – método de detecção genética em cães
CIRURGIA: Osteotomia ventral da bula timpânica em gatos – revisão de literatura
NEUROLOGIA: Doença vestibular em gatos – revisão de literatura
ORTOPEDIA: Osteossíntese de fêmur com placa bloqueada e clamp and rod internal fixation (CRIF) em felino doméstico

Descrição


Artigos científicos presentes na Clínica Veterinária n. 113, novembro/dezembro/2014, ano XIX:

CLÍNICA: Tritrichomonas foetus como agente etiológico de diarreia em gatos – relato de dois casos

Autores: Lara Patrícia Santos Carrasco; Caroline Spitz dos Santos; Heloisa Justen Moreira de Souza; Vera Lúcia Teixeira de Jesus; Aline Baumann da Rocha Gizzi

Resumo: O Tritrichomonas foetus é um importante patógeno que causa diarreia crônica do intestino grosso em gatos. Até a realização do presente estudo ainda não havia relatos dessa enfermidade no Brasil detectada pelo uso de técnicas de diagnóstico por meio de biologia molecular (PCR). Os sinais clínicos mais importantes da infecção são fezes pouco volumosas com presença de muco, hematoquezia, tenesmos e aumento da frequência do ato de defecar – sintomas esses característicos de diarreia do intestino grosso. O presente trabalho tem como objetivo relatar a presença do DNA do protozoário Tritrichomonas foetus em fezes de gatos com histórico de diarreia crônica atendidos no Setor de Medicina Felina do Hospital Veterinário de Pequenos Animais da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, por meio da técnica de PCR em tempo real (qPCR).
Unitermos: felinos, tricomoníase, qPCR


OFTALMOLOGIA: Atrofia progressiva de retina associada a mutação no gene PRCD – método de detecção genética em cães

Autores: Belen Elguero; Marcela Martínez; Nélida Virginia Gómez

Resumo: Nos cães, a atrofia progressiva de retina é uma doença causada por uma mutação pontual no gene PRCD, que leva à cegueira no seu estágio final. Na Argentina, o diagnóstico é realizado atualmente por meio de exame clínico e de eletrorretinografia. Essa enfermidade apresenta herança recessiva, com portadores assintomáticos capazes de transmitir a mutação para os seus filhotes, o que evidencia a necessidade de um diagnóstico por meio de teste genético, que permita a detecção precoce de portadores e doentes. No presente trabalho, descreve-se uma técnica para a detecção genética da APR-PRCD, por meio de método de sequenciamento, que determina a sucessão de nucleotídeos na região de PRCD onde se localiza a mutação. Foram utilizadas amostras de suabe bucal de dezoito cães (quinze poodles e três cockers) com atrofia de retina diagnosticada por exame clínico. Como controle foram utilizadas amostras de dez animais das mesmas raças, que não possuíam alterações oftalmológicas.
Unitermos: oftalmologia, sequenciamento de DNA, mutação pontual


CIRURGIA: Osteotomia ventral da bula timpânica em gatos – revisão de literatura

Autora: Adelina Maria da Silva

Resumo: Otite média e pólipos são as principais afecções da orelha média em gatos. A otite média geralmente é decorrente de otite externa crônica, enquanto os pólipos se formam a partir de um processo inflamatório crônico presente na orelha média. Quando o pólipo sai da cavidade timpânica pela tuba auditiva, aparecendo na nasofaringe, é denominado pólipo nasofaríngeo. Outra possibilidade é o pólipo romper a membrana do tímpano e surgir no meato acústico externo. O tratamento indicado para essas afecções é a osteotomia ventral da bula timpânica, procedimento cirúrgico cuja finalidade é remover exsudatos inflamatórios presentes na cavidade timpânica. Apesar de possíveis complicações, como síndrome de Horner e lesão na orelha interna, essa cirurgia proporciona resultados muito satisfatórios. O objetivo da presente revisão é relatar essas afecções da orelha média em gatos e descrever a técnica cirúrgica de osteotomia ventral da bula timpânica.
Unitermos: felino, otite média, pólipos


NEUROLOGIA: Doença vestibular em gatos – revisão de literatura

Autores: Rafael Oliveira Chaves; Andrei Kelliton Fabretti; Bruna Copat; Bruno Cesar Elias; Alexandre Mazzanti; Lucas Alécio Gomes

Resumo: O sistema vestibular é o principal componente do sistema nervoso responsável pela manutenção do equilíbrio e da coordenação dos movimentos da cabeça (com os dos olhos), do tronco e dos membros. Doenças neurológicas que acometem essa região são observadas com certa frequência em gatos, portanto, um conhecimento básico da anatomia e da fisiologia do sistema vestibular e a realização do exame neurológico são essenciais para interpretar os sinais clínicos e diferenciar se o problema é vestibular, central ou periférico. Interpretar e localizar corretamente os sinais clínicos é de suma importância para elaborar diagnósticos diferenciais e solicitar os exames complementares de maneira criteriosa. Assim sendo, o objetivo do presente trabalho é revisar a anatomia e a fisiologia do sistema vestibular e os sinais clínicos que auxiliam a localizar a lesão e discorrer sobre as possíveis causas de doença vestibular em gatos.
Unitermos: felinos, sistema nervoso, inclinação de cabeça, equilíbrio


ORTOPEDIA: OsteossÍntese de fêmur com placa bloqueada e clamp and rod internal fixation (CRIF) em felino doméstico

Autores: Ísis dos Santos Dal-Bó; Cássio Ricardo Auada Ferrigno; Márcio Poletto Ferreira; Jaqueline França dos Santos; Renato A. de Oliveira Cavalcanti; Fernanda Paes

Resumo: Uma gata sem raça definida, de dez anos de idade e 4,3 kg de massa corporal, com histórico clínico de impotência funcional do membro pélvico esquerdo há um dia, apresentou, no exame ortopédico, impotência funcional, aumento de volume, dor e crepitação em terço proximal da região diafisária do fêmur esquerdo. O estudo radiológico demonstrou fratura completa cominutiva em terço proximal de diáfise do fêmur com desvio craniomedial do segmento distal e múltiplas esquírolas craniais e caudais. Procedeu-se a abordagem cirúrgica lateral ao fêmur e osteossíntese com placa bloqueada. Como método de estabilização auxiliar, foram utilizadas duas montagens de CRIF (clamp and rod internal fixation), uma cranial e outra caudal. Aos 180 dias de pós-operatório, a paciente apresentou fratura consolidada.
Unitermos: gato, trauma, ortopedia, fixador interno


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Informação adicional

Peso 332 g
Dimensões 28 x 21 x 0.5 cm

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