Clínica Veterinária n. 137

R$ 40,00

ENDOCRINOL0GIA: Avaliação da frequência de hiperlipidemia de jejum e pós- prandial em schnauzers hígidos e das alterações hepáticas e resistência insulínica em schnauzers hiperlipidêmicos
ANIMAIS SELVAGENS: Exames post mortem em primatas não humanos durante epizootia de febre amarela na região metropolitana de Sorocaba, SP, Brasil
ONCOLOGIA: Feocromocitoma maligno em cão – relato de caso
CLÍNICA: Esporotricose em um felino soropositivo para FeLV – relato de caso

Descrição

Artigos científicos presentes na Clínica Veterinária n. 137, novembro/dezembro, ano XXIII:

ENDOCRINOL0GIA: Avaliação da frequência de hiperlipidemia de jejum e pós- prandial em schnauzers hígidos e das alterações hepáticas e resistência insulínica em schnauzers hiperlipidêmicos

Autores: Marcela Fuzeti Gonçalves Netto; Gabryella Fraga Ramos Mello, Viviani De Marco

Resumo: A hiperlipidemia pode ser primária ou secundária. A forma secundária é mais frequente e está associada a endocrinopatias, obesidade e uso de glicocorticoides. A hipertrigliceridemia primária do schnauzer é uma condição bastante conhecida e pode predispor ao desenvolvimento de pancreatite, diabetes, alterações hepáticas e neurológicas. Este trabalho avaliou a frequência de hiperlipidemia em 55 cães hígidos da raça schnauzer e de alterações hepáticas e resistência insulínica nos cães hiperlipidêmicos. Dos 55 cães, 56,4% apresentavam hiperlipidemia primária, sendo a hipertrigliceridemia isolada identificada em 23,6% dos casos, a hipercolesterolemia isolada em 20% e a hiperlipidemia mista em 12,7%. Em 21,8% dos casos, a hipertrigliceridemia foi considerada leve, e em 14,5%, de moderada a grave. A ALT e a FA estavam elevadas em 32,3% e 38,7% dos casos, e a resistência insulínica foi observada em 90,3%. Dadas a elevada incidência de hiperlipidemia em nossa casuística e as complicações metabólicas constatadas, sugere-se que a mesma seja investigada em cães hígidos da raça schnauzer, permitindo assim, o diagnóstico precoce desta enfermidade.

Unitermos: cães, triglicérides, colesterol, VLDL, hiperinsulinemia


ANIMAIS SELVAGENS: Exames post mortem em primatas não humanos durante epizootia de febre amarela na região metropolitana de Sorocaba, SP, Brasil

Autores: Rodrigo Hidalgo Friciello Teixeira; Thais Eleonora Madeira Buti, André Luiz Mota da Costa

Resumo: As principais causas de mortalidade em primatas neotropicais são enfermidades virais, bacterianas, parasitárias e traumas. Em todos os casos, necrópsias e exames complementares são essenciais para a determinação da causa mortis do paciente.Durante os meses de maio de 2017 a maio de 2018, 59 primatas não humanos devida livre ou mantidos sob cuidados humanos de cinco espécies dos gêneros Callithrix, Alouatta e Sapajus foram examinados, sendo o material biológico coletado e enviado ao laboratório do Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Os exames foram direcionados ao  diagnóstico  do  vírus  amarílico,  porém,  ao  longo  do  período  do  estudo,  outras causas foram diagnosticadas. Os óbitos dos animais foram principalmente provocados por traumas, agressões, arma de fogo, pneumonia, intoxicação por carbamato, febre amarela e por causa indeterminada, durante a epizootia de febre amarela na região metropolitana de Sorocaba.

Unitermos: necrópsia, arbovírus, óbito em primatas, causas de morte, trauma


ONCOLOGIA: Feocromocitoma maligno em cão – relato de caso

Autores: Viviani De Marco; Rodrigo Ubukata, Bianca M. Gonçalves, Nilson Kage, Marcia Kahvegian

Resumo: O feocromocitoma é um tumor secretor de catecolaminas de difícil diagnóstico, pois as manifestações clínicas nem sempre estão presentes, já que a secreção de epinefrina e norepinefrina ocorre de maneira episódica. O objetivo deste trabalho é relatar o caso de um cão maltês macho, de nove anos de idade,assintomático,  que  apresentava  uma  massa  adrenal  identificada  ao  acaso  durante um exame ultrassonográfico. Foi indicado o tratamento cirúrgico, que no entanto não foi realizado inicialmente. Após oito meses, o animal apresentou trombo neoplásico em veia cava caudal, sendo submetido a adrenalectomia e trombectomia. A análise histopatológica revelou um feocromocitoma maligno e trombo neoplásico. Ressalta-se aqui a importância do diagnóstico e do tratamento cirúrgico dos tumores adrenais,mesmo quando identificados ao acaso em animais assintomáticos. Atualmente, cinco anos  após  o  tratamento  cirúrgico,  o  paciente  encontra-se  estável,  saudável  e  sem recidiva ou evidências de metástase do tumor.

Unitermos: canino, tumor adrenal, medula adrenal, adrenalectomia, trombo neoplásico


CLÍNICA: Esporotricose em um felino soropositivo para FeLV – relato de caso

Autores: Gustavo Soares Forlani ; Risciela Salardi Alves de Brito, Jéssica Paola Salame, Angelita dos Reis Gomes, Márcia de Oliveira Nobre

Resumo: A esporotricose é uma micose subcutânea causada pelos fungos do complexo Sporothrix schenckii. Essa doença afeta homens e animais, sendo particularmente grave em gatos. A infecção ocorre principalmente pela inoculação traumática do fungo,ou seja, por meio de arranhaduras e mordeduras de animais infectados. Doenças imunossupressoras como a FeLV e a dificuldade na administração dos medicamentos são fatores que complicam o prognóstico desses pacientes. O objetivo do presente artigo é relatar o manejo terapêutico da esporotricose em um gato soropositivo para FeLV, que levou à regressão das lesões e a uma importante melhora clínica do paciente.

Unitermos: itraconazol, medicina felina, timomodulina, zoonose


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• Gratidão

Informação adicional

Peso 301 g
Dimensões 28 x 21 x 0.5 cm

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