Clínica Veterinária n. 138

R$ 40,00

OFTALMOLOGIA:  Síndrome de Horner em cães e gatos – revisão
CIRURGIA: Cistos ovarianos em porquinha-da-índia (Cavia porcellus) – relato de caso
ZOONOSES: Leptospira spp. em gatos – revisão
NEUROLOGIA: Discopatia toracolombar canina: etiopatogenia, classificações atuais e opções terapêuticas

Descrição

Artigos científicos presentes na Clínica Veterinária n. 138, janeiro/fevereiro, ano XXIV:

OFTALMOLOGIA:  Síndrome de Horner em cães e gatos – revisão

Autores: Laís Limeira Rodrigues; Leonardo Pereira Mesquita, Dennis Albert Zanatto, Paulo César Maiorka

Resumo: Em cães e gatos, a síndrome de Horner (SH) é caracterizada por um conjunto de sinais clínicos oculares oriundos de disfunção ipsilateral da inervação simpática do globo ocular e de seus anexos. Esses sinais incluem ptose palpebral, miose, anisocoria e protrusão da terceira pálpebra e enoftalmia. Lesões que afetem direta ou indiretamente a inervação simpática do globo ocular, tais como traumas, neoplasias, lesões iatrogênicas, otites e encefalites, entre outras, podem causar a SH. O presente estudo teve por objetivo revisar as características anatômicas e fisiológicas da inervação simpática para o globo ocular, com ênfase na descrição das particularidades da SH, incluindo sua etiologia, os sinais clínicos e as ferramentas diagnósticas, além do seus possíveis tratamentos e prognóstico.

Unitermos: canino, felino, neurologia, oftalmologia, sistema nervoso simpático


CIRURGIA: Cistos ovarianos em porquinha-da-índia (Cavia porcellus) – relato de caso

Autores: Diego Federico Blanco; Matias Eugenio Sclocco, Juan Carlos Troiano

Resumo: Os cistos ovarianos são estruturas não funcionais que podem aparecer espontaneamente ao longo do ciclo reprodutivo. Costumam provocar um aumento de secreção de hormônios sexuais que leva a ciclos irregulares e infertilidade. Foi atendida uma porquinha-da-índia de quatro anos que era alimentada com ração para roedores, frutas e legumes e apresentava anorexia, perda progressiva de peso e abdômen distendido. A ecografia abdominal mostrou a presença de cistos ovarianos, e foi indicada a realização de uma laparotomia exploratória. A indução foi feita com xilazina (1 mg/kg), cetamina (25 mg/kg) e nalbufina (1 mg/kg), e a manutenção, inicialmente com isoflurano 3%, e depois com 1%. Após a laparotomia mediana foram identificados e extirpados os cistos ovarianos e os ovários, sendo deixados os cornos e o corpo do útero, já que não apresentavam lesões aparentes. O tratamento pósoperatório foi feito com enrofloxacina (5 mg/kg a cada 24hs via SC) e dieta comercial por dez dias, até a retirada dos pontos cirúrgicos

Unitermos: ovários, roedores, ovariectomia, cirurgia


ZOONOSES: Leptospira spp. em gatos – revisão

Autores: Carolina T. Cordeiro; Simone T. de O. Stedile, Matheus Barbosa Gomes Cruz

Resumo: A leptospirose é uma doença ainda pouco elucidada em gatos. São raros os dados sobre a doença clínica; no entanto, os gatos podem produzir resposta com anticorpos específicos. Estudos sorológicos demonstraram prevalência de 4,1 a 33,3%, com descrição de diversos sorovares. Estudos mais recentes demonstraram ainda uma possível relação da infecção com lesões renais agudas ou crônicas. Considerando que a doença renal é de ocorrência comum nos gatos, a leptospirose poderia ser uma causa subdiagnosticada na espécie. Os gatos podem apresentar leptospirúria e poderiam ser considerados reservatórios da bactéria. Entretanto, o risco exato de contaminação de outros mamíferos com urina de gatos ainda é desconhecido. Pesquisas futuras relacionadas à infecção e ao tratamento da espécie serão de grande valia para o entendimento da sua epidemiologia.

Unitermos: saúde pública, zoonose, leptospirose, leptospirúria


NEUROLOGIA: Discopatia toracolombar canina: etiopatogenia, classificações atuais e opções terapêuticas

Autores: Sérgio D. Passos Costa; Bruno M. Araújo, Nadyne L. F. C. Rocha, Thays G. R. dos Santos, Jamilly N. R. Costa, Napoleão M. Argôlo Neto, Marcelo C. Rodrigues

Resumo: A doença do disco intervertebral (DDIV) é uma das afecções neurológicas que mais afetam a região toracolombar no cão. Várias causas podem estar envolvidas na etiopatogenia da doença, mas considera-se que a origem dessa afecção difere entre raças condrodistróficas e não condrodistróficas; no entanto, alterações bioquímicas e moleculares são encontradas no disco degenerado, independentemente de diferenças raciais. Com a utilização de exames de imagem avançados, outros tipos de degeneração têm sido relatados, além dos já expostos por Hansen na década de 1960, e, em função desses novos achados, estão sendo realizadas associações de fármacos e outras formas de tratamentos para a DDIV, com o intuito de otimizar a recuperação dos cães acometidos. O objetivo desta revisão foi reunir informações acerca da doença do disco intervertebral toracolombar, tais como etiopatogenia, classificações atuais e opções de tratamento.

Unitermos: extrusão, protrusão, doença do disco intervertebral, degeneração do disco intervertebral, cão


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Peso 300 g
Dimensões 28 × 21 × 0.5 cm

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