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Cães com hiperadrenocorticismo: alterações dermatológicas

Entre as principais alterações clínicas decorrentes do hipercortisolismo crônico, resultante do hiperadrenocorticismo ou síndrome de Cushing, estão as alterações tegumentares. O presente trabalho teve como objetivo identificar as alterações dermatológicas mais frequentes em 22 cães (dezesseis fêmeas e seis machos com idade média de 10 anos) com hiperadrenocorticismo hipófise-dependente e hiperadrenocorticismo adrenal-dependente atendidos em um Hospital Veterinário Escola de São Paulo – SP, durante um período de 24 meses. As lesões cutâneas foram identificadas em 72,72% dos casos, sendo as alterações mais frequentes relacionadas à presença de crostas melicéricas, alopecia, eritema, comedos, colarinhos epidérmicos, hiperpigmentação, escamas, pústulas e pápulas. As doenças dermatológicas associadas ao hipercortisolismo foram piordermite, demodiciose e calcinose cutânea.

As alterações mais frequentes em cães com hiperadrenocorticismo: crostas melicéricas, alopecia, eritema, comedos, colarinhos epidérmicos, hiperpigmentação, escamas, pústulas e pápulas
As alterações mais frequentes em cães com hiperadrenocorticismo: crostas melicéricas, alopecia, eritema, comedos, colarinhos epidérmicos, hiperpigmentação, escamas, pústulas e pápulas

Confira no acervo digital da revista Clínica Veterinária esse e outros artigos relacionados com hiperadrenocorticismo, endocrinologia e outras alterações dermatológicas.

Estudo da hipercoagulabilidade sanguínea em 45 cães com hiperadrenocorticismo endógeno, por meio da avaliação da frequência de trombocitose, hiperfibrinogenemia e hipertensão arterial
Clínica Veterinária n. 96, janeiro/fevereiro – Ano XVII, 2012

Obesidade canina – abordagem diagnóstica, nutricional e reabilitação
Clínica Veterinária n. 94, setembro/outubro – Ano XVI, 2011

Hiperestrogenismo secundário a mestástase de sertolinoma: relato de caso
Clínica Veterinária n. 83, novembro/dezembro – Ano XIV, 2009

Hiperadrenocorticismo em felino associado ao diabetes melito insulino-resistente – relato de caso
Clínica Veterinária n. 76, setembro/outubro – Ano XIII, 2008

Acesse o acervo digital da revista Clínica Veterinária e tenha acesso aos artigo completos.

Clínica Veterinária – revista de educação continuada para clínicos veterinários de pequenos animais indexada no  Web of Science –Records, Latindex e CAB Abstracts. Classificação Qualis: B4

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Fraturas e luxações vertebrais em cães

O exame radiográfico é conveniente para o diagnóstico das fraturas e luxações vertebrais em 100% dos casos, mas sem permitir a visibilização de todas as alterações ósseas existentes, principalmente as localizadas nos compartimentos dorsal e médio.
Recomenda-se a realização de outros exames de imagem, quando disponíveis, para a determinação precisa de todas as alterações ósseas existentes nos casos das fraturas e luxações vertebrais, mesmo nos que possam ser diagnosticados apenas com radiografias convencionais.

Em todos os casos de fraturas e luxações vertebrais deve-se solicitar o exame radiográfico de todas as regiões vertebrais.

Fraturas e luxação vertebral entre vértebras T13-L1 (seta branca), apresentando ainda fratura dos processos espinhosos de L2 e L3 (seta vermelha e amarela respectivamente): imagem radiográfica de cão
Imagem radiográfica de cão com fratura e luxação vertebral entre T13-L1 (seta branca), apresentando ainda fratura dos processos espinhosos de L2 e L3 (seta vermelha e amarela respectivamente)
Fraturas por impactação do corpo da vertebra L1, em cão: imagem radiográfica na projeção lateral
Imagem radiográfica de fratura por impactação do corpo de L1, em cão, na projeção lateral
Fraturas por impactação do corpo da vertebra L1, em cão: imagem radiográfica na projeção ventro-dorsal
Imagem radiográfica de fratura por impactação do corpo de L1, em cão, na projeção e ventro-dorsal
Fraturas vertebrais em cão: imagem tomográfica (corte sagital) demonstrando a presença de fragmento ósseo no interior do ca­nal vertebral não visibilizada no exame radiográfico simples
Imagem tomográfica da fratura (corte sagital), demonstrando a presença de fragmento ósseo no interior do ca­nal vertebral não visibilizada no exame radiográfico simples
Fraturas vertebrais em cão: imagem tomográfica (corte transversal) demonstrando a presença de fragmento ósseo no interior do ca­nal vertebral não visibilizada no exame radiográfico simples
Imagem tomográfica da fratura (corte transversal), demonstrando a presença de fragmento ósseo no interior do ca­nal vertebral não visibilizada no exame radiográfico simples
fraturas vertebrais em cão: Imagem tomográfica (corte dorsal) demonstrando a presença de fragmento ósseo no interior do ca­nal vertebral não visibilizada no exame radiográfico simples
Imagem tomográfica da fratura (corte dorsal), demonstrando a presença de fragmento ósseo no interior do ca­nal vertebral não visibilizada no exame radiográfico simples
Fraturas vertebrais em cão: reconstrução tridimensional
Reconstrução tridimensional da fratura vertebral em cão
Fraturas vertebrais em cão: reconstrução tridimensional
Reconstrução tridimensional da fratura vertebral em cão

Clínica Veterinária – revista de educação continuada para clínicos veterinários de pequenos animais indexada no ISI Web of Science – Zoological Records, Latindex e CAB Abstracts. Classificação Qualis: B4

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