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Neurologia canina e felina – guia prático

Lançamento previsto para abril de 2017

Adquira seu livro: Neurologia Canina e felina – guia prático

“Neurologia canina e felina –guia prático” é uma obra amplamente  atualizada, com foco no manejo  de casos neurológicos de cães e gatos. A nova edição inclui capítulos sobre diagnóstico diferencial, distúrbios do movimento e ressonância magnética. Acompanha também acervo de vídeos de distúrbios neurológicos específicos em um novo website, sendo um dos vídeos, um  guia sobre como realizar exames neurológicos. Esta edição revisada continua a tradição de providenciar informação neurológica detalhada em um formato lógico, organizado e acessível, ideal ao veterinário estudante, profissional ou especialista.

A apresentação de todo o conteúdo conta também com a inclusão de tabelas e gráficos, incentivando e valorizando os recursos visuais. Novos desenhos de procedimentos foram adicionados aos capítulos, bem como adição/substituição de fotos de alta qualidade. É uma obra essencial para a ser adicionada à biblioteca de todos os interessados em estudar o diagnóstico e o tratamento de cães e gatos com distúrbios neurológicos.

  • Providência informação compreensiva para diagnóstico e tratamento de condições neurológicas.
  • Impresso pela primeira vez em cor, com cerca de 400 imagens incorporadas na nova edição
  • Oferece novos capítulos sobre diagnostico diferencial, ressonância magnética e distúrbios do movimento
  • Mantém a estrutura lógica e agradável de estudo das edições anteriores
  • Inclui acesso a vídeo clipes  específicos de distúrbios e videos demonstrando como fazer avaliações neurológicas online e um link ao atlas digital do cérebro canino

Curtis Wells Dewey, DVM, MS, DACVIM (Neurologia), DACVS.
Section Chief of Neurology Associate Professor (neurologia e neurocirurgia ) – Cornell University College of Veterinary Medicine, Ithaca, New York, USA.

Ronaldo Casimiro da Costa, DMV, MSc, PhD, Dipl. ACVIM
Associate Professor (neurologia) Service Head (neurologia e neurocirurgia) – Department of Veterinary Clinical Sciences – College of Veterinary Medicine, The Ohio State University ,  Columbus, Ohio, USA.

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Cores de gatos, saúde e genética

A análise citogenética é uma importante etapa no diagnóstico de animais com histórico de esterilidade ou infertilidade. Durante anos, os estudos cromossômicos foram indicados para as espécies de produção. Atualmente, a procura por tais análises em animais de companhia tem aumentado. Em gatos, a coloração da pelagem tortoiseshell apresenta predominância de pêlos pretos mesclados com pêlos brancos e laranja pelo corpo todo, e, na coloração denominada calico, essas três cores se apresentam como manchas independentes, com predominância da cor branca. Porém, todos esses padrões são restritos a fêmeas. É raro observar gatos machos tortoiseshell ou calico, fruto da ocorrência de aberrações cromossômicas.

Gato macho de 18 meses de idade apresentando a pelagem tortoiseshell
Gato macho de 18 meses de idade apresentando a pelagem tortoiseshell

No artigo científico “Aneuplodia de cromossomos sexuais em gato de pelagem tortoiseshell – relato de caso” publicado na Clínica Veterinária, Ano XXII, n. 126, p. 40-44, 2017, relata-se a análise cromossômica de um gato tortoiseshell com conjunto cromossômico diploide de 2n = 39, XXY, ou seja, um cromossomo X extra, semelhante ao que ocorre na síndrome de Klinefelter, em humanos.

Entenda mais sobre as cores dos gatos no artigo “A fascinante genética da cor dos gatos”

Seja assinante do acervo digital  e tenha acesso ao artigo “Aneuplodia de cromossomos sexuais em gato de pelagem tortoiseshell – relato de caso” e mais de 400 outros artigos científicos publicados em revista indexada no Web of Science – Zoological Record, CAB Abstracts e Latindex.

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Proibição do uso prejudicial de animais no ensino

Considerando que:

  • Os animais são seres sencientes e estão sujeitos a danos e sofrimento na prática do uso prejudicial no ensino;
  • O uso prejudicial de animais no ensino acarreta danos psicológicos aos estudantes e desengajamento moral, formando profissionais menos empáticos;
  • Há inúmeras evidencias científicas que comprovam que os métodos alternativos são superiores ou equivalentes em termos de aprendizagem;
  • É uma tendência mundial a abolição do uso prejudicial de animais no ensino;
  • Normativas vigentes proíbem o uso de animais quando houver métodos alternativos;

Os participantes do SIMPÓSIO DE MÉTODOS ALTERNATIVOS AO USO DE ANIMAIS NO ENSINO, realizado pelo Conselho Nacional de Controle da Experimentação Animal (CONCEA) do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTI), nos dias 5 e 6 de outubro de 2016, no auditório da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, declararam apoio à proibição do uso prejudicial de animais no ensino e requerem ao CONCEA normativas relativas a mesma.

Na ocasião, a Rede de Educação Humanitária (RedEH – http://www.instituto1r.org/redeh), idealizada pelo Instituto 1R, manifestou-se publicamente durante o evento e formalizou solicitação ao CONCEA. Clique aqui e confira a íntegra do documento.

Manifeste-se! Envie um email para o CONCEA pedindo pela proibição do uso prejudicial de animais no ensino: ouvidoria@mct.gov.br

Veja também o artigo “O uso de animais no ensino” publicado na revista Clínica Veterinária n. 118

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Farmacopuntura e efeito sedativo em animais

Farmacopuntura no acuponto yin tang e efeito sedativo em animais – revisão de literatura

Revista Clínica Veterinária – Acupuntura – Edição n. 122 – maio/junho – Ano XXI, 2016

Farmacopuntura em animais. Acuponto yin tang
Farmacopuntura no acuponto yin tang

O objetivo deste artigo é revisar a utilização de farmacopuntura no acuponto yin tang para tranquilizar animais, enfatizando sua importância como ferramenta para o clínico veterinário na sua rotina diária. A acupuntura tem como objetivo atingir um efeito homeostático, restabelecendo o equilíbrio de estados funcionais alterados. A farmacopuntura vem sendo utilizada na sedação de cães. O acuponto yin tang é um ponto sedativo localizado entre as sobrancelhas, cujo estímulo produz sedação em seres humanos e animais.

Vários estudos demonstram que a administração de subdose de acepromazina e xilazina nesse acuponto tem sido eficaz para produzir sedação em cães, com a vantagem de produzir efeito sedativo similar ao da dose terapêutica administrada por outras vias, mas sem provocar efeitos colaterais graves. Sugere-se que novos fármacos sejam pesquisados com o emprego da técnica, para utilização na prática clínica de animais.

Unitermos: medicina tradicional chinesa, acupuntura veterinária, sedação, tranquilização.

EN: Pharmacopuncture in the Yin Tang acupoint and sedative effects on animals – literature review.

ES: Farmacopuntura en el acupunto yin tang y el efecto sedante sobre animales – revisión de la literatura.

Autor(es): Carla Faria Orlandini; Pollyana Linhares Sala; Rafael Santos Tramontin; Melissa Marchi Zaniolo; Talita Bianchin Borges; Ana Maria Quessada.

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Desastres, resgates e veterinários

Fazendo uma retrospectiva nos últimos 10 anos, os desastres, sejam naturais ou por ação humana, quando ocorreram, causaram grande impacto tanto para humanos quanto animais. Nos últimos desastres, o salvamento de animais sempre contou com a falta de pessoas e de instituições preparadas para lidar com a situação emergencial.

Em novembro de 2008, em Santa Catarina, mas de 2000 bovinos morreram em enchentes. Alguns detalhes estão registrados em um artigo publicado na revista Clínica Veterinária n. 78, janeiro/fevereiro/2009 :

Em 2011, a região serrana do Estado do Rio de Janeiro sofreu um grande deslizamento, gerando uma enorme tragédia que tirou a vida de muitas pessoas e animais. Dados oficiais apontam um número próximo de 1000 pessoas mortas. Porém, segundo o Centro de Defesa dos Direitos Humanos (CDDH) de Petrópolis e associações das vítimas, entre outras entidades de Teresópolis, Nova Friburgo e Petrópolis, cerca de 10 mil pessoas podem ter morrido ou desaparecido nas chuvas que atingiram a região naquele ano. Números que falam apenas de humanos! O comprometimento da vida animal também foi muito grande. De pequenos a grandes animais…

Mais recentemente, o grande desastre em Mariana, MG, envolvendo a mineradora Samarco, também causou enorme quantidade de vítimas, humanas e animais. Felizmente, dessa vez, houve a participação de equipe médica veterinária mantida pela Samarco. Inclusive, com a participação da médica veterinária Carla Sassi, que já tinha experiência acumulada em operações de resgate na região serrana do Estado do Rio de Janeiro. Alguns detalhes estão registrados em artigo publicado na revista Clínica Veterinária n. 120, janeiro/fevereiro/2016:

A American Veterinary Medical Association possui alguns materiais disponíveis na internet que tem objetivo de instruir como estar preparados para os casos de desastres e de como proceder nos casos emergenciais e de resgate. Entre os materiais disponíveis estão:

Será que o Brasil já está preparado para a próxima temporada de chuvas?

Em 2017, acontece, em Toronto, Canadá, o WADEM Congress on Disaster and Emergency Medicine 2017. Seria muito bom que o Brasil investisse em enviar médicos veterinários para atualização e capacitação!

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Como comunicar más notícias aos tutores de animais de estimação

Entender e comunicar a morte dos animais de estimação e/ou situações críticas de pacientes terminais torna-se cada vez mais relevante para os médicos veterinários, uma vez que esses profissionais encontram-se mais suscetíveis ou expostos aos sentimentos trazidos pela morte, pois no cenário das instituições de saúde ela está cons­tantemente presente. Na prática, observamos como o des­preparo e a falta de capacitação no assunto resultarão em angústia, sofrimento e dor psíquica, existencial e mesmo espiritual na vida desses profissionais .

Na revista Clínica Veterinária, Ano XVII, n. 100, setembro/outubro, 2012, o artigo Tanatologia – A ciência da morte e do morrer e a medicina veterinária aborda a importância de estar preparado com esse tema (edição disponível no acervo digital).

O processo da descoberta e do tratamento de câncer em animais de companhia na visão da psico-oncologia é outro artigo publicado na revista Clínica Veterinária que tem relação com a questão que envolve o fim da vida do animal e de como lidar com essa situação.

Para quem deseja se aprofundar no tema, a  psicóloga Joelma Ruiz, especializada em luto, está promovendo um curso para ajudar os profissionais da área da saúde veterinária e humana a como comunicar uma má notícia apoiando o cliente no momento difícil. O curso “A evolução da relação homem x animal e como comunicar más notícias apoiando o seu cliente” acontece no dia 27/11/2016, no Auditório do Hospital Veterinário Santa Inês. O curso tem como objetivo abordar em sua complexidade a relação entre o homem e animal de estimação, visando aperfeiçoar a atuação do médico-veterinário e equipe, além de profissionais da área da saúde humana, a partir da melhor compreensão dos efeitos psicológicos da doença do animal aos tutores.
Para saber mais informações, como a programação completa, valores e sobre os palestrantes do curso, acesse o site: http://rumomarketing.com.br/vetpaz/

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Leishmaniose visceral – tratamento canino

Milteforan é o nome comercial do medicamento para tratamento da leishmaniose visceral canina. Criteriosa pesquisa no Brasil testou com êxito a excelente tecnologia francesa da Virbac. No dia 6 de dezembro de 2016 já está programada a primeira palestra de lançamento!

O Milteforan, foi aprovado tanto pelo Mi­nis­tério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) quan­to pelo Ministério da Saúde (MS). Isso consta expressamente em um documento assinado em conjunto por ambos os ministérios.  O médico veterinário  Valdir Avino, gerente de assuntos regulatórios da Virbac acreditou e empenhou-se nesse projeto desde 2010. Acesse o documento que dispõe sobre o registro do Milteforan.  

Veja mais sobre o assunto na revista Clínica Veterinária n. 125, novembro-dezembro, 2016, Ano XXI – https://issuu.com/clinicavet/docs/clinica-veterinaria-125/34

É fundamental que todo cão a ser tratado seja avaliado e monitorado por um médico veterinário preparado para lidar com essa enfermidade.

Membros da equipe da Virbac do Brasil e especialistas envolvidos na pesquisa que envolveu o registro do Milteforan no Brasil, medicamento específico para o tratamento canino contra a leishmaniose visceral
Membros da equipe da Virbac do Brasil e especialistas envolvidos na pesquisa que envolveu o registro do Milteforan no Brasi, medicamento específico para o tratamento canino contra a leishmaniose viscerall. No centro, O médico veterinário Valdir Avino, gerente de assuntos regulatórios da Virbac

 

Acervo digital – Confira no acervo digital da revista Clínica Veterinária artigos que envolvem o diagnóstico, a prevenção e o tratamento canino da leishmaniose visceral :

• Análise do diagnóstico da leishmaniose visceral canina no Brasil, com ênfase no uso dos métodos sorológicos: teste imunocromatográfico, ELISA e reação de imunofluorescência indireta – revisão de literatura
Clínica Veterinária, n. 123;

• Leishmaniose felina – revisão de literatura
Clínica Veterinária, n. 122;

• Alterações bioquímicas e hematológicas em cães naturalmente infectados por Leishmania (infantum) chagasi
Clínica Veterinária, n. 116;

• Colonoscopia no diagnóstico de leishmaniose visceral canina – revisão de literatura
Clínica Veterinária, n. 102;

• Leishmaniose visceral canina em Cachoeiras de Macacu, RJ – relato de caso
Clínica Veterinária, n. 95;

• Leishmaniose em felino na zona urbana de Araçatuba, SP – relato de caso
Clínica Veterinária, n. 76;

• Leishmaniose tegumentar americana em felino doméstico no município do Rio de Janeiro, Brasil – relato de caso, Clínica Veterinária, n. 74;

• Métodos de diagnóstico da leishmaniose visceral canina
Clínica Veterinária, n. 71;

• Leishmaniose visceral canina: aspectos de tratamento e controle
Clínica Veterinária, n. 71;

• Métodos de diagnóstico por imagem na avaliação de rins de pequenos animais – revisão
Clínica Veterinária, n. 70;

• Principais dermatoses zoonóticas de cães e gatos
Clínica Veterinária, n. 69.

Clínica Veterinária – revista de educação continuada para clínicos veterinários de pequenos animais indexada no Web of Science – Zoological Records, Latindex e CAB Abstracts. Classificação Qualis: B4

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Andrigo Barboza fala sobre tratamento de sarcomas no Congrevet

Tratamento dos sarcomas de tecidos moles: um grande desafio é um dos temas que sera abordado no Congrevet pelo prof. dr. Andrigo Barboza, da Unesp de Jaboticabal.

Prof. dr. Andrigo Barboza no Congrevet
Prof. dr. Andrigo Barboza, importante presença no Congrevet, falará sobre tratamento de sarcomas e também sobre mastocitomas

Congrevet acontece em paralelo à Expovet. Inscreva-se!
O Congrevet acontece em paralelo à Expovet, de 5 a 7 de agosto de 2016, no Expominas, na Av. Amazonas, 6200 – Gameleira, em Belo Horizonte, MG. O prof. dr. Andrigo Barboza fará duas palestras: uma sobre tratamento de sarcomas e outra sobre mastocitomas de alto grau em cães.

A revista Clínica Veterinária estará presente na Expovet. Entre os artigos disponíveis no acervo digital da revista Clínica Veterinária, o tema sarcomas esta presente em várias edições. Confira abaixo:

Osteossarcoma osteoblástico primário em glândula tireoide de cão da raça rotweiller – relato de caso
Clínica Veterinária n. 120, janeiro/fevereiro – Ano XXI, 2016

Osteossarcoma em gato jovem – relato de caso
Clínica Veterinária n. 118, setembro/outubro – Ano XX, 2015

Fibrossarcoma canino – relato de caso
Clínica Veterinária n. 106, setembro/outubro – Ano XVIII, 2013

Sarcoma de aplicação felina: aspectos do diagnóstico por imagem
Clínica Veterinária n. 104, maio/junho – Ano XVIII, 2013

Diagnóstico diferencial entre sarcoma histiocítico e tumor venéreo transmissível com disseminação extragenital – relato de caso
Clínica Veterinária n. 98, maio/junho – Ano XVII, 2012

Condrossarcoma intraocular em um cão – relato de caso
Clínica Veterinária n. 93, julho/agosto – Ano XVI, 2011

Sarcoma histiocítico disseminado em um cao
Clínica Veterinária n. 79, março/abril – Ano XIV, 2009

Osteossarcoma vertebral em cão – relato de caso
Clínica Veterinária n. 76, setembro/outubro – Ano XIII, 2008

Eletroquimioterapia: uma nova promessa para o tratamento de cânceres em animais
Clínica Veterinária n. 75, julho/agosto – Ano XIII, 2008

Tumor maligno de bainha nervosa em papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva) – relato de caso
Clínica Veterinária n. 74, maio/junho – Ano XIII, 2008

Sarcoma pós-vacinal felino: um alerta
Clínica Veterinária n. 66, janeiro/fevereiro – Ano XII, 2007

Osteossarcoma extra-esquelético no tecido subcutâneo de um cão: relato de caso
Clínica Veterinária  n. 64, setembro/outubro – Ano XI, 2006

Acesse o acervo digital da revista Clínica Veterinária e tenha acesso aos artigo completos.

Clínica Veterinária – revista de educação continuada para clínicos veterinários de pequenos animais indexada no ISI Web of Science – Zoological Records, Latindex e CAB Abstracts. Classificação Qualis: B4

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15ª Pet South America

Em sua 15ª edição, Pet South America traz conteúdo focado em gestão de negócios e inovação para o setor pet

Proprietários de pet shops, distribuidores,
médicos veterinários e demais profissionais do
mercado pet encontrarão ferramentas de
aperfeiçoamento profissional na principal
plataforma de negócios para o setor da América
Latina: a 15ª Pet South America

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Considerados membros das famílias brasileiras, os animais de estimação movimentaram R$ 18 bilhões em 2015, o equivalente a 0,37% do PIB, de acordo com informações da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet). É em um contexto de forte competitividade que acontece a 15ª Pet South America, a principal feira para a cadeia pet da América Latina. De 30 de agosto a 1º de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo, os visitantes conferem as principais inovações em Higiene e Beleza, Saúde, Nutrição, Equipamentos, Acessórios e Serviços.

Organizada pela NürnbergMesse Brasil, a feira é uma grande oportunidade para quem busca diferenciação junto ao consumidor. O evento apresentará uma grade completa de conteúdo técnico-científico e de gestão de negócios por meio do Circuito de Valorização Profissional, voltado para gestores de pet shops, médicos veterinários, importadores e distribuidores, groomers, criadores, varejistas e atacadistas desse mercado. Além disso, a edição deste ano terá 22 novos expositores. Entre eles, estão Arcbox – Petcel, Bit Corretora, Exopets, Home Vitae Pet, Artebugatti, Mundial Pet, Lolipet, Lojas Copacabana, Petcute, Safcol, Multitoys, Super Bac, Bom Amigo, Cardio Web, Markepet, Primenove e SAS Moreau.

Congresso Paulista das Especialidades
Congresso Paulista das Especialidades. Evento técnico-científico paralelo à 15ª Pet South America

A abordagem realizada durante a feira oferece ao visitante networking e desenvolvimento profissional nos três dias do evento. Além da área de exposição, o Congresso Paulista de Especialidades, organizado pela Sociedade Paulista de Medicina Veterinária (SPMV), traz  conteúdo sobre as diversas especialidades da medicina veterinária, e a Arena do Conhecimento promove seminário focado em incentivo ao empreendedorismo, tendências de mercado, regularização setorial, valorização, atualização profissional, comportamento e bem-estar animal.

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A Arena do Conhecimento é destaque na 15ª Pet South America, promovendo o seminário focado em incentivo ao empreendedorismo

O empreendedorismo também será um dos focos de outra novidade deste ano, o Pavilhão Internacional. Seguindo a tendência de eventos realizados nos Estados Unidos e na Europa, o espaço em 2016 foi desenvolvido para atender empresas que necessitam de espaços menores para a exposição de apenas um produto ou serviço.

“O forte vínculo do ser humano com seu pet é irreversível. Hoje, famílias de todas as classes sociais têm seu animal de estimação, o que faz crescer o empreendedorismo, a concorrência e, portanto, obriga os gestores a pensar em inovação e novas oportunidades”, explica João Paulo Picolo, diretor geral da NürnbergMesse Brasil. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o País tem hoje cerca de 132 milhões de animais, a quarta maior população de pets do mundo e a segunda em cães e gatos.

 

15ª edição da Pet South America
Data: de 30 de agosto a 1º de setembro de 2016

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Credenciamento online

Horário: 13h às 21h
Local: Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo – Pavilhão Verde.

 

www.petsa.com.br

 

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Osteocondroma intratraqueal em um cão idoso

Osteocondroma intratraqueal em um cão idoso – relato de caso

Revista Clinica Veterinaria – Oncologia – Edição n. 122 – maio/junho – Ano XXI, 2016

Neoplasias traqueais primárias são incomuns em cães e gatos. Os animais acometidos são geralmente de meia-idade a idosos, exceto aqueles que desenvolvem osteocondromas.  As manifestações clínicas são consistentes com a obstrução das vias aéreas superiores, incluindo mais comumente tosse, intolerância ao exercício, dificuldade respiratória e cianose. O diagnóstico normalmente é feito por meio do exame radiográfico simples; a realização de traqueoscopia possibilita a identificação e a biópsia das lesões. Lesões neoplásicas devem ser diferenciadas de corpos estranhos e pólipos.

Uma cadela da raça pastor alemão, de quinze anos de idade, apresentava histórico de dificuldade respiratória e tosse havia um ano, com piora progressiva. A identificação da formação foi realizada a partir do exame radiográfico simples, e o diagnóstico definitivo foi obtido pela traqueoscopia, seguida da biópsia e do exame histopatológico da formação.

Unitermos: radiografia, traqueia, endoscopia, polipectomia, neoplasia

EN: Intratracheal osteochondroma in an old dog – a case report.

ES: Osteocondroma intratraqueal en un perro viejo – relato de caso.

Autor(es): Gabriela Neuman de Paula ; Carla Aparecida Batista Lorigados; Gabriela Silva Rodrigues; Cláudia Matsunaga Martín; Franz Naoki Yoshitoshi; Nelson Palla; Leandro Averaldo Guiguet Leal; Fernanda Auciello Salvagni

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