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Osteocondroma intratraqueal em um cão idoso

Osteocondroma intratraqueal em um cão idoso – relato de caso

Revista Clinica Veterinaria – Oncologia – Edição n. 122 – maio/junho – Ano XXI, 2016

Neoplasias traqueais primárias são incomuns em cães e gatos. Os animais acometidos são geralmente de meia-idade a idosos, exceto aqueles que desenvolvem osteocondromas.  As manifestações clínicas são consistentes com a obstrução das vias aéreas superiores, incluindo mais comumente tosse, intolerância ao exercício, dificuldade respiratória e cianose. O diagnóstico normalmente é feito por meio do exame radiográfico simples; a realização de traqueoscopia possibilita a identificação e a biópsia das lesões. Lesões neoplásicas devem ser diferenciadas de corpos estranhos e pólipos.

Uma cadela da raça pastor alemão, de quinze anos de idade, apresentava histórico de dificuldade respiratória e tosse havia um ano, com piora progressiva. A identificação da formação foi realizada a partir do exame radiográfico simples, e o diagnóstico definitivo foi obtido pela traqueoscopia, seguida da biópsia e do exame histopatológico da formação.

Unitermos: radiografia, traqueia, endoscopia, polipectomia, neoplasia

EN: Intratracheal osteochondroma in an old dog – a case report.

ES: Osteocondroma intratraqueal en un perro viejo – relato de caso.

Autor(es): Gabriela Neuman de Paula ; Carla Aparecida Batista Lorigados; Gabriela Silva Rodrigues; Cláudia Matsunaga Martín; Franz Naoki Yoshitoshi; Nelson Palla; Leandro Averaldo Guiguet Leal; Fernanda Auciello Salvagni

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Ablação total do canal auditivo externo aliada a osteotomia lateral da bula timpânica em gatos

Ablação total do canal auditivo externo aliada a osteotomia lateral da bula timpânica em gatos

Revista Clinica Veterinaria – Cirurgia – Edição n. 122 maio/junho – Ano XXI, 2016

A ablação total do canal auditivo externo aliada a osteotomia lateral da bula timpânica é um procedimento cirúrgico indicado no tratamento de otite externa crônica e otite média, pólipos auriculares e neoplasia do canal auditivo externo em gatos. Devido à complexidade da técnica operatória, há risco potencial de várias complicações cirúrgicas, como persistência ou recidiva da infecção, lesão do nervo facial, síndrome de Horner, lesão da orelha interna, comprometimento da função auditiva e alteração da posição do pavilhão auricular.

Contudo, podem-se obter excelentes resultados com o emprego de técnica cirúrgica precisa e minuciosa. Deve-se dar também especial atenção ao controle da dor pós-operatória, porque a dissecção nessa cirurgia é muito profunda. O objetivo da presente revisão é relatar essas afecções da orelha em gatos e descrever a técnica cirúrgica de ablação total do canal auditivo externo aliada a osteotomia lateral da bula timpânica.

Unitermos: felino, neoplasias, pólipos, otite.

EN: Total ear canal ablation and lateral bulla osteotomy in cats – review

ES: Ablación completa del conducto auditivo externo y osteotomía lateral de la bulla timpánica en gatos – revisión

Autor(es): Adelina Maria da Silva.

 

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Perfil da comercialização de animais de estimação não convencionais no município de Concórdia, Santa Catarina: uma visão acerca da sanidade e do bem-estar dos animais

Revista Clínica Veterinária – Bem-estar animal – Edição n. 122 maio/junho – Ano XXI, 2016

O objetivo deste estudo foi caracterizar o comércio de animais de estimação não convencionais em Concórdia, Santa Catarina. Doze estabelecimentos comercializavam animais ou alimentos, e nesses aplicou-se um questionário e realizou-se inspeção visual. Constatou-se que as aves são o grupo mais comercializado nos estabelecimentos visitados (77%), seguido por coelhos (55,5%), roedores (55,5%) e tigres d’água (44,4%). Adquiriam-se esses animais de criatórios legalizados ou informais e não realizavam-se quarentenas. Quanto à alimentação, esses estabelecimentos indicavam misturas de sementes para aves (91,7%) e roedores (83,3%), ração peletizada para coelhos (91,6%) e répteis (66,6%). Esses alimentos eram comercializados em embalagens próprias ou a granel.

Percebe-se que o conhecimento da manutenção dessas espécies ainda é pouco difundido, ficando evidente a necessidade de capacitação dos funcionários, principalmente por meio da atuação de médicos veterinários.

Unitermos: animais selvagens, comércio, saúde, nutrição.

EN: Characterization of the trade of unconventional pets in Concórdia, Santa Catarina, with emphasis on animal sanity and wellbeing

ES: Caracterización del comercio de mascotas no convencionales en la ciudad de Concórdia, Santa Catarina: una visión sobre la cordura y el bienestar de los animales

Autor(es): Mariele de Santi ; Ana Carolina Gonçalves dos Reis; Renata Assis Casagrande.

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CRMV-SP lança aplicativo para consulta à legislação

CRMV-SP lança aplicativo para consulta à legislação

Para usar o aplicativo só é preciso ficar online uma vez. Basta se conectar à internet, acessar sua loja de aplicativos, buscar CRMV-SP, baixar o programa e sincronizar o conteúdo. Depois disso, para fazer as pesquisas não é necessário estar conectado.

>> Clínica Veterinária n. 122

 

CRMVSP – Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo

Dentro da competência e autonomia delegadas pelo Estado, o principal objetivo dos Conselhos é o exercício da fiscalização profissional, bem como as deliberações com poderes: legislativo, executivo e judiciário nos assuntos relativos à profissão, além do assessoramento aos governos da União, Estados e Municípios nos assuntos relacionados com as profissões por ele representadas.

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Formação de Oficiais de Controle Animal (FOCA)

Formação de Oficiais de Controle Animal (FOCA)

A anos o Instituto Técnico de Educação e Controle Animal (Itec) realiza o curso de Formação de Oficiais de Controle Animal (Foca).

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É possível fazer ciência sem experimentação em animais

A medicina translacional produz ciência com modelos espontâneos de doenças sem o uso prejudicial dos animais em experimentação

Embora apresentem complexa organização social, muitas capacidades, características e habilidades especiais, de um ponto de vista estritamente biológico, os seres humanos são apenas mais uma entre tantas outras espécies animais que habitam nosso planeta. Nesse sentido, os cientistas reconhecem que os animais e os seres humanos compartilham muitas características biológicas e mesmo sociais semelhantes, que se tornam relevantes quando os conceitos de saúde e doença são discutidos.

Bem-estar animal

Autores: Fabiano Montiani Ferreira; Gabrielle Fornazari; Mario Teruo Sato; José Ricardo Pachaly; Alexandre Welker Biondo.

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Cães com hiperadrenocorticismo: alterações dermatológicas

Entre as principais alterações clínicas decorrentes do hipercortisolismo crônico, resultante do hiperadrenocorticismo ou síndrome de Cushing, estão as alterações tegumentares. O presente trabalho teve como objetivo identificar as alterações dermatológicas mais frequentes em 22 cães (dezesseis fêmeas e seis machos com idade média de 10 anos) com hiperadrenocorticismo hipófise-dependente e hiperadrenocorticismo adrenal-dependente atendidos em um Hospital Veterinário Escola de São Paulo – SP, durante um período de 24 meses. As lesões cutâneas foram identificadas em 72,72% dos casos, sendo as alterações mais frequentes relacionadas à presença de crostas melicéricas, alopecia, eritema, comedos, colarinhos epidérmicos, hiperpigmentação, escamas, pústulas e pápulas. As doenças dermatológicas associadas ao hipercortisolismo foram piordermite, demodiciose e calcinose cutânea.

As alterações mais frequentes em cães com hiperadrenocorticismo: crostas melicéricas, alopecia, eritema, comedos, colarinhos epidérmicos, hiperpigmentação, escamas, pústulas e pápulas
As alterações mais frequentes em cães com hiperadrenocorticismo: crostas melicéricas, alopecia, eritema, comedos, colarinhos epidérmicos, hiperpigmentação, escamas, pústulas e pápulas

Confira no acervo digital da revista Clínica Veterinária esse e outros artigos relacionados com hiperadrenocorticismo, endocrinologia e outras alterações dermatológicas.

Estudo da hipercoagulabilidade sanguínea em 45 cães com hiperadrenocorticismo endógeno, por meio da avaliação da frequência de trombocitose, hiperfibrinogenemia e hipertensão arterial
Clínica Veterinária n. 96, janeiro/fevereiro – Ano XVII, 2012

Obesidade canina – abordagem diagnóstica, nutricional e reabilitação
Clínica Veterinária n. 94, setembro/outubro – Ano XVI, 2011

Hiperestrogenismo secundário a mestástase de sertolinoma: relato de caso
Clínica Veterinária n. 83, novembro/dezembro – Ano XIV, 2009

Hiperadrenocorticismo em felino associado ao diabetes melito insulino-resistente – relato de caso
Clínica Veterinária n. 76, setembro/outubro – Ano XIII, 2008

Acesse o acervo digital da revista Clínica Veterinária e tenha acesso aos artigo completos.

Clínica Veterinária – revista de educação continuada para clínicos veterinários de pequenos animais indexada no  Web of Science –Records, Latindex e CAB Abstracts. Classificação Qualis: B4

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Nutrição presente no 14º CONPAVEPA & VETEXPO 2016

De 13 a 15 de setembro, em São Paulo – SP, acontece a VET EXPO & o 14º CONPAVEPA. Eles ocorrerão no Pavilhão oeste do Anhembi – São Paulo, SP.  Simultaneamente à VET EXPO e ao 14º CONPAVEPA, acontecerá uma feira que atenderá o segmento pet, a Pet Shop Expo.

PERFIL DOS VISITANTES: O principal público visitante são veterinários, distribuidores, compradores do setor veterinário e donos/diretores de pet shops.

PRINCIPAIS EXPOSITORES: publicações cientificas, equipamentos veterinários, laboratórios e empresas de pet food.

“Esses eventos aproximam as empresas e entidades de classe dos médicos veterinários, levando novidades em termos de produtos, gestão e soluções. O contato proporciona não só a geração de novos negócios, mas também um aprendizado mútuo, já que os grandes players também podem ouvir de perto as principais demandas do mercado de saúde animal.” Tiago Papa

Nutrição animal presente na programação do 14º CONPAVEPA (dia 15/09/2016):
• 16h40-17h30 – Manejo nutricional de pacientes oncológicos
•  17h40-18h30 – Meu paciente tem duas doenças diferentes: qual dieta eu escolho?
•18h40-19h30 – Dietas caseiras: as principais vantagens e os maiores riscos

Confira a programação completa!

Confira também as edições da revista Clínica Veterinária com artigos de nutrição veterinária:

Manejo nutricional nas principais urolitíases caninas – revisão
Clínica Veterinária n. 119, novembro/dezembro – Ano XX, 2015

Parâmetros clínicos e laboratoriais de cães obesos submetidos a restrição calórica para perda de peso
Clínica Veterinária n. 112 setembro/outubro – Ano XIX, 2014

Palatabilidade de petisco enriquecido com fibra solúvel (Plantago psyllium) para cães
Clínica Veterinária n. 102 janeiro/fevereiro – Ano Ano XVIII, 2013

Uso de pré-bióticos e probióticos em gatos – uma revisão
Clínica Veterinária n. 95 novembro/dezembro – Ano XVI, 2011

A importância dos aminoácidos na nutrição dos gatos domésticos Clínica Veterinária n. 84 janeiro/fevereiro – Ano XV, 2010

Estudo sobre os hábitos alimentares e as atividades físicas de cães obesos da cidade de São Paulo e seus reflexos no balanço metabólico Clínica Veterinária n. 81 julho/agosto – Ano XIV, 2009

Suporte nutricional enteral no paciente crítico
Clínica Veterinária n. 78 janeiro/fevereiro – Ano XIV, 2009

Influência da nutrição sobre a gestação, o parto e o puerpério de cadelas e gatas – breve revisão
Clínica Veterinária n. 76 setembro/outubro – Ano XIII, 2008

Acesse o acervo digital da revista Clínica Veterinária e tenha acesso aos artigo completos.

Clínica Veterinária – revista de educação continuada para clínicos veterinários de pequenos animais indexada no ISI Web of Science – Zoological Records, Latindex e CAB Abstracts. Classificação Qualis: B4

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Medicina Felina presente no 14º CONPAVEPA & VETEXPO 2016

Feira Internacional de Produtos para Veterinários e PetShops & 14º Congresso Paulista de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais – VET EXPO / CONPAVEPA

A Feira internacional de Produtos para Veterinários e Pet Shops, vem com uma taxa de renovação de 98%, isso devido ao sucesso do 12º CONPAVEPA e sua feira de 2014 onde reuniu mais de 110 empresas expositoras, que, com o potencial de crescimento e desenvolvimento do mercado, investem cada vez mais em lançamentos e tecnologias para produtos e serviços voltados a alimentação, saúde animal, higiene, acessórios, serviços e equipamentos aos cerca de cinco mil profissionais do setor como médicos veterinários, pet shops, distribuidores, fabricantes de ração e suprimentos e laboratórios, entre outros.

Palestras de medicina felina que estão programadas no 14º CONPAVEPA (dia 14/09/2016):

• 12h30-13h20 – Principais doenças infecciosas que acometem os gatos: o que precisamos saber?
• 13h30-14h20 – Síndrome de Pandora: isso existe?
• 14h30-15h20 – Penectomia em felinos

Confira programação completa!

Confira também os artigos de medicina felina que estão no Acervo Digial da revista Clínica Veterinária:

Acesse o acervo digital da revista Clínica Veterinária e tenha acesso aos artigo completos.

Clínica Veterinária – revista de educação continuada para clínicos veterinários de pequenos animais indexada no ISI Web of Science – Zoological Records, Latindex e CAB Abstracts. Classificação Qualis: B4

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Proibição da eutanásia em cães com leishmaniose

A proibição da eutanásia em cães com leishmaniose

Desde junho de 2015 os órgãos públicos de Campo Grande, MS, estão impedidos de utilizar a eutanásia nos cães com leishmaniose como meio de controle da enfermidade.

A determinação é da 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), que deu provimento a agravo de instrumento interposto pela organização não governamental (ONG) Sociedade de Proteção e Bem-Estar Animal – Abrigo dos Bichos.

“Os órgãos públicos não podem proibir especialmente por meio de atos normativos inferiores à lei em sentido formal que os donos dos animais e os médicos veterinários procurem tratar os animais doentes, antes de optarem pela irreversibilidade do sacrifício do animal”, destacou o desembargador federal relator Johonsom di Salvo. “A ação do poder público incompetente para evitar a prolife-ração do lixo onde viceja o mosquito vetor da doença não impede que o proprietário ou um terceiro tratem do animal, o que pode ser feito com medicação relativamente barata (alopurinol, cetoconazol, levamizol, vitamina A, zinco, aspartato de L-arginina e prednisona), sem que se precise recorrer a uma medicação específica para os ani- mais (glucantime), que, no Brasil, é proibida, enquanto no mundo civilizado (Espanha, França, Itália e Alemanha) está à venda para o tratamento dos animais”, argumentou o desembargador. Acrescenta também que…

• Alterações bioquímicas e hematológicas em cães naturalmente infectados por Leishmania (infantum) chagasi
Clínica Veterinária, n. 118;

• Colonoscopia no diagnóstico de leishmaniose visceral canina – revisão de literatura
Clínica Veterinária, n. 102;

• Leishmaniose visceral canina em Cachoeiras de Macacu, RJ – relato de caso
Clínica Veterinária, n. 95;

• Leishmaniose em felino na zona urbana de Araçatuba, SP – relato de caso
Clínica Veterinária, n. 76;

• Leishmaniose tegumentar americana em felino doméstico no município do Rio de Janeiro, Brasil – relato de caso, Clínica Veterinária, n. 74;

• Métodos de diagnóstico da leishmaniose visceral canina
Clínica Veterinária, n. 71;

• Leishmaniose visceral canina: aspectos de tratamento e controle
Clínica Veterinária, n. 71;

• Métodos de diagnóstico por imagem na avaliação de rins de pequenos animais – revisão
Clínica Veterinária, n. 70;

• Principais dermatoses zoonóticas de cães e gatos
Clínica Veterinária, n. 69.

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