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Como comunicar más notícias aos tutores de animais de estimação

Entender e comunicar a morte dos animais de estimação e/ou situações críticas de pacientes terminais torna-se cada vez mais relevante para os médicos veterinários, uma vez que esses profissionais encontram-se mais suscetíveis ou expostos aos sentimentos trazidos pela morte, pois no cenário das instituições de saúde ela está cons­tantemente presente. Na prática, observamos como o des­preparo e a falta de capacitação no assunto resultarão em angústia, sofrimento e dor psíquica, existencial e mesmo espiritual na vida desses profissionais .

Na revista Clínica Veterinária, Ano XVII, n. 100, setembro/outubro, 2012, o artigo Tanatologia – A ciência da morte e do morrer e a medicina veterinária aborda a importância de estar preparado com esse tema (edição disponível no acervo digital).

O processo da descoberta e do tratamento de câncer em animais de companhia na visão da psico-oncologia é outro artigo publicado na revista Clínica Veterinária que tem relação com a questão que envolve o fim da vida do animal e de como lidar com essa situação.

Para quem deseja se aprofundar no tema, a  psicóloga Joelma Ruiz, especializada em luto, está promovendo um curso para ajudar os profissionais da área da saúde veterinária e humana a como comunicar uma má notícia apoiando o cliente no momento difícil. O curso “A evolução da relação homem x animal e como comunicar más notícias apoiando o seu cliente” acontece no dia 27/11/2016, no Auditório do Hospital Veterinário Santa Inês. O curso tem como objetivo abordar em sua complexidade a relação entre o homem e animal de estimação, visando aperfeiçoar a atuação do médico-veterinário e equipe, além de profissionais da área da saúde humana, a partir da melhor compreensão dos efeitos psicológicos da doença do animal aos tutores.
Para saber mais informações, como a programação completa, valores e sobre os palestrantes do curso, acesse o site: http://rumomarketing.com.br/vetpaz/

Instruções aos autores para envio de artigos científicos: clique aqui

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Manejo etológico, segurança profissional, bem-estar animal e controle populacional

Uma excelente forma de interagir com os animais sem causar estresse é por meio da utilização do manejo etológico.  Essa é uma aptidão que deve ser procurada pelos gestores de qualquer estabelecimento veterinário, seja um centro de controle de zoonoses ou nos variados serviços para cães e gatos (veterinário, banho e tosa, creches, hotéis, escolas etc.).

O gestor público precisa zelar pelo bem-estar animal, e o gestor empresarial precisa gerar a satisfação do cliente e a sua fidelização, que ocorre de forma muito mais fácil e natural quando o tutor percebe a aplicação do bem-estar animal e o tratamento diferenciado que seu animal recebe.

No Brasil, o ITEC, Instituto Técnico de Educação e Controle Animal, promove há anos o curso FOCA (Formação de Oficial de Controle Animal). O curso tem quarenta horas de duração, com aulas teóricas e práticas que transmitem com excelência os conceitos de manejo etológico, segurança profissional e humanização dos serviços, parte do treinamento que foi muito importante nos primeiros cursos FOCA, numa época em que existia a carrocinha e os laçadores de cães praticavam a captura como se fosse uma prática de rodeio, sem nenhuma compaixão.

O próximo curso FOCA irá ocorrer de 11 a 15 de abril, em Jundiaí, SP. A parte teórica será no Hotel Intercity Jundiaí. A prática, por sua vez, terá lugar na Coordenadoria de Bem-Estar Animal de Jundiaí.

O oficial de controle animal está capacitado para interagir com os animais sem causar estresse (ou causando o mínimo possível), beneficiando tanto o bem-estar do animal quanto sua própria segurança.

O curso FOCA acrescenta muitos conhecimentos para todos os servidores públicos que exercem atividade relacionada ao controle de zoonoses.

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Lidando com clientes difíceis

Confira as dicas de como lidar com clientes difíceis.

– Em primeiro lugar, escute o cliente! Se você o escutar, o cliente entenderá que você se importa e se preocupa com o que ele está dizendo.

Fale menos e escute mais – Escute o que o cliente tem para dizer. Mesmo que você saiba o que ele irá dizer, não o corte nem se antecipe. Se você o escutar, o cliente entenderá que você se importa e se preocupa com o que ele está dizendo.

Seja simpático – Eu sei que em certas situações é quase impossível ser verdadeiramente simpático, mas a gentileza é essencial em qualquer hora. Pode ser que, demonstrando gentileza, você consiga fazer com que seu cliente durão fique um pouco mais calmo e desarmado, e a conversa entre vocês flua melhor.

Use bastante a primeira pessoa – Isso fará com que o cliente não ache que você o está responsabilizando pela situação e, por isso, não se vitimizará. Por exemplo, em vez de dizer: “Você não entendeu direito”, diga “Acho que não me fiz claro”.

Lembre sempre que você está lidando com pessoas – As pessoas às vezes são difíceis, e é importante, nesses casos, você exercitar sua empatia e se colocar no lugar do outro. Algumas vezes, as pessoas estão passando por problemas ou tiveram um dia difícil, e em quem elas vão descontar? No primeiro que aparecer – e esse pode ser você! Tenho certeza de que você não tem nada a ver com isso, mas tente compreender e leve a situação numa boa.

Não altere o tom de voz – Se você levantar a voz, perde a razão. Tente não alterar o tom de voz, pois se você o fizer, terá o mesmo tipo de comportamento que seu cliente, e isso só agravará a situação.

Não leve para o lado pessoal – Se o cliente é difícil, entenda que ele não deve ser assim só com você. O mau humor e a falta de educação devem atingir todos os prestadores de serviço com quem ele lida. Tenha em mente que ele está insatisfeito com algum serviço ou produto que você vendeu e não com você. Por isso, mantenha o foco em resolver o problema o mais rápido que puder. Mostre-se prestativo!

Cumpra as promessas que fizer – No final das contas, seu propósito é resolver o problema do cliente. Por isso escute, com- prometa-se a achar uma solução para o problema e dê retorno, por mais chato que seu cliente seja. Lembre-se: você é profissional!

Não desanime – Quando você se desanimar por cause de situações complicadas com clientes difíceis, não se deixe abater e lembre-se de todos os outros clientes legais, educados, bem-humorados, responsáveis, dedicados aos seus pets, que lhe enviam mensagens de feliz dia do veterinário no Facebook, lhe dão panetones no Natal, respeitam e recomendam seu trabalho. Eles fazem o esforço valer a pena!

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