Clínica Veterinária n. 110

R$ 30,00

ANESTESIOLOGIA: Anestesia em peixes – revisão de literatura
CARDIOLOGIA: Pericardiotomia percutânea com catete-balão como tratamento de efusão pericárdica recidivante em um cão – relato de caso
CLÍNICA: Polimiosite por Neospora caninum em um filhote de golden retriever – relato de caso
COMPORTAMENTO: Agressividade por dominância em cães – revisão
ODONTOLOGIA: Adaptação de coroa metálica pré-fabricada em dente canino de onça-parda (Puma concolor) – relato de caso
REPRODUÇÃO: Histerocele inguinal em cadela com piometra – relato de caso

Descrição

Artigos científicos presentes na Clínica Veterinária n. 110, maio/junho/2014, ano XIX:

ANESTESIOLOGIA: Anestesia em peixes – revisão de literatura

Autores: Fabio Cechini Bianchi; Rodrigo Luís Marúcio; Ticiana Zwarg Dias Bianchi; Luiz Fernando Larangeira Lopes; Silvia Renata Gaido Cortopassi

Resumo: A medicina de peixes ainda é pouco estudada, quando comparada à dos outros vertebrados. No que diz respeito às técnicas anestésicas, muito do que se sabe se deve aos manejos para transporte de peixes de aquário. Como são animais que respiram através de brânquias, exclusivamente em água, os procedimentos anestésicos se tornam mais diferenciados e difíceis de realizar. É possível aplicar nos peixes anestesia inalada e anestesia parenteral. Alguns fármacos aprovados pela FDA para uso nessas espécies não são anestésicos, promovendo apenas paralisia de ação semelhante à provocada pelos bloqueadores musculares. A monitoração e o acompanhamento da recuperação anestésica também são muito importantes, como nos outros animais. O presente trabalho expõe um resumo das principais técnicas anestésicas utilizadas em peixes.
Unitermos: dor, analgesia, monitoração, imersão, sedação, anestésicos


CARDIOLOGIA: Pericardiotomia percutânea com catete-balão como tratamento de efusão pericárdica recidivante em um cão – relato de caso

Autores: Samuel José Gabriel Filho; Anneliese Baetz Buzatto; Daniele Carla Vanzo

Resumo: A efusão pericárdica com tamponamento cardíaco tem consequências hemodinâmicas severas que podem resultar em choque cardiogênico e óbito. A pericardiocentese de emergência é necessária para aliviar os sinais clínicos e salvar a vida do animal. A recorrência da efusão é comum em pacientes diagnosticados com efusão pericárdica de etiologia neoplásica ou idiopática. A pericardiotomia percutânea com cateter-balão é uma técnica não invasiva guiada por fluoroscopia, considerada segura e efetiva para o tratamento paliativo de efusões pericárdicas recidivantes. Este artigo relata a realização de pericardiotomia percutânea com cateter-balão, guiada por radiografias seriadas e ecocardiografia, em um cão diagnosticado com efusão pericárdica de origem não esclarecida. Após a realização do procedimento, o animal teve uma sobrevida com qualidade durante cinco meses, tendo sido submetido a eutanásia devido a insuficiência hepática.
Unitermos: canino, procedimento intervencionista, pericárdio


CLÍNICA: Polimiosite por Neospora caninum em um filhote de golden retriever – relato de caso

Autores: Gabriel Antonio Covino Diamante; Roberta Lemos Freire; Mônica Vicky Bahr Arias

Resumo: A neosporose é uma doença causada pelo protozoário Neospora caninum, que pode causar sinais neurológicos e óbito em cães, sendo pouco relatada no Brasil. O objetivo do presente trabalho foi descrever essa doença em um filhote de cão macho da raça golden retriever que apresentava dificuldade de locomoção, dor e espasticidade em membros pélvicos. O resultado do sorodiagnóstico (IFI-IgG) foi positivo para neospora (título de 6.400). A presença de sinais clínicos associada ao alto título sorológico permitiu o diagnóstico presuntivo de neosporose. Instituiu-se terapia antimicrobiana com sulfametoxazol associado a trimetropina e pirimetamina por 120 dias. O animal foi acompanhado e, durante esse mesmo período, submetido a sessões de fisioterapia. Houve melhora parcial do quadro, permanecendo a contratura muscular. Em cães jovens com rigidez extensora e contratura dos membros pélvicos, essa doença deve ser considerada um diagnóstico diferencial.
Unitermos: cães, doenças, espasticidade muscular, miosite infecciosa


COMPORTAMENTO: Agressividade por dominância em cães – revisão

Autor: Fernando Henriques de A. Ferraz

Resumo: A agressividade, comportamento inerente à natureza canina, é a segunda maior causa de queixas comportamentais, sendo ainda o comportamento que mais leva os cães ao abandono e à eutanásia. As causas da agressividade são multifatoriais, mas geralmente são muito associadas, de maneira errônea, à dominância canina. Aparentemente, determinadas raças caninas podem apresentar tendência à agressividade e à dominância, porém esse não é um fator determinante, e as pesquisas envolvidas nesse quesito podem apresentar diversas falhas. Como o clínico é o profissional mais procurado nesses casos, o presente estudo tem por objetivo apresentar, por meio de uma revisão bibliográfica, informações relevantes sobre a agressividade por dominância em cães, para melhores diagnósticos e protocolos de atuação nesses casos.
Unitermos: canino, comportamento, alfa


ODONTOLOGIA: Adaptação de coroa metálica pré-fabricada em dente canino de onça-parda (Puma concolor) – relato de caso

Autores: Roberto Silveira Fecchio; Renato Rebecchi Bastos; Cristina Harumi Adania; Anderson Coutinho da Silva; Cláudio Moura; Bruna Diniz Bayarri; Rodrigo Filippi Prazeres; Sergio Camargo; Marco Antonio Gioso

Resumo: Um dos problemas odontológicos mais comuns em carnívoros selvagens são as fraturas dentárias, com ou sem exposições de polpa. Dentre as reconstruções estabelecidas, a restauração metálica fundida (RMF) devolve a forma, a função e previne novas fraturas. Na RMF, diversos metais são utilizados: nobres, como ouro, ou básicos, como cromo-cobalto, níquel-cromo, molibdênio e cobre-alumínio. Uma suçuarana (Puma concolor) resgatada e mantida em cativeiro apresentou fratura dentária com exposição de polpa em canino inferior esquerdo. Na avaliação odontológica, indicou-se a necessidade de tratamento endodôntico. Durante o tratamento, houve a oportunidade de adaptar uma RMF disponível. Para tanto, o remanescente coronal fraturado foi devidamente preparado e adaptado com sucesso. Objetiva-se descrever a técnica utilizada nessa adaptação de uma RMF disponível, de forma a contribuir com os estudos de odontologia veterinária e conservação de animais selvagens.
Unitermos: animais selvagens, endodontia, pulpectomia, prostodontia


REPRODUÇÃO: Histerocele inguinal em cadela com piometra – relato de caso

Autores: Luis Fernando M. Chaves Silva; Sidnei Nunes de Oliveira; Felipe Morales Dalanezi; Endrigo Adonis Braga de Araujo; Fabíola Soares Zahn; Nereu Carlos Prestes

Resumo: A histerocele inguinal é uma enfermidade caracterizada pela protrusão do útero pelo canal inguinal, e que apresenta baixa incidência nos animais domésticos. Tem como fator predisponente o aumento da pressão intra-abdominal, acompanhado pelo enfraquecimento das estruturas do contorno adjacentes; associado a isso, o desequilíbrio hormonal enfraquece o tecido conjuntivo, alargando os anéis inguinais. Relata-se a ocorrência de histerocele inguinal com piometra em uma cadela da raça poodle, de nove anos de idade, com quadro de apatia e anorexia e hérnia inguinal indireta esquerda, que no exame ultrassonográfico da cavidade abdominal e da região inguinal apresentou áreas lobuladas com regiões anecoicas bem evidentes, com imagens características compatíveis com piometra. Diante do quadro clínico, procedeu-se a ovariossalpingohisterectomia (OSH) de caráter emergencial, seguida de ressecção do saco herniário e redução do anel inguinal.
Unitermos: útero, infecção uterina, ovariossalpingohisterectomia (OSH)


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Informação adicional

Peso 377 g
Dimensões 28 x 21 x 0.5 cm

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