Clínica Veterinária n. 135

R$ 40,00

ORTOPEDIA: Deformidades angulares de esqueleto apendicular em cães – revisão
DERMATOLOGIA: Avaliação dos efeitos do uso do oclacitinib sobre o escore de prurido segundo as escalas quantitativa linear e qualitativa de Yazbek-Larsson em cães com dermatite atópica atendidos no Serviço de Dermatologia da FMVZ/USP
NEUROLOGIA: Trauma medular agudo: fisiopatologia e opções terapêuticas – revisão
ANATOMIA: Estudo anatômico da origem e da área de inervação que formam o plexo braquial de macaco-prego (Sapajus libidinosus)

Descrição

Artigos científicos presentes na Clínica Veterinária n. 135, julho/agosto, ano XXIII:

ORTOPEDIA: Deformidades angulares de esqueleto apendicular em cães – revisão

Autores:Fernando B. da Silva Sobrinho; Durval Baraúna Júnior; Cássia Regina Oliveira Santos; Luis Gustavo G. Gonçalves Dias; Matheus Pinho de Carvalho Xisto; Bruno Martins Araújo

Resumo:Desvios angulares e rotacionais dos membros locomotores são condições ortopédicas comuns em cães. Essas deformidades são mais comumente descritas em rádio e ulna de animais da espécie canina, tendo como principal etiologia o traumatismo local, levando à interrupção do crescimento da ulna, ao tempo em que o rádio continua o crescimento. Esta revisão busca mostrar a importância do planejamento cirúrgico nas deformidades angulares, por meio da metodologia do centro de rotação da angulação (Cora), bem como da aplicação das principais técnicas de osteotomias corretivas. As osteotomias corretivas e a fixação de seus fragmentos são técnicas de tratamento relativamente complexas e eficientes na correção de desvios angulares e rotacionais.

Unitermos: cirurgia, ortopedia, diagnóstico, osteotomia


NEUROLOGIA: Trauma medular agudo: fisiopatologia e opções terapêuticas – revisão

Autores: Thyara Caroline Weizenmann; Fernando Ibãnez

Resumo: O trauma medular pode resultar em incapacidade motora permanente, e seu tratamento ainda permanece um desafio. A lesão medular aguda inicia a sequência de eventos vasculares, bioquímicos e inflamatórios que ocasionam o desenvolvimento de lesões teciduais secundárias em diferentes tecidos, levando à destruição progressiva do tecido neuronal, com consequências frequentemente irreversíveis às funções motora e sensorial do paciente. Alguns estudos fizeram aumentar a compreensão dos mecanismos envolvidos na lesão medular aguda, e apesar de décadas de pesquisas objetivando a recuperação funcional e a qualidade de vida dos pacientes, o tratamento para essa condição ainda é frustrante. O presente artigo tem como objetivo compilar informações acadêmicas sobre a fisiopatologia e as principais propostas terapêuticas para trauma medular agudo.

Unitermos: neurologia, lesões, traumatismo, espinhal, tratamento


DERMATOLOGIA: Avaliação dos efeitos do uso do oclacitinib sobre o escore de prurido segundo as escalas quantitativa linear e qualitativa de Yazbek-Larsson em cães com dermatite atópica atendidos no Serviço de Dermatologia da FMVZ/USP

Autores: Leandro Haroutune H. Galati; Carlos Eduardo Larsson Júnior; Alexandre Merlo; Carlos Eduardo Larsson

Resumo: A dermatite atópica canina ganha destaque mundial pela alta incidência e recentes descobertas sobre sua complexa fisiopatogenia. Este estudo avaliou os efeitos da terapia com oclacitinib a sobre o escore de prurido de 20 cães com dermatite atópica, diagnosticados com estritos critérios de exclusão, em três momentos (dias 0, 14 e 28), segundo escalas quantitativa e qualitativa, na óptica dos proprietários. A terapia via oral reduziu em mais de 50% a intensidade do prurido em 85% dos cães, em doses de 0,4 a 0,6 mg/kg a cada 12 horas. O uso da mesma dose a cada 24 horas mostrou que 80% dos animais obtiveram redução do prurido, em média de 44%. Não houve reações adversas ao uso do ativo nos 28 dias de avaliação. O oclacitinib a mostrou ser eficiente no tratamento de cães com dermatite atópica, com altos índices de redução de prurido em ambas as posologias, sobretudo no uso a cada 12 horas.

Unitermos: caninos, dermatologia, atopia, janus quinase


ANATOMIA: Estudo anatômico da origem e da área de inervação que formam o plexo braquial de macaco-prego (Sapajus libidinosus)

Autor: Francisco Rener F. de Alcântara

Resumo: Os macacos da espécie Sapajus libidinosus, considerados animais do Novo Mundo, têm sido foco de estudos do plexo braquial. Essas pesquisas sobre as origens e distribuições dos nervos que formam o plexo braquial de primatas contribuem para o fornecimento de informações a outras áreas de atuação da veterinária: anatomia funcional, injúrias e procedimentos clínicos e cirúrgicos, bem como procedimentos anestésicos. O plexo braquial dos macacos da espécie Sapajus libidinosus é constituído por fibras neurais provenientes da união das raízes dorsais e ventrais dos segmentos vertebrais cervicais C5 a C8 e torácico T1, e organizado em quatro troncos principais, tendo ainda uma subdivisão no tronco médio. Cada tronco formou um nervo ou um grupo de nervos cuja origem variou entre os animais estudados. As origens, trajetórias e território de inervação dos troncos nervosos do plexo braquial do Sapajus libidinosus são semelhantes aos de outros primatas, porém ocorrem variações no percurso.

Unitermos: primatas, nervos, membro torácico


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Informação adicional

Peso 301 g
Dimensões 28 x 21 x 0.5 cm

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