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Dermatologia no CBA2016

Casos clínicos selecionados, dermatite atópica, dermatoses em felinos, otites agudas e crônicas fazem parte dos temas de dermatologia veterinária que serão apresentados no CBA2016.  Os palestrantes confirmados são Carlos Eduardo Larsson, Ronaldo Lucas, Alessandra Vieira e Luciano Marra.

Tratado de Medicina Externa, de Larsson & Lucas
Tratado de Medicina Externa, de Larsson & Lucas

Destaca-se a presença dos autores do Tratado de Medicina Externa – Dermatologia Veterinária: Carlos Eduardo Larsson e Ronaldo Lucas. Referência em dermatologia veterinária, a obra foi lançada em outubro de 2015. Participe do CBA2016 e aproveite para adquirir um exemplar da obra com autógrafo dos autores!

Larsson & Lucas - Tratado de Medicina Externa
Professores doutores Ronaldo Lucas e Carlos Eduardo Larsson, autores do tão esperado lançamento: o Tratado de Medicina Externa – dermatologia veterinária. Registro feito durante o 1º Congresso de Dermatologia Veterinária CBDV-SBDV

Literatura sobre dermatologia veterinária publicada na revista Clínica Veterinária pelos palestrantes  (Carlos Eduardo Larsson e Ronado Lucas)

Teste alérgico intradérmico e imunoterapia alérgenoespecífica no controle da dermatite atópica canina – revisão
Clínica Veterinária n. 91, março/abril – Ano XVI, 2011

Dermatose neutrofílica símile à síndrome de Sweet em um canino acometido por lúpus eritematoso discoide e neoplasia testicular
Clínica Veterinária n. 90, janeiro/fevereiro – Ano XVI, 2011

Micobacterioses
Clínica Veterinária n. 72, janeiro/fevereiro – Ano XIII, 2008

O uso da criocirurgia na dermatologia veterinária
Clínica Veterinária n. 69, julho/agosto – Ano XII, 2007

Avaliação da efetividade do uso da ciclosporina na terapia de cães atópicos
Clínica Veterinária n. 69, julho/agosto – Ano XII, 2007

Acesse o acervo digital da revista Clínica Veterinária e tenha acesso aos artigo completos.

Clínica Veterinária – revista de educação continuada para clínicos veterinários de pequenos animais indexada no ISI Web of Science – Zoological Records, Latindex e CAB Abstracts. Classificação Qualis: B4

CBA2016
CBA2016O Congresso Brasileiro da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (ANCLIVEPA) de 2016 acontece no Centro de Convenções de Goiânia-GO, entre os dias 12 e 14 de maio de 2016. Confira a programação científica completa do Congresso Brasileiro da Anclivepa (CBA2016). O maior evento de clínicos veterinários de pequenos animais vai acontecer no coração do cerrado! Participe e compartilhe! http://www.anclivepa2016.com.br

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Mazzanti no CBA2016

Fraturas e luxações vertebrais e doença de disco intervertebral em cães – Adianta operar após 48 horas sem nocicepção (dor profunda): temas que Alexandre Mazzanti irá abordar em palestras no Congresso Brasileiro da Anclivepa (CBA2016).

Atualmente, Alexandre Mazzanti é  Professor Associado I na Universidade Federal de Santa Maria, RS.

Na graduação, ministra as disciplinas de Técnica Cirúrgica Veterinária e de Ortopedia, Traumatologia e Reabilitação.

Na pós-graduação ministra as disciplinas de Tópicos básicos em neurologia, Tópicos avançados em neurologia e Seminário em Cirurgia Experimental.

Participa da rotina hospitalar do HVU-UFSM, realizando atendimento de casos clínicos e cirúrgicos em neurologia e reabilitação de cães e gatos com afecções ortopédicas e neurológicas.

Literatura publicada na revista Clínica Veterinária

Doença vestibular em gatos – revisão de literatura
Clínica Veterinária,  n. 113, novembro/dezembro – Ano XIX, 2014

Enxertos cutâneos no reparo tecidual de lesão do membro pélvico de um cão
Clínica Veterinária n. 83, novembro/dezembro – Ano XIV, 2009

Instabilidade atlantoaxial em cães: revisão de literatura
Clínica Veterinária  n. 76, setembro/outubro – Ano XIII, 2008

Meningoencefalomielite granulomatosa em cães
Clínica Veterinária n. 68, maio/junho – Ano XII, 2007

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Fraturas e luxações vertebrais em cães

O exame radiográfico é conveniente para o diagnóstico das fraturas e luxações vertebrais em 100% dos casos, mas sem permitir a visibilização de todas as alterações ósseas existentes, principalmente as localizadas nos compartimentos dorsal e médio.
Recomenda-se a realização de outros exames de imagem, quando disponíveis, para a determinação precisa de todas as alterações ósseas existentes nos casos das fraturas e luxações vertebrais, mesmo nos que possam ser diagnosticados apenas com radiografias convencionais.

Em todos os casos de fraturas e luxações vertebrais deve-se solicitar o exame radiográfico de todas as regiões vertebrais.

Fraturas e luxação vertebral entre vértebras T13-L1 (seta branca), apresentando ainda fratura dos processos espinhosos de L2 e L3 (seta vermelha e amarela respectivamente): imagem radiográfica de cão
Imagem radiográfica de cão com fratura e luxação vertebral entre T13-L1 (seta branca), apresentando ainda fratura dos processos espinhosos de L2 e L3 (seta vermelha e amarela respectivamente)
Fraturas por impactação do corpo da vertebra L1, em cão: imagem radiográfica na projeção lateral
Imagem radiográfica de fratura por impactação do corpo de L1, em cão, na projeção lateral
Fraturas por impactação do corpo da vertebra L1, em cão: imagem radiográfica na projeção ventro-dorsal
Imagem radiográfica de fratura por impactação do corpo de L1, em cão, na projeção e ventro-dorsal
Fraturas vertebrais em cão: imagem tomográfica (corte sagital) demonstrando a presença de fragmento ósseo no interior do ca­nal vertebral não visibilizada no exame radiográfico simples
Imagem tomográfica da fratura (corte sagital), demonstrando a presença de fragmento ósseo no interior do ca­nal vertebral não visibilizada no exame radiográfico simples
Fraturas vertebrais em cão: imagem tomográfica (corte transversal) demonstrando a presença de fragmento ósseo no interior do ca­nal vertebral não visibilizada no exame radiográfico simples
Imagem tomográfica da fratura (corte transversal), demonstrando a presença de fragmento ósseo no interior do ca­nal vertebral não visibilizada no exame radiográfico simples
fraturas vertebrais em cão: Imagem tomográfica (corte dorsal) demonstrando a presença de fragmento ósseo no interior do ca­nal vertebral não visibilizada no exame radiográfico simples
Imagem tomográfica da fratura (corte dorsal), demonstrando a presença de fragmento ósseo no interior do ca­nal vertebral não visibilizada no exame radiográfico simples
Fraturas vertebrais em cão: reconstrução tridimensional
Reconstrução tridimensional da fratura vertebral em cão
Fraturas vertebrais em cão: reconstrução tridimensional
Reconstrução tridimensional da fratura vertebral em cão

Clínica Veterinária – revista de educação continuada para clínicos veterinários de pequenos animais indexada no ISI Web of Science – Zoological Records, Latindex e CAB Abstracts. Classificação Qualis: B4

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Violência doméstica

Violência doméstica: sofrimento para mulheres, crianças e animais.

Desde tempos históricos a família tem sido concebida como um núcleo formado por vínculos afetivos, indispensável para a proteção e o desenvolvimento dos indivíduos que assim a constituem e para o progresso social. Porém, a família também pode ser um espaço marcado por tensões, conflitos, desigualdades e violência, no qual as mulheres e crianças são as maiores vítimas de uma sociedade machista, arraigada num modelo e uma cultura patriarcal. Desta maneira, quando se fala de violência contra a mulher, as cifras evidenciam que entre um 70-80% destas mulheres são violentadas no interior de seus lares, um aspecto irônico ao considerar que a família deveria ser um espaço para protegê-las do abuso (violência doméstica).

A Violência doméstica contra a mulher é definida na legislação brasileira como “qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial, em qualquer relação íntima de afeto, na qual o agressor conviva ou tenha convivido com a ofendida, independentemente de coabitação”. Embora os homem também possam ser vítimas de violência doméstica, as mulheres são por muito as maiores vítimas deste tipo de violência interpessoal.

A violência doméstica contra a mulher não é um fenômeno contemporâneo, mas apenas nos últimos 50 anos que esta problemática tem ganhado importância, sendo desenvolvidas políticas e estratégias para diminuir sua prevalência na sociedade. Infelizmente, estudos demonstram que ainda é um problema que afeta milhões de mulheres no mundo todo. Assim, a Organização Mundial da Saúde estima que aproximadamente 30% das mulheres do mundo entre 15 e 69 anos de idade são abusadas por seu companheiro. Considera-se que na América Latina 25 a 50% das mulheres sofrem violência doméstica, sendo que o Brasil responde por 40% dos feminicídios da região. Segundo dados de 2013, da Secretaria de Políticas para as mulheres do Brasil, 38.020 mulheres são agredidas diariamente, sendo os cônjuges, companheiros ou ex-maridos os agressores em 68,8% dos casos, mostrando que essa problemática está longe de chegar a seu fim e que todos os aspectos relacionados devem ser estudados e considerados.

Sabe-se que as sequelas da violência doméstica não estão restritas às vítimas e comprometem todos os membros da família. A prevalência de crianças expostas a violência doméstica é difícil de ser determinada e, geralmente, encontra-se subestimada. Nos Estados Unidos estima-se uma prevalência anual de entre 10% a 20% de exposição das crianças á violência doméstica.

violencia domestica
Violência doméstica: no mundo todo, mulheres, crianças e animais sofrem abusos

Nas últimas décadas, surgiu a concepção da família multi-espécie que consiste em um grupo familiar composto por pessoas que reconhecem e legitimam seus animais de estimação como membros da família. Assim, ao reconhecer que todos os membros da família podem ser vítimas das situações de violência doméstica, a partir da década de 90 começaram estudos sobre o papel dos animais de estimação dentro da violência doméstica. Uma associação entre maus tratos contra os animais e a violência doméstica foi encontrada e nomeada internacionalmente de Link (Elo). Estima-se uma coocorrência de violência doméstica por parceiro íntimo contra mulheres e maus-tratos contra os animais entre 46,5% e 71%. Nesta relação os animais de companhia podem ser usados como uma ferramenta de violência psicológica, intimidação e controle da vítima humana para que a mesma não denunciasse a situação e não tente sair do ciclo da violência como consequência da preocupação com seu animal de companhia. Estudos têm relatado que aproximadamente 30% das mulheres vítimas de violência doméstica e proprietárias de pelo menos um animal de estimação está disposta a adiar sua decisão de procurar ajuda pela preocupação com seu animal, colocando em risco a sua própria integridade.

No Brasil o Link não tem sido muito estudado, nem reconhecido nas políticas e estratégias que combatem a violência doméstica. Sendo um aspecto de vital importância ao considerar que, segundo cifras do IBGE, 44,3% dos domicílios têm pelo menos um cão e 17,7% pelo menos um gato.

Os animais de estimação, podem fazer parte do ciclo da violência doméstica e serem as primeiras vítimas. Dessa forma, a suspeita de maus-tratos contra os mesmos pode ser utilizada como indicador para a detecção e/ou prevenção de outros tipos de violência. Esse reconhecimento permite uma pronta intervenção por parte de uma equipe multiprofissional em saúde, com participação dos médicos veterinários, que podem ser os primeiros, ou únicos, profissionais a ter acesso a situações de abuso no contexto da família.

Fonte: Departamento de Medicina Veterinária, UFPR

Veja também:

A ligação entre o abuso de animais e a violência familiar – Revista Clínica Veterinária n. 103, março/abril,2013, Ano XVIII.

Traumas não acidentais e outros abusos na rotina clínico-veterinária: como proceder, reconhecer e encaminhar – Revista Clínica Veterinária n. 116, maio/junho, 2015, Ano XX.

A revista Clínica Veterinária é indexada no ISI Web of Science – Zoological Record, no Latindex e no CAB Abstracts

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O gosto amargo do Rio Doce e o rejeito da Samarco

A microscopia do rejeito mostra que há muito minério de ferro incrustado nas partículas de sílica que hoje revestem todo o leito do Rio Doce. O minério nada mas é que ferrugem ou óxido de ferro que é altamente friável (farelento), e lentamente se dissolve e entra em suspensão nas águas, funcionando como um corante vermelho. O Rio Doce não está barrento e sim contaminado com altos teores totais de óxidos de ferro o que aumenta sua turbidez ou opacidade.

A luz não consegue penetrar nas águas o que impede a fotossíntese do fitoplâncton no rio e no mar e a absorção dos raios aquecem as águas pois o Sol fornece a impressionante potência de 1400 W por metro quadrado.

A água doce menos densa e agora mais quente flutua no mar de uma forma como nunca antes o fez criando um tapete bloqueador para a fotossíntese das algas marinhas e do fitoplancton.

O problema vai além de onde as autoridades do Governo Federal tentam mascarar com relatórios incompletos feitos pelo CPRM e o IBAMA que passam as águas por um filtro de 0,45 micrômetros e apresentam apenas parte do ferro poluente do Rio Doce.

Os animais não possuem filtros e estão ingerindo o total teor de poluentes presentes nestas partículas da rocha britada e moída da jazida da Samarco. Temos além do ferro o alumínio, o manganês e o cromo nessa rocha e a Samarco sempre conheceu sua composição granuloquímica e deliberadamente escondeu da população tentando minimizar seu prejuízo financeiro com ações indenizatórias.

A “AMINA” tóxica usada na separação do minério da sílica também estava presente no rejeito e foi omitido das populações e autoridades de forma irresponsável e criminosa. As éter-aminas são corrosivas a pele, olhos e altamente tóxicas aos peixes.

Apenas para concluir e ser simplista, experimentem esquecer uma palha de aço molhada sobre uma pia de cozinha e entenderão o que estas incrustações nas partículas dispersas no Rio Doce farão nas décadas vindouras.

Está na hora da Samarco “fazer o que deve ser feito” que é dizer a verdade, porque se não o fizer, faço eu aqui na rede social.

Eng. Alexandre G. Valente

Fonte:

MICROSCOPIA:
Dissertação de Mestrado – Produção de um pellet feed a partir da concentração do rejeito da flotação mecânica da SAMARCO – Autor: Marcos Gomes Vieira.
(Vieira 2008) – Vide Pág 51
http://www.ppgem.eng.ufmg.br/defesas/936M.PDF

TOXIDADE DAS ÉTER AMINAS:

Ficha de segurança Éter Diamina – (Não é sabido ser ou não fornecedor Samarco)
ALTAMENTE TÓXICO AOS PEIXES – Solubulizável em água e alcool:
http://201.57.253.136/…/FI…/FISPQs/F/flotigam%202835%202.pdf

Ficha de segurança Éter Monoamina – (Não é sabido ser ou não fornecedor Samarco) Insolúvel em água.
http://201.57.253.136/…/FI…/FISPQs/F/flotigam%20eda%203c.pdf

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Quimioterapia em pets

Diferentes tipos de quimioterapia podem ser usadas no tratamento de quadros oncológicos em pequenos animais.

No acervo digital da revista Clínica Veterinária há interessantes artigos sobre esse tema:

Acesse o acervo digital da revista Clínica Veterinária e tenha acesso aos artigo completos.

Clínica Veterinária – revista de educação continuada para clínicos veterinários de pequenos animais indexada no ISI Web of Science – Zoological Records, Latindex e CAB Abstracts. Classificação Qualis: B4

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Imunossupressores e a celulite juvenil canina

A celulite juvenil (CJ) é uma dermatopatia rara em cães filhotes. Seu reconhecimento é importante, pois raramente há resolução espontânea, e os animais não tratados podem morrer. Acredita-se ser um distúrbio imunomediado, caracterizado por início súbito de lesões dermatológicas em face, otite e linfoadenomegalia submandibular.  O reconhecimento da doença permite a utilização de imunossupressores que, se forem instituídos precocemente, melhoram o prognóstico.

Acesse o acervo digital da revista Clínica Veterinária e tenha acesso ao artigo completo (revisão de literatura e relato de casos):

Clínica Veterinária – revista de educação continuada para clínicos veterinários de pequenos animais indexada no ISI Web of Science – Zoological Records, Latindex e CAB Abstracts. Classificação Qualis: B4

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Tratamento dentário veterinário sem anestesia?

odonto

Vídeo da Associação Brasileira de Odontologia Veterinária (ABOV) esclarece que, para o correto procedimento de remoção de cálculo dental (popularmente conhecido como limpeza de tártaro),  é indispensavél a anestesiologia veterinária.

A revista Clínica Veterinária apóia todo procedimento que envolve o bem-estar animal e a excelência técnica.

Veja também dicas sobre saúde oral:
Segredos para conseguir higienizar a boca do seu pet
Escolhendo a escova e pasta-de-dentes para seu pet
http://www.abov.org.br/link-dicas.html

                             

Doença periodontal em cães e prevenção

(artigo publicado na Clínica Veterinária n. 89 novembro/dezembro – Ano XV, 2010, de autoria de Fábio Alessandro PieriMaria Aparecida S. Moreira.)

A doença periodontal é um processo que envolve a infecção e inflamação do tecido de suporte e proteção dos dentes e pode acarretar a sua perda. A placa bacteriana dental é reconhecida como o agente etiológico da doença. Dessa forma, conhecendo as estruturas periodontais, os microrganismos da placa bacteriana e a evolução da doença, pode-se estabelecer um plano preventivo envolvendo técnicas de escovação e aplicação de antissépticos. Tais substâncias, administradas ao animal por uso tópico ou adicionadas à composição de alimentos para cães, poderiam reduzir significativamente a incidência da afecção, que interfere de maneira importante na qualidade de vida dos animais e na sua convivência com seus donos.

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