Clínica Veterinária n. 107

R$ 40,00

ANESTESIOLOGIA: Anestesia geral inalatória em jabutipiranga (Chelonoidis carbonaria) para a realização de penectomia – relato de caso
CIRURGIA: Penectomia associada a uretrostomia em quatro cães – relato de casos
CLÍNICA: Avaliação de glicosímetros portáteis na mensuração glicêmica de 71 psitacídeos e rapinantes
CLÍNICA: Uso de diurético torsemida no tratamento de cães com insuficiência cardíaca congestiva – relatos de três casos
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Aspectos radiográficos e tomográficos da displasia do cotovelo – revisão de literatura
ONCOLOGIA: Policitemia vera e farmacodermia em cão – relato de caso

Descrição


Artigos científicos presentes na Clínica Veterinária n. 107, novembro/dezembro/2013, ano XVIII:

ANESTESIOLOGIA: Anestesia geral inalatória em jabutipiranga (Chelonoidis carbonaria) para a realização de penectomia – relato de caso

Autores: Jairo Ramos de Jesus ; Ingrid Horlle Schein; Sabrina Tabajara de Souza; Aline Fantinel Pazzim; Karine Gehlen Baja; Tatiana Lichmann

Resumo: Os répteis representam um desafio para os anestesistas veterinários, e a eficiência do procedimento anestésico requer paciência, planejamento e conhecimento, estando o paciente hígido ou portando enfermidade. O sucesso anestésico dependerá de maior conhecimento acerca dos requisitos específicos de cada espécie e do entendimento acurado da anatomia e da fisiologia desses pacientes. A anestesia inalatória é eficaz, e existem grandes vantagens no seu uso em répteis: ela permite ajustar com maior precisão a profundidade; exercer controle permanente da ventilação; e assegurar uma recuperação mais rápida. O presente caso tem por objetivo relatar uma anestesia geral inalatória realizada em jabutipiranga (Chelonoidis carbonaria), utilizando-se como medicação pré-anestésica butorfanol e cetamina, e isoflurano para indução e manutenção anestésica em vaporizador calibrado com circuito aberto de Baraka.
Unitermos: quelônios, butorfanol, quetamina, isoflurano


CIRURGIA: Penectomia associada a uretrostomia em quatro cães – relato de casos

Autores: Marina Botelho Soares de Brito ; Rafael Ricardo Huppes; Andrigo Barboza de Nardi; Josiane Morais Pazzini; Paola Castro Moraes; Ana Paula Rodrigues Simões; Eduardo Luis Serafim

Resumo: O prepúcio pode ser acometido por neoplasias que comumente afetam a pele, como mastocitomas e carcinomas. O tratamento é cirúrgico e em alguns casos o pênis deve ser removido parcial ou totalmente, devido à dificuldade de obter margens de segurança. Objetiva-se relatar quatro casos de neoplasias que acometeram o prepúcio de cães – um mastocitoma e três casos de carcinomas de células escamosas. Os animais foram submetidos a penectomia e urestrotomia escrotal, seguidas de quimioterapia, no intuito de evitar possíveis recidivas. As principais complicações dos procedimentos cirúrgicos consistiram em estenoses uretrais e deiscência de sutura. A exérese cirúrgica associada à quimioterapia antineoplásica é uma boa alternativa de tratamento para as neoplasias prepuciais, contribuindo para a diminuição de recidivas locais e de metástases, além de melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
Unitermos: cirurgia, pênis, uretra, canino, neoplasia


CLÍNICA: Uso de diurético torsemida no tratamento de cães com insuficiência cardíaca congestiva – relatos de três casos

Autor: Samuel José Gabriel Filho

Resumo: A insuficiência cardíaca congestiva é uma complicação comum, devido à progressão da insuficiência valvular atrioventricular crônica. O tratamento visa amenizar os sinais clínicos, melhorar a qualidade de vida e prolongar o tempo de sobrevida, e inclui, além dos diuréticos inibidores da enzima conversora de angiotensina, vasodilatadores e inotrópicos positivos. Os diuréticos têm sido considerados a pedra angular no tratamento dos quadros congestivos. A furosemida é o diurético de alça mais comumente prescrito. Seu uso crônico, errático ou em altas doses pode levar a perda da função diurética, conhecida como resistência a diuréticos. A torsemida é um diurético de alça que tem mostrado resultados satisfatórios e superioridade com relação à furosemida. Este artigo relata três casos de cães diagnosticados com insuficiência cardíaca congestiva refratária em que a furosemida foi substituída pela torsemida.
Unitermos: canino, coração, diurese, resistência


CLÍNICA: Avaliação de glicosímetros portáteis na mensuração glicêmica de 71 psitacídeos e rapinantes

Autores: Natalia Philadelpho Azevedo ; Luciana Allegretti; Yamê Miniero Davies; Luciana B. Medeiros de Araújo

Resumo: O uso de glicosímetros portáteis é mundialmente consagrado em seres humanos, sendo considerado uma excelente forma de acompanhamento de pacientes com diabetes melito ou que recebem fluidoterapia glicosada. No entanto, estes precisam ser mais bem avaliados na medicina veterinária, para determinar a eficácia das diferentes marcas entre as diversas espécies de animais. O objetivo deste estudo foi comparar os diferentes métodos de dosagem glicêmica e avaliar a utilização dos glicosímetros humanos portáteis em 71 aves, utilizando três anticoagulantes: heparina lítica, fluoreto e ácido edético (EDTA). De forma geral, a marca OneTouch Ultra Mini ® obteve os parâmetros de glicemia mais fidedignos quando comparados aos dados obtidos por colorimetria, em relação ao glicosímetro da marca Accu-Chek Active ®.
Unitermos: sangue, glucose, heparina, fluoreto de cálcio, ácido edético


DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Aspectos radiográficos e tomográficos da displasia do cotovelo – revisão de literatura

Autores: Alessandra Sendyk-Grunkraut ; Lenin Arturo Villamizar-Martinez; Carina Outi Baroni; Karen Maciel Zardo; Claudia Matsunaga Martin; Ana Carolina B. de C. F. Pinto

Resumo: A displasia do cotovelo (DC) é uma condição comum em cães jovens e adultos jovens e uma das mais frequentes causas de claudicação relacionadas aos membros torácicos. A DC tem como causas: a não união do processo ancôneo (NUPA), a fragmentação do processo coronoide medial (FPCM), a osteocondrose/ osteocondrite dissecante (OCM) da porção medial do côndilo umeral e a incongruência articular (IA). O diagnóstico radiográfico da DC apresenta alguns desafios, porque, apesar de a osteartrose e a IA serem mais fáceis de diagnosticar no exame radiográfico simples, a OCM e a FPCM podem demandar análise por outras modalidades diagnósticas mais complexas para o estabelecimento do diagnóstico, como a tomografia computadorizada (TC) e a imagem de ressonância magnética. Esta revisão tem por objetivo apresentar aspectos radiográficos e tomográficos da DC, evidenciando as vantagens da TC do cotovelo em comparação com o exame radiográfico simples.
Unitermos: cães, radiologia, articulação


ONCOLOGIA: Policitemia vera e farmacodermia em cão – relato de caso

Autores: Verônica Behning Manzi ; Lucas Alécio Gomes; Selwyn Arlington Headley; Patrícia Mendes Pereira

Resumo: A policitemia vera é distúrbio mieloproliferativo que se caracteriza pelo aumento do número de hemácias, do volume globular e da concentração de hemoglobina. O tratamento visa reduzir o aumento de células da linhagem eritroide, a hiperviscosidade sanguínea, a formação de trombos e a má oxigenação tecidual. Nesses casos, preconiza-se a hidroxiuréia. Virtualmente, qualquer medicamento pode desencadear farmacodermia, incluindo a hidroxiureia. Em seres humanos as reações que o uso prolongado de hidroxiureia pode ocasionar na pele estão bem documentadas. Neste trabalho relata-se o caso de um cão, macho, sem raça definida, de dez anos de idade, com policitemia vera, que estava sendo tratado com hidroxiureia e apresentou farmacodermia. Com a redução da dosagem de hidroxiureia, houve recuperação da pele; entretanto, o animal morreu por tromboembolismo após um ano.
Unitermos: eritrocitose, quimioterapia, trombose, hidroxiureia


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Informação adicional

Peso 402 g
Dimensões 28 x 21 x 0.5 cm

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