Clínica Veterinária n. 100

R$ 30,00

ANIMAIS SILVESTRES: Comparação do crescimento de filhotes de papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva) alimentados com dietas caseiras e comercial
CIRURGIA: Afecções neurológicas e abordagens cirúrgicas na coluna vertebral, medula espinhal e raízes nervosas da transição cervicotorácica em cães e gatos – revisão
CLÍNICA MÉDICA: Resistência a antimicrobianos de bactérias isoladas em cães com otite externa crônica
ONCOLOGIA: Carcinoma papilar ovariano em cadela – relato de caso
ONCOLOGIA: Fatores prognósticos no mastocitoma cutâneo canino – revisão de literatura
ORTOPEDIA: Ruptura do ligamento cruzado cranial – revisão
TOXICOLOGIA: Intoxicação de cães por sapos do gênero Rhinella (Bufo) – revisão de literatura

Descrição


Artigos científicos presentes na Clínica Veterinária n. 101, setembro/outubro/2012, ano XVII:

ANIMAIS SILVESTRES: Comparação do crescimento de filhotes de papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva) alimentados com dietas caseiras e comercial

Autores: Líria Queiroz Luz Hirano ; André Luiz Quagliatto Santos, Juliana Macedo Magnino Silva, Simone Borges S. De Simone

Resumo: Este trabalho teve por objetivo comparar os efeitos de duas dietas, caseira e comercial, sobre o desenvolvimento de filhotes de papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva). Os animais, de aproximadamente trinta dias de vida, foram divididos em dois grupos de nove animais cada. A alimentação dos filhotes foi feita duas vezes ao dia, tendo sido oferecida quantidade de papa equivalente a 10% do peso de cada ave por refeição. Semanalmente, os filhotes passaram por pesagem, biometria e avaliação geral. Houve diferenças estatísticas entre o tamanho de cauda e envergadura, na primeira semana, e o cúlmen, na quarta, sendo as médias mais elevadas obtidas com a dieta caseira no caso das duas primeiras medidas e com a comercial, na última. Diante da homogeneidade e da positividade dos resultados dos dois grupos, utilizando-se somente como critérios de avaliação as curvas de ganho de peso, a biometria e o exame físico, conclui-se que ambas as dietas são opções satisfatórias para a alimentação de filhotes de Amazona aestiva, diferindo apenas quanto ao custo e à praticidade.
Unitermos: aves, nutrição, psitaciformes


CIRURGIA: Afecções neurológicas e abordagens cirúrgicas na coluna vertebral, medula espinhal e raízes nervosas da transição cervicotorácica em cães e gatos – revisão

Autores: Murilo Cézar Curti ; Mônica Vicky Bahr Arias

Resumo: As vértebras cervicais caudais e torácicas craniais, bem como a medula espinhal cervicotorácica e as raízes nervosas do plexo braquial de cães e gatos, estão sujeitas a diversas enfermidades. Em muitos casos é necessária a realização de procedimentos cirúrgicos com o objetivo de diagnosticar ou tratar essas alterações, como, por exemplo, biópsias, cirurgias descompressivas ou estabilização das vértebras acometidas. Entretanto, como esse segmento é afetado por doenças com menos frequência do que as regiões cervical, toracolombar e lombossacral, a literatura é restrita quanto à descrição das técnicas cirúrgicas de acesso a essa região. O objetivo deste trabalho é realizar uma revisão da anatomia da transição cervicotorácica e das principais doenças que podem acometer essas estruturas em cães e gatos, e descrever as abordagens cirúrgicas que permitam acesso às vértebras, à medula e ao plexo braquial do cão.
Unitermos: vértebras cervicais, vértebras torácicas, neurocirurgia


CLÍNICA MÉDICA: Resistência a antimicrobianos de bactérias isoladas em cães com otite externa crônica

Autores: Julia Helena de Araújo Lins ; Ana Claudia Balda

Resumo: A otite externa é considerada a otopatia mais comum em cães, não sendo vista como uma doença isolada do meato acústico, mas sim como uma síndrome que frequentemente reflete uma doença dermatológica sistêmica. O objetivo do presente estudo foi isolar bactérias que causam otite externa em cães e determinar o perfil de resistência in vitro de cepas de Pseudomonas aeruginosa. As amostras foram obtidas de 39 cães atendidos no Hospital Veterinário das Faculdades Metropolitanas Unidas em São Paulo. Das 44 amostras auriculares analisadas, todas (100%) tiveram crescimento bacteriano. O perfil de resistência in vitro foi realizado com doze antimicrobianos. Observou-se maior resistência a amoxicilina + ácido clavulânico (94,44%), ampicilina (94,44%) e cefalexina (83,33%). Os maiores percentuais de sensibilidade foram obtidos nos testes realizados com gentamicina (94,45%), enrofloxacina (88,89%), polimixina B (83,34%), ciprofloxacina (77,78%) e neomicina (77,78%).
Unitermos: otopatia, Pseudomonas aeruginosa, antibiograma


ONCOLOGIA: Carcinoma papilar ovariano em cadela – relato de caso

Autores: Rodrigo Volpato ; Breno Souza Salgado, Sérgio Riccardi Bicalho, Ettore Giovanni Leardini

Resumo: Os tumores ovarianos encontrados em cães correspondem de 0,5% a 1,2% de todos os neoplasmas da espécie. Os neoplasmas do trato genital feminino são pouco frequentes e geralmente associados a problemas secundários, como alopecias, infertilidade, ciclos estrais irregulares, hiperplasia endometrial, piometra, ascite, entre outros. Existem três categorias principais de tumores ovarianos, divididos em tumores epiteliais, tumores da células germinativas e tumores de estroma gonadal. Os sinais clínicos são condizentes com alterações no sistema reprodutivo e doenças endócrinas, e o diagnostico definitivo é realizado por meio do exame ultrassonagráfico. Como tratamento de escolha, é preconizada a ovariosalpingohisterectomia (OSH) e o prognóstico depende da presença ou não de metástases. O objetivo deste relato é descrever os principais aspectos do carcinoma papilar ovariano e relatar o neoplasma em uma cadela de sete anos de idade apresentada para realização de castração eletiva.
Unitermos: reprodução, pequenos animais, neoplasmas


ONCOLOGIA: Fatores prognósticos no mastocitoma cutâneo canino – revisão de literatura

Autores: Talita de Cássia Borges Castro ; Sabrina dos S. Costa Poggiani, Paula Diniz Galera

Resumo: O mastocitoma é a neoplasia cutânea mais comum em cães, com marcada predileção racial, sendo os boxers os mais afetados. Possui grande importância na clínica de animais de companhia, dada sua alta incidência, comportamento clínico agressivo e dificuldade de previsão do comportamento biológico. A busca por indicadores prognósticos mais precisos para essa neoplasia vem se intensificando e se diversificando, de modo a melhorar a definição dos tratamentos a serem instituídos. O sistema de graduação histológica é um importante critério e também o mais utilizado na rotina oncológica. No entanto, novos indicadores estão sendo instituídos e podem ser usados como complementos da tradicional classificação histológica. O objetivo deste artigo é descrever os principais indicadores prognósticos no mastocitoma cutâneo canino, considerando os aspectos clínicos, citológicos, morfológicos, moleculares e imunológicos para uma melhor previsão do comportamento dessa neoplasia.
Unitermos: cão, neoplasia, proliferação


ORTOPEDIA: Ruptura do ligamento cruzado cranial – revisão

Autores: Bruno Benetti Junta Torres ; Leonardo Augusto Lopes Muzzi, Luciane Reis Mesquita

Resumo: A ruptura do ligamento cruzado cranial é uma das causas mais comuns de claudicação dos membros pélvicos e de desenvolvimento de doença articular degenerativa em cães. Por esse motivo, o tratamento da ruptura vem sendo estudado há muitos anos. As técnicas cirúrgicas tradicionais visam eliminar o movimento de gaveta cranial por meio da substituição do ligamento rompido. Outras técnicas buscam estabilizar essa articulação alterando o ângulo de inclinação do platô tibial e as forças de cisalhamento da articulação femorotibiopatelar. Independentemente da técnica, o objetivo comum é diminuir a instabilidade articular e a progressão da doença articular degenerativa. Em casos crônicos, com doença articular degenerativa grave, novas técnicas promovem alívio da dor e preservação da biomecânica do membro, evitando artrodese e amputação. O objetivo desta revisão é discorrer sobre a anatomia da articulação do joelho, sobre a etiologia, a fisiopatogenia, os métodos diagnósticos e o tratamento da ruptura do ligamento cruzado cranial.
Unitermos: ortopedia, joelho, osteoartrite


TOXICOLOGIA: Intoxicação de cães por sapos do gênero Rhinella (Bufo) – revisão de literatura

Autores: Ivana Cristina Nunes Gadelha ; Benito Soto-Blanco

Resumo: Os sapos do gênero Rhinella, incluindo as espécies Rhinella icterica (Bufo ictericus), Rhinella jimi, Rhinella marina (Bufo marinus) e Rhinella (Bufo) schneideri, produzem veneno de elevada toxicidade. Esse veneno é composto por dois grandes grupos de substâncias ativas: as aminas biogênicas e os derivados esteroides. Os animais que entram em contato com esse veneno apresentam sinais de intoxicação que variam de leves e moderados a graves. Os sinais clínicos incluem hipersalivação, mucosas hiperêmicas, apatia, vômitos, ansiedade, cegueira, taquipneia e dor abdominal. Os animais podem apresentar ainda sintomatologia nervosa, como convulsões, ataxia, nistagmo, opistótomo, estupor e coma. O quadro pode evoluir para o óbito. O diagnóstico é realizado principalmente por meio da anamnese e dos sinais clínicos. Já o tratamento é complexo, dependendo do estágio da intoxicação.
Unitermos: toxicidade, venenos, envenenamento, anfíbios, Bufonidae




Informação adicional

Peso 491 g
Dimensões 28 x 21 x 0.5 cm

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