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Tratado das plantas medicinais

Tradato das plantas medicinais
Tratado das plantas medicinais

O livro Tratado das plantas medicinais mineiras, nativas e cultivadas, de Telma S. Mesquita Grandi, tem versão digital gratuita.

A obra se baseou em experiências profissionais de quase quarenta anos da autora, inclusive o exercício do magistério na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), na Universidade de Uberaba e no Centro Universitário Newton Paiva. Durante esse tempo, muitos de seus alunos participaram de pesquisas em sua cidade natal, coletando exsicatas (plantas secas conservadas em herbário para estudo) para posterior identificação botânica. Só em um trabalho publicado foram analisadas cinco mil exsicatas. Além disso, foram mais de vinte cursos de extensão ministrados em Alfenas, Machado, Ouro Preto, Lavras, Viçosa e Uberlândia. Telma S. Mesquita Grandi é farmacêutica-bioquímica graduada pela UFMG e tem mestrado em microbiologia e imunologia e especialização em sistemática de fanerógamas pela Universidade de Brasília (UNB).

A autora destaca que as plantas medicinais podem causar muitos problemas se não forem observadas as quantidades em uso, pois a diferença entre o medicamento e o veneno é, às vezes, questão de dosagem. Por isso, em sua obra, teve a preocupação de colocar em cada espécie as contraindicações, a toxicidade e a moderna interação medicamentosa. O tratado, com mais de 1.200 páginas, tem a identificação detalhada de cada planta, a descrição, a informação das partes usadas, as formas farmacêuticas, a forma empregada, a constituição química, as interações medicamentosas e associações, contraindicações e toxicidade. Além disso, todas as plantas foram devidamente ilustradas pelos artistas Andréa Vilela, Júlia Bianchi, Marcelo Viana, Rafael Zavagli, Sandra Bianchi e Tânia Mara Viana.

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Seminário FNPDA

Seminário FNPDA - Desafios da Sociedade Civil e do Poder Público
Seminário FNPDA – Desafios da Sociedade Civil e do Poder Público

Seminário FNPDA 2016

Desafios da Sociedade Civil e do Poder Público

IV Seminário do Forúm Nacional de Proteção e Defesa Animal – O Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal (FNPDA) é a maior rede de proteção animal do Brasil, com mais de 100 entidades afiliadas em todas as regiões do país. Há mais de quinze anos, atuamos na disseminação do respeito, proteção e defesa dos animais. Lutamos para construir uma nova sociedade onde a compaixão pela vida animal seja um valor nacional, compartilhado por todos os brasileiros.

O Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal tem o grande prazer de convidá-lo para seu IV Seminário de Defesa Animal – FNPDA

O Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal (Fórum Animal) – a maior rede de proteção animal do Brasil – tem o grande prazer de convidá-los para nosso IV Seminário de Defesa Animal, que contará com especialistas e temas pertinentes ao trabalho em prol dos animais, de qualquer espécie.

O objetivo é incentivar o movimento de defesa e proteção animal com a divulgação de conhecimento e de novos instrumentos, além de gerar, essencialmente, uma grande sinergia através do congraçamento de pessoas e profissionais que trabalham na área.

O evento é aberto ao público em geral e busca promover também o contato entre entidades de defesa animal que operam em todas as regiões brasileiras.

Tópicos: Bases da defesa animal; Animais usados para tração e consumo; Entretenimento; Políticas públicas; Desastres ambientais; Animais silvestres; Animais de companhia; Movimento de defesa animal. • Confira a programação completa.

 • Local: Caminho Niemeyer – Av. Jornalista Rogério Coelho Neto s/nº – Niterói (RJ) – Data: 11 e 12 de junho de 2016

• Entrada: Doação mínima de 2kg de ração para gatos ou cães

• Realização: Fórum Animal (FNPDA)

• Parceria: Diretoria de Direito Animal da Secretaria de Meio Ambiente de Niterói/RJ

• Apoio: Universidade Federal Fluminense (UFF), Comissão de Proteção e Defesa Animal da OAB-RJ, Revista Clínica Veterinária e Max Alimentos.

IV Seminário – Defesa dos Animais: desafio da sociedade civil e do poder público – FNPDA

Informações: www.forumanimal.org/seminario

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30 anos do Ambulatório de Aves

Ambulatório de Aves da FMVZ/USP completa 30 anos em 2016
Ambulatório de Aves da FMVZ/USP completa 30 anos em 2016

Em 2016, o Ambulatório de Aves da FMVZ-USP está fazendo trinta anos e em junho deste ano estão programados eventos para a comemoração do seu “Jubileu de Pérola”.

“Para comemorar os 30 anos do Ambulatório de Aves, serão realizados eventos que contemplam manejo, nutrição, doenças, antibioticoterapia, analgesia e diagnóstico por imagem. “Também estão previstas as modalidades teórica e prática! Fique atento e participe”, destacou a médica veterinária do Ambulatório de Aves, Marta Brito Guimarães.

Histórico do Ambulatório de Aves da FMVZ/USP
A avifauna brasileira é extremamente rica e diversificada. Diante da necessidade de cuidados mais intensivos com esses animais, em 12 de março de 1986 foi criado o Ambulatório de Aves pelo prof. dr. José Américo Bottino, professor da disciplina de Ornitopatologia do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo.

O Ambulatório de Aves da FMVZ/USP foi o primeiro centro de atendimento de aves do Brasil e da América Latina. Atualmente, presta diferentes tipos de serviços, do simples atendimento clínico ao diagnóstico laboratorial das diferentes enfermidades que acometem as aves.

Confira os artigos científicos sobre aves publicados na revista Clínica Veterinária:

Circovírus e poliomavírus de psitacídeos – revisão de literatura
Clínica Veterinária n. 114, janeiro/fevereiro – Ano XX, 2015

Síndrome da dilatação do proventrículo – revisão de literatura
Clínica Veterinária n. 109, março/abril – Ano XIX, 2014

Avaliação de glicosímetros portáteis na mensuração glicêmica de 71 psitacídeos e rapinantes
Clínica Veterinária n. 107, novembro/dezembro – Ano XVIII, 2013

Correção cirúrgica de fratura no tibiotarso de periquito-australiano (Melopsittacus undulatus) – relato de caso
Clínica Veterinária n. 103, março/abril – Ano XVIII, 2013

Comparação do crescimento de filhotes de papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva) alimentados com dietas caseira e comercial
Clínica Veterinária n. 100, setembro/outubro – Ano XVII, 2012

Doenças virais e parasitárias em Psittaciformes – revisão
Clínica Veterinária n. 90, janeiro/fevereiro – Ano XVI, 2011

Correção de fratura de rinoteca em papagaio (Amazona aestiva): relato de caso
Clínica Veterinária n. 87, julho/agosto – Ano XV, 2010

Principais doenças bacterianas e fúngicas em Psittaciformes – revisão
Clínica Veterinária n. 81, julho/agosto – Ano XIV, 2009

Obstrução de traqueia em uma arara-vermelha (Ara chloroptera) em decorrência da aspiração de objeto metálico
Clínica Veterinária n. 70, setembro/outubro – Ano XII, 2007

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A importância do programa de adoção

Samarco e ONGs promovem evento de adoção de cães e gatos em Mariana – MG:

Nos dias 9 e 10 de abril os cães e gatos resgatados na região impactada pelo rompimento da barragem de Fundão estarão disponíveis para adoção no Centro de Convenções de Mariana (Praça JK, S/N). O evento é gratuito e acontece de 9h às 13h. No local, vão acontecer também ações especiais e recreativas para toda a família.

Muitas são as situações em que a adoção é o ponto crucial de um programa abrangente de controle populacional de animais. Dentre os pilares que o compõem, a adoção é talvez o gargalo que todos -serviços de controle animal – enfrentam, um vez que muitos precisam de um novo lar, cuidados gerais e muito afeto. Garantir uma nova e segura oportunidade na maioria das vezes não é tarefa simples.

Em geral, os animais desses programas provêm de situações de alta vulnerabilidade, negligência, maus-tratos e abandono – uma série negativa de substantivos que precisam ser apagados de sua memória afetiva e social e substituídos por outros como afeto, cuidado e respeito, em lares onde a qualidade de vida possa ser redefinida. Será que existe uma forma de planejar e agir que amplie o resultado final de forma positiva?

Na história recente do país, muitas inéditas e desafiadoras situações trouxeram de forma coletiva um grande desafio que não se restringiu ao momento dos fatos.

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O papel da Unidade de Vigilância em Zoonoses (UVZ) na integração da saúde com o meio ambiente

“A captura e o extermínio de cães não domiciliados como forma de controle da raiva e do controle populacional, atribuição original do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), foi substituída por ações mais eficientes como vacinação antirrábica e educação em guarda responsável associada a castração de animais de companhia”

O Centro de Controle de Zoonozes (CCZ) foi conceitualmente uma unidade vinculada à Secretaria Municipal de Saúde para o controle da raiva em vários municípios brasileiros nas décadas de 70 e 80, quando a doença era uma grave problema de saúde pública. Embora municipal, a estrutura e as ações do CCZ seguiam o recém criado Programa Nacional de Profilaxia da Raiva (1973), elencado como um dos programas prioritários da política de saúde no Brasil. Esse programa previsa a realização de atividades sistemáticas para combater a raiva humana tais como tratamento preventivo, diagnóstico laboratorial e vigilância epidemiológica, educação em saúde, vacinação canina e captura de cães.

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O gosto amargo do Rio Doce e o rejeito da Samarco

A microscopia do rejeito mostra que há muito minério de ferro incrustado nas partículas de sílica que hoje revestem todo o leito do Rio Doce. O minério nada mas é que ferrugem ou óxido de ferro que é altamente friável (farelento), e lentamente se dissolve e entra em suspensão nas águas, funcionando como um corante vermelho. O Rio Doce não está barrento e sim contaminado com altos teores totais de óxidos de ferro o que aumenta sua turbidez ou opacidade.

A luz não consegue penetrar nas águas o que impede a fotossíntese do fitoplâncton no rio e no mar e a absorção dos raios aquecem as águas pois o Sol fornece a impressionante potência de 1400 W por metro quadrado.

A água doce menos densa e agora mais quente flutua no mar de uma forma como nunca antes o fez criando um tapete bloqueador para a fotossíntese das algas marinhas e do fitoplancton.

O problema vai além de onde as autoridades do Governo Federal tentam mascarar com relatórios incompletos feitos pelo CPRM e o IBAMA que passam as águas por um filtro de 0,45 micrômetros e apresentam apenas parte do ferro poluente do Rio Doce.

Os animais não possuem filtros e estão ingerindo o total teor de poluentes presentes nestas partículas da rocha britada e moída da jazida da Samarco. Temos além do ferro o alumínio, o manganês e o cromo nessa rocha e a Samarco sempre conheceu sua composição granuloquímica e deliberadamente escondeu da população tentando minimizar seu prejuízo financeiro com ações indenizatórias.

A “AMINA” tóxica usada na separação do minério da sílica também estava presente no rejeito e foi omitido das populações e autoridades de forma irresponsável e criminosa. As éter-aminas são corrosivas a pele, olhos e altamente tóxicas aos peixes.

Apenas para concluir e ser simplista, experimentem esquecer uma palha de aço molhada sobre uma pia de cozinha e entenderão o que estas incrustações nas partículas dispersas no Rio Doce farão nas décadas vindouras.

Está na hora da Samarco “fazer o que deve ser feito” que é dizer a verdade, porque se não o fizer, faço eu aqui na rede social.

Eng. Alexandre G. Valente

Fonte:

MICROSCOPIA:
Dissertação de Mestrado – Produção de um pellet feed a partir da concentração do rejeito da flotação mecânica da SAMARCO – Autor: Marcos Gomes Vieira.
(Vieira 2008) – Vide Pág 51
http://www.ppgem.eng.ufmg.br/defesas/936M.PDF

TOXIDADE DAS ÉTER AMINAS:

Ficha de segurança Éter Diamina – (Não é sabido ser ou não fornecedor Samarco)
ALTAMENTE TÓXICO AOS PEIXES – Solubulizável em água e alcool:
http://201.57.253.136/…/FI…/FISPQs/F/flotigam%202835%202.pdf

Ficha de segurança Éter Monoamina – (Não é sabido ser ou não fornecedor Samarco) Insolúvel em água.
http://201.57.253.136/…/FI…/FISPQs/F/flotigam%20eda%203c.pdf

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