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Proibição da eutanásia em cães com leishmaniose

A proibição da eutanásia em cães com leishmaniose

Desde junho de 2015 os órgãos públicos de Campo Grande, MS, estão impedidos de utilizar a eutanásia nos cães com leishmaniose como meio de controle da enfermidade.

A determinação é da 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), que deu provimento a agravo de instrumento interposto pela organização não governamental (ONG) Sociedade de Proteção e Bem-Estar Animal – Abrigo dos Bichos.

“Os órgãos públicos não podem proibir especialmente por meio de atos normativos inferiores à lei em sentido formal que os donos dos animais e os médicos veterinários procurem tratar os animais doentes, antes de optarem pela irreversibilidade do sacrifício do animal”, destacou o desembargador federal relator Johonsom di Salvo. “A ação do poder público incompetente para evitar a prolife-ração do lixo onde viceja o mosquito vetor da doença não impede que o proprietário ou um terceiro tratem do animal, o que pode ser feito com medicação relativamente barata (alopurinol, cetoconazol, levamizol, vitamina A, zinco, aspartato de L-arginina e prednisona), sem que se precise recorrer a uma medicação específica para os ani- mais (glucantime), que, no Brasil, é proibida, enquanto no mundo civilizado (Espanha, França, Itália e Alemanha) está à venda para o tratamento dos animais”, argumentou o desembargador. Acrescenta também que…

• Alterações bioquímicas e hematológicas em cães naturalmente infectados por Leishmania (infantum) chagasi
Clínica Veterinária, n. 118;

• Colonoscopia no diagnóstico de leishmaniose visceral canina – revisão de literatura
Clínica Veterinária, n. 102;

• Leishmaniose visceral canina em Cachoeiras de Macacu, RJ – relato de caso
Clínica Veterinária, n. 95;

• Leishmaniose em felino na zona urbana de Araçatuba, SP – relato de caso
Clínica Veterinária, n. 76;

• Leishmaniose tegumentar americana em felino doméstico no município do Rio de Janeiro, Brasil – relato de caso, Clínica Veterinária, n. 74;

• Métodos de diagnóstico da leishmaniose visceral canina
Clínica Veterinária, n. 71;

• Leishmaniose visceral canina: aspectos de tratamento e controle
Clínica Veterinária, n. 71;

• Métodos de diagnóstico por imagem na avaliação de rins de pequenos animais – revisão
Clínica Veterinária, n. 70;

• Principais dermatoses zoonóticas de cães e gatos
Clínica Veterinária, n. 69.

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Tratado das plantas medicinais

Tradato das plantas medicinais
Tratado das plantas medicinais

O livro Tratado das plantas medicinais mineiras, nativas e cultivadas, de Telma S. Mesquita Grandi, tem versão digital gratuita.

A obra se baseou em experiências profissionais de quase quarenta anos da autora, inclusive o exercício do magistério na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), na Universidade de Uberaba e no Centro Universitário Newton Paiva. Durante esse tempo, muitos de seus alunos participaram de pesquisas em sua cidade natal, coletando exsicatas (plantas secas conservadas em herbário para estudo) para posterior identificação botânica. Só em um trabalho publicado foram analisadas cinco mil exsicatas. Além disso, foram mais de vinte cursos de extensão ministrados em Alfenas, Machado, Ouro Preto, Lavras, Viçosa e Uberlândia. Telma S. Mesquita Grandi é farmacêutica-bioquímica graduada pela UFMG e tem mestrado em microbiologia e imunologia e especialização em sistemática de fanerógamas pela Universidade de Brasília (UNB).

A autora destaca que as plantas medicinais podem causar muitos problemas se não forem observadas as quantidades em uso, pois a diferença entre o medicamento e o veneno é, às vezes, questão de dosagem. Por isso, em sua obra, teve a preocupação de colocar em cada espécie as contraindicações, a toxicidade e a moderna interação medicamentosa. O tratado, com mais de 1.200 páginas, tem a identificação detalhada de cada planta, a descrição, a informação das partes usadas, as formas farmacêuticas, a forma empregada, a constituição química, as interações medicamentosas e associações, contraindicações e toxicidade. Além disso, todas as plantas foram devidamente ilustradas pelos artistas Andréa Vilela, Júlia Bianchi, Marcelo Viana, Rafael Zavagli, Sandra Bianchi e Tânia Mara Viana.

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Fisioterapia veterinária – 6º Congresso Paulista das Especialidades

Fisioterapia veterinária no CONPAVET 2016
Fisioterapia veterinária no CONPAVET 2016

6º Congresso Paulista das Especialidades 2016 – 14º CONPAVET

De 30 de agosto à 01 de setembro de 2016
Expo Center Norte – São Paulo – Brasil

Congresso Paulista das Especialidades

O Congresso Paulista das Especialidades, organizado pela Sociedade Paulista de Medicina Veterinária (SPMV), responsável por oferecer aos participantes um congresso com conteúdo altamente qualificado sobre diversas especialidades, que hoje integram a medicina veterinária.

A visitação da Pet South America é composta por um público qualificado de médicos veterinários, proprietários de pet shops e clinicas veterinárias, groomers, criadores e distribuidores.

Destaques

  • A 14ª edição apresentou mais de 320 marcas nacionais e internacionais em exposição e contou com a presença de mais de 20.000 profissionais altamente qualificados.
  • Presença das principais mídias do setor
  • A Pet South America 2015 conta com a parceria do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP )
  • Arena Do Conhecimento, Prêmio Pet South America “Bem Estar Animal” Projeto Informa, Forma e Transforma

Palestras de Fisioterapia Veterinária:

• 09h35 – 10h25 – Ele é cardiopata. Posso fazer fisioterapia? – MV. Luana Pavani

• 10h40 – 11h30 – Hidrocinésio para o paciente neurológico – MV. Claudia Lameirinha

• 11h35 – 12h25 – Idoso sim, velho não – MV. MSc. Claudio Ronaldo Pedro

Não fique de fora, faça parte deste importante congresso e inscreva-se já!

Artigo em destaque:

Polimiosite por Neospora caninum em um filhote de golden retriever – relato de caso
A neosporose é uma doença causada pelo protozoário Neospora caninum, que pode causar sinais neurológicos e óbito em cães, sendo pouco relatada no Brasil. O objetivo do presente trabalho foi descrever essa doença em um filhote de cão macho da raça golden retriever que apresentava dificuldade de locomoção, dor e espasticidade em membros pélvicos. O resultado do sorodiagnóstico (IFI-IgG) foi positivo para neospora (título de 6.400). A presença de sinais clínicos associada ao alto título sorológico permitiu o diagnóstico presuntivo de neosporose. Instituiu-se terapia antimicrobiana com sulfametoxazol associado a trimetropina e pirimetamina por 120 dias. O animal foi acompanhado e, durante esse mesmo período, submetido a sessões de fisioterapia. Houve melhora parcial do quadro, permanecendo a contratura muscular. Em cães jovens com rigidez extensora e contratura dos membros pélvicos, essa doença deve ser considerada um diagnóstico diferencial.
Autores: Gabriel Antonio Covino Diamante; Roberta Lemos Freire; Mônica Vicky Bahr Arias.

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Congresso Paulista das Especialidades

O Congresso Paulista das Especialidades, organizado pela Sociedade Paulista de Medicina Veterinária (SPMV)

Irá  oferecer aos participantes um congresso com conteúdo altamente qualificado sobre diversas especialidades, que hoje integram a medicina veterinária.

Diagnóstico por Imagem – Confira a programação científica completa!

6º Congresso Paulista das Especialidades 2016 – 14º CONPAVET

De 30 de agosto à 01 de setembro de 2016
Expo Center Norte – São Paulo – Brasil

Não fique de fora, faça parte deste importante congresso e inscreva-se já!

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Seminário FNPDA

Seminário FNPDA - Desafios da Sociedade Civil e do Poder Público
Seminário FNPDA – Desafios da Sociedade Civil e do Poder Público

Seminário FNPDA 2016

Desafios da Sociedade Civil e do Poder Público

IV Seminário do Forúm Nacional de Proteção e Defesa Animal – O Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal (FNPDA) é a maior rede de proteção animal do Brasil, com mais de 100 entidades afiliadas em todas as regiões do país. Há mais de quinze anos, atuamos na disseminação do respeito, proteção e defesa dos animais. Lutamos para construir uma nova sociedade onde a compaixão pela vida animal seja um valor nacional, compartilhado por todos os brasileiros.

O Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal tem o grande prazer de convidá-lo para seu IV Seminário de Defesa Animal – FNPDA

O Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal (Fórum Animal) – a maior rede de proteção animal do Brasil – tem o grande prazer de convidá-los para nosso IV Seminário de Defesa Animal, que contará com especialistas e temas pertinentes ao trabalho em prol dos animais, de qualquer espécie.

O objetivo é incentivar o movimento de defesa e proteção animal com a divulgação de conhecimento e de novos instrumentos, além de gerar, essencialmente, uma grande sinergia através do congraçamento de pessoas e profissionais que trabalham na área.

O evento é aberto ao público em geral e busca promover também o contato entre entidades de defesa animal que operam em todas as regiões brasileiras.

Tópicos: Bases da defesa animal; Animais usados para tração e consumo; Entretenimento; Políticas públicas; Desastres ambientais; Animais silvestres; Animais de companhia; Movimento de defesa animal. • Confira a programação completa.

 • Local: Caminho Niemeyer – Av. Jornalista Rogério Coelho Neto s/nº – Niterói (RJ) – Data: 11 e 12 de junho de 2016

• Entrada: Doação mínima de 2kg de ração para gatos ou cães

• Realização: Fórum Animal (FNPDA)

• Parceria: Diretoria de Direito Animal da Secretaria de Meio Ambiente de Niterói/RJ

• Apoio: Universidade Federal Fluminense (UFF), Comissão de Proteção e Defesa Animal da OAB-RJ, Revista Clínica Veterinária e Max Alimentos.

IV Seminário – Defesa dos Animais: desafio da sociedade civil e do poder público – FNPDA

Informações: www.forumanimal.org/seminario

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30 anos do Ambulatório de Aves

Ambulatório de Aves da FMVZ/USP completa 30 anos em 2016
Ambulatório de Aves da FMVZ/USP completa 30 anos em 2016

Em 2016, o Ambulatório de Aves da FMVZ-USP está fazendo trinta anos e em junho deste ano estão programados eventos para a comemoração do seu “Jubileu de Pérola”.

“Para comemorar os 30 anos do Ambulatório de Aves, serão realizados eventos que contemplam manejo, nutrição, doenças, antibioticoterapia, analgesia e diagnóstico por imagem. “Também estão previstas as modalidades teórica e prática! Fique atento e participe”, destacou a médica veterinária do Ambulatório de Aves, Marta Brito Guimarães.

Histórico do Ambulatório de Aves da FMVZ/USP
A avifauna brasileira é extremamente rica e diversificada. Diante da necessidade de cuidados mais intensivos com esses animais, em 12 de março de 1986 foi criado o Ambulatório de Aves pelo prof. dr. José Américo Bottino, professor da disciplina de Ornitopatologia do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo.

O Ambulatório de Aves da FMVZ/USP foi o primeiro centro de atendimento de aves do Brasil e da América Latina. Atualmente, presta diferentes tipos de serviços, do simples atendimento clínico ao diagnóstico laboratorial das diferentes enfermidades que acometem as aves.

Confira os artigos científicos sobre aves publicados na revista Clínica Veterinária:

Circovírus e poliomavírus de psitacídeos – revisão de literatura
Clínica Veterinária n. 114, janeiro/fevereiro – Ano XX, 2015

Síndrome da dilatação do proventrículo – revisão de literatura
Clínica Veterinária n. 109, março/abril – Ano XIX, 2014

Avaliação de glicosímetros portáteis na mensuração glicêmica de 71 psitacídeos e rapinantes
Clínica Veterinária n. 107, novembro/dezembro – Ano XVIII, 2013

Correção cirúrgica de fratura no tibiotarso de periquito-australiano (Melopsittacus undulatus) – relato de caso
Clínica Veterinária n. 103, março/abril – Ano XVIII, 2013

Comparação do crescimento de filhotes de papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva) alimentados com dietas caseira e comercial
Clínica Veterinária n. 100, setembro/outubro – Ano XVII, 2012

Doenças virais e parasitárias em Psittaciformes – revisão
Clínica Veterinária n. 90, janeiro/fevereiro – Ano XVI, 2011

Correção de fratura de rinoteca em papagaio (Amazona aestiva): relato de caso
Clínica Veterinária n. 87, julho/agosto – Ano XV, 2010

Principais doenças bacterianas e fúngicas em Psittaciformes – revisão
Clínica Veterinária n. 81, julho/agosto – Ano XIV, 2009

Obstrução de traqueia em uma arara-vermelha (Ara chloroptera) em decorrência da aspiração de objeto metálico
Clínica Veterinária n. 70, setembro/outubro – Ano XII, 2007

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A importância do programa de adoção

Samarco e ONGs promovem evento de adoção de cães e gatos em Mariana – MG:

Nos dias 9 e 10 de abril os cães e gatos resgatados na região impactada pelo rompimento da barragem de Fundão estarão disponíveis para adoção no Centro de Convenções de Mariana (Praça JK, S/N). O evento é gratuito e acontece de 9h às 13h. No local, vão acontecer também ações especiais e recreativas para toda a família.

Muitas são as situações em que a adoção é o ponto crucial de um programa abrangente de controle populacional de animais. Dentre os pilares que o compõem, a adoção é talvez o gargalo que todos -serviços de controle animal – enfrentam, um vez que muitos precisam de um novo lar, cuidados gerais e muito afeto. Garantir uma nova e segura oportunidade na maioria das vezes não é tarefa simples.

Em geral, os animais desses programas provêm de situações de alta vulnerabilidade, negligência, maus-tratos e abandono – uma série negativa de substantivos que precisam ser apagados de sua memória afetiva e social e substituídos por outros como afeto, cuidado e respeito, em lares onde a qualidade de vida possa ser redefinida. Será que existe uma forma de planejar e agir que amplie o resultado final de forma positiva?

Na história recente do país, muitas inéditas e desafiadoras situações trouxeram de forma coletiva um grande desafio que não se restringiu ao momento dos fatos.

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Rastreamento e geolocalização

Grupo C&M acaba de lançar o Appego GPS, dispostivo de apenas 35g que se acopla à coleira por meio de um suporte de encaixe multifuncional. Ele funciona associado a um aplicativo inteligente, o Me Appego, que, por sua vez, permite o monitoramento dos animais de estimação em tempo real.

O aplicativo está disponível para smartphones e tablets (Android, iOS e Windows). “Um dispositivo pessoal de monitoramento inteligente é uma solução capaz de manter o pet sempre seguro, delimitando cercas virtuais para suas ações, alertando sobre qualquer alteração anormal na velocidade do animal e mostrando a sua posição em tempo real, entre outros recursos”, explica o diretor de processos e inovações tecnológicas da empresa, Marcelo Akabane.

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O papel da Unidade de Vigilância em Zoonoses (UVZ) na integração da saúde com o meio ambiente

“A captura e o extermínio de cães não domiciliados como forma de controle da raiva e do controle populacional, atribuição original do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), foi substituída por ações mais eficientes como vacinação antirrábica e educação em guarda responsável associada a castração de animais de companhia”

O Centro de Controle de Zoonozes (CCZ) foi conceitualmente uma unidade vinculada à Secretaria Municipal de Saúde para o controle da raiva em vários municípios brasileiros nas décadas de 70 e 80, quando a doença era uma grave problema de saúde pública. Embora municipal, a estrutura e as ações do CCZ seguiam o recém criado Programa Nacional de Profilaxia da Raiva (1973), elencado como um dos programas prioritários da política de saúde no Brasil. Esse programa previsa a realização de atividades sistemáticas para combater a raiva humana tais como tratamento preventivo, diagnóstico laboratorial e vigilância epidemiológica, educação em saúde, vacinação canina e captura de cães.

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Manejo etológico, segurança profissional, bem-estar animal e controle populacional

Uma excelente forma de interagir com os animais sem causar estresse é por meio da utilização do manejo etológico.  Essa é uma aptidão que deve ser procurada pelos gestores de qualquer estabelecimento veterinário, seja um centro de controle de zoonoses ou nos variados serviços para cães e gatos (veterinário, banho e tosa, creches, hotéis, escolas etc.).

O gestor público precisa zelar pelo bem-estar animal, e o gestor empresarial precisa gerar a satisfação do cliente e a sua fidelização, que ocorre de forma muito mais fácil e natural quando o tutor percebe a aplicação do bem-estar animal e o tratamento diferenciado que seu animal recebe.

No Brasil, o ITEC, Instituto Técnico de Educação e Controle Animal, promove há anos o curso FOCA (Formação de Oficial de Controle Animal). O curso tem quarenta horas de duração, com aulas teóricas e práticas que transmitem com excelência os conceitos de manejo etológico, segurança profissional e humanização dos serviços, parte do treinamento que foi muito importante nos primeiros cursos FOCA, numa época em que existia a carrocinha e os laçadores de cães praticavam a captura como se fosse uma prática de rodeio, sem nenhuma compaixão.

O próximo curso FOCA irá ocorrer de 11 a 15 de abril, em Jundiaí, SP. A parte teórica será no Hotel Intercity Jundiaí. A prática, por sua vez, terá lugar na Coordenadoria de Bem-Estar Animal de Jundiaí.

O oficial de controle animal está capacitado para interagir com os animais sem causar estresse (ou causando o mínimo possível), beneficiando tanto o bem-estar do animal quanto sua própria segurança.

O curso FOCA acrescenta muitos conhecimentos para todos os servidores públicos que exercem atividade relacionada ao controle de zoonoses.

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